POLICIAL

PM apreende adolescente faccionado por participação em execução de mulher

A Polícia Militar de Mato Grosso apreendeu, na noite desta quarta-feira (22.10), um adolescente faccionado de 15 anos, suspeito pelo crime de homicídio que vitimou Edina Siqueira Nerys, de 25 anos, na cidade de Confresa. O menor foi detido ao confessar participação no crime e revelou o local onde estavam os restos mortais da vítima, que foi decapitada e carbonizada.

Conforme o boletim de ocorrência, a equipe policial recebeu informações de que o menor, já conhecido pela prática de tráfico de drogas, estaria envolvido no desaparecimento de Edina, registrado durante a semana na cidade.

Os policiais iniciaram diligências e encontraram o menor nas proximidades de uma praça. O adolescente tentou fugir em uma bicicleta ao ver a viatura da PM, mas foi abordado pela equipe. Ao ser questionado sobre o envolvimento no homicídio de Edina, ele afirmou que estava presente no crime e que sabia a localização do corpo da vítima.

Diante da situação, os policiais seguiram a localização indicada pelo adolescente e seguiram até a zona rural da cidade, onde encontraram os restos mortais da mulher. A PM fez acionamento das autoridades competentes para isolamento e perícia do local.

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Ainda para os militares, o suspeito revelou que teria cometido o crime com outros dois faccionados, executando a vítima ainda na cidade de Confresa e deslocando com o corpo da mulher até a zona rural, onde abandonaram o cadáver. A vítima ainda teve a cabeça decapitada e o corpo carbonizado pelos faccionados.

O menor recebeu voz de prisão e foi conduzido para a delegacia da cidade para registro da ocorrência. As forças de segurança seguem na busca dos demais envolvidos no homicídio e investigação da motivação do caso.

Disque-denúncia

A sociedade pode contribuir com as ações da Polícia Militar de qualquer cidade do Estado, sem precisar se identificar, por meio do 190 ou 0800.065.3939.

Fonte: PM MT – MT

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POLICIAL

Com mandado de prisão em aberto, ex-deputado Daltinho não é localizado há mais de um mês

Ex-parlamentar de Mato Grosso é acusado de acumular dívida de R$ 140 mil em pensão alimentícia e segue sendo procurado após decisão da Justiça do Tocantins

Mais de um mês após ter a prisão civil decretada pela Justiça do Tocantins, o ex-deputado estadual por Mato Grosso Adalto de Freitas Filho, conhecido como Daltinho, ainda não foi localizado pelas autoridades policiais.

De acordo com informações registradas no Banco Nacional de Medidas Penais e Prisões (BNMP), o mandado de prisão segue em aberto desde o dia 17 de abril de 2026, data em que a ordem judicial foi expedida.

Daltinho é acusado de acumular uma dívida de aproximadamente R$ 140 mil em pensão alimentícia destinada à filha adolescente e à ex-esposa.

Segundo documentos oficiais, o ex-deputado possui domicílio em Barra do Garças, cidade localizada na divisa entre Mato Grosso e Goiás, mas até o momento não foi encontrado para o cumprimento da decisão judicial.

O caso ganhou repercussão após a revelação de que a prisão civil do ex-parlamentar já havia sido decretada há mais de um mês sem que houvesse localização do investigado pelas forças policiais.

Nos bastidores jurídicos, a situação chama atenção pelo longo período em que o mandado permanece em aberto, além do valor elevado da dívida apontada no processo.

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A prisão civil por inadimplência de pensão alimentícia é prevista na legislação brasileira como medida coercitiva para obrigar o pagamento da obrigação judicial.

O caso envolvendo o ex-deputado deve continuar sendo acompanhado pelas autoridades enquanto a ordem de prisão permanecer válida e sem cumprimento.

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