POLICIAL

Matrículas para os cursos da Escola de Artes encerram na próxima sexta-feira (27)

As matrículas para os cursos da Escola Municipal de Artes, professora Viviane Malheiros Dal’Berto, seguem até a próxima sexta-feira (27). A efetivação pode ser feita na sede da unidade, localizada na Avenida dos Jacanrandás, nº 3.960, Setor Industrial, das 7h às 11h e das 13h às 17h. Os cursos são gratuítos e no local é possível consultar a faixa etária de cada um. 

São ofertadas, aproximadamente, 300 vagas, sendo 62 oportunidades para o Núcleo de Artes Cênicas (teatro), 39 no Núcleo de Danças (distríbuidas entre balé, dança do ventre e zumba) e 24 para o Núcleo de Artes Visuais (desenho, tipografia e artesanato). 

Ainda há 166 vagas para o Núcleo de Músicas (musicalização, cavaquinho, violão, teclado, técnica vocal, banda rudimentar, percursão e banda musical). “Se após esse período ainda houver vagas, reabriremos as matrículas no início do mês de fevereiro”, destacou a diretora de Cultura, Professora Branca. 

As aulas da Escola Municipal de Artes devem começar em março, segundo a diretora. “São diferentes categorias. Durante o ano, também, teremos um calendário com diversas ações, além das nossas atvidades letivas”, ressaltou a diretora. 

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A Escola de Artes de Sinop celebrou, em 2022, 10 anos de existência, e vem se consolidando como a maior unidade do Centro-Oeste, priorizando explorar toda diversidade cultural, bem como a projeção e reconhecimento em nível nacional. Conta com um quadro de servidores efetivos, voluntários, estagiários e contratados.

São mais de 10 salas de aula que abrigam cursos nos núcleos de artes cênicas, artes visuais, dança e música.

Fonte: Prefeitura de Sinop – MT

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POLICIAL

Polícia Civil MT cumpre mandados contra investigados por furtar uma fazenda em Confresa

A Polícia Civil de Mato Grosso, deflagrou nesta terça-feira (30.6), a Operação Partilha, para cumprimento de nove mandados judiciais para esclarecer um furto qualificado ocorrido em uma fazenda no município de Confresa.

A investigação da Delegacia Especializada de Roubos e Furtos (Derf) de Confresa, apura o crime que resultou na subtração de R$ 350 mil em dinheiro, cinco armas de fogo, joias, entre outros objetos.


As ordens judiciais foram decretadas pela Justiça em desfavor de três suspeitos envolvidos no crime. Sendo cumpridas em Confresa, Sinop, Peixoto de Azevedo, São José do Xingu (distrito de Santo Antônio do Fontoura), Porto dos Gaúchos e na cidade de Novo Progresso, no Estado do Pará.

Os mandados de busca e apreensão domiciliar, inclusive na modalidade itinerante, afastamento do sigilo de dados telefônicos e telemáticos e o acesso e extração dos dados dos dispositivos apreendidos, foram expedidos pelo Núcleo de Justiça 4.0 do Juiz das Garantias – Polo Barra do Garças.

A ação visa recuperar as armas, joias e o valor que foram subtraídos da vítima, além de outros materiais como celulares, tablets e notebook, essenciais para o esclarecimento das negociações e transações financeiras referentes à partilha do produto do crime.

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A operação coordenada pela Derf conta com o apoio das Delegacias de Confresa, São José do Xingu e Santa Cruz do Xingu, das Delegacias Regionais de Guarantã do Norte, Sinop e Juína, e da Polícia Civil do Pará.

O crime

O furto qualificado foi praticado em uma propriedade rural em Confresa, na madrugada de 23 de setembro de 2024, quando os autores arrombaram cofres no interior da residência e subtraíram cerca de R$ 350 mil em espécie, além de joias e cinco armas de fogo.


Apuração

Durante diligências a equipe da Derf de Confresa identificou a atuação de grupo com divisão de tarefas entre os investigados. Os três alvos da operação são apontados como o informante (prestador de serviço com acesso ao interior da casa), o executor e o responsável pela logística do plano criminoso e pela destinação das armas de fogo furtadas.

Conforme a delegada da Derf de Confresa, Karen Amaral Makrakis, no decorrer da investigação foi encontrado registro da partilha entre os suspeitos, além de áudios, mensagens e fotografia de arma subtraída localizada em um aparelho celular.

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“A precisão do furto dirigida exatamente aos bens guardados na casa, indicou desde o início que o grupo teria agido com informação privilegiada sobre o local e o conteúdo dos cofres. Os indícios revelaram a atuação de um grupo estruturado, com divisão de tarefas e posterior repartição do produto do crime entre os envolvidos, parte do qual chegou a ser negociada”, destacou a delegada.


Partilha

O nome da operação faz referência ao documento manuscrito apreendido durante as investigações, no qual os próprios envolvidos haviam anotado como dividiram entre si o produto do furto, cada um com a sua parte em armas, joias e valores, de modo que, se a partilha dividiu o espólio entre os envolvidos, é também a palavra que dá nome à resposta do Estado, a operação destinada a desfazer essa divisão.

Fonte: Policia Civil MT – MT

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