POLICIAL

Homem é preso em flagrante pela Polícia Militar por porte ilegal de arma em Sinop

Equipe do 11º Batalhão de Polícia Militar prendeu um homem de 45 anos por porte ilegal de arma de fogo, na manhã desta quarta-feira (08.05), em Sinop. O suspeito foi preso em flagrante com uma pistola de calibre 380 e 19 munições.

Por volta de 09h, durante uma barreira policial montada na rodovia MT-140, a equipe do 11º BPM abordou uma caminhonete Toyota SW4, conduzida por um homem. Na vistoria de documentos do motorista, nenhuma irregularidade foi encontrada.

Questionado se transportava algum objeto, o suspeito negou, porém, gerou desconfiança nos militares que decidiram realizar uma vistoria completa no veículo. Durante a verificação minuciosa, a PM localizou a pistola municiada e com um carregador contendo 19 munições, dentro de um compartimento do carro.

Ao ser perguntado sobre a procedência da arma, o suspeito confessou ser o proprietário do objeto, mas não apresentou nenhuma documentação de permissão para transportar a pistola.

Diante da situação, o homem foi conduzido para a Delegacia de Sinop para registro da ocorrência e demais providências, ficando à disposição da Polícia Judiciária Civil.

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Fonte: PM MT – MT

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POLICIAL

Polícia Civil, Crefito-9 e Vigilância Sanitária flagram falso terapeuta ocupacional que atende crianças em Cuiabá

A Polícia Civil, o Conselho Regional de Fisioterapia e Terapia Ocupacional da 9ª Região (Crefito-9) e a Vigilância Sanitária Municipal de Cuiabá realizaram, na manhã dessa quinta-feira (18.06), uma ação conjunta de fiscalização, que constatou o exercício ilegal da profissão de um terapeuta ocupacional em uma clínica localizada no bairro Altos do Coxipó, em Cuiabá.

A fiscalização foi desencadeada após o Crefito-9 receber uma denúncia informando que um homem, de 54 anos, estaria se apresentando como terapeuta ocupacional e realizando atendimentos, principalmente de crianças com Transtorno do Espectro Autista (TEA), sem possuir formação ou habilitação legal para o exercício da profissão.

A Delegacia Especializada de Defesa do Consumidor foi acionada e, durante as diligências, a equipe da Decon e fiscais do Conselho Regional de Fisioterapia e Terapia Ocupacional verificaram que o suspeito não possui registro profissional nem formação compatível com a atividade exercida. Segundo os levantamentos iniciais, ele realizava atendimentos em uma clínica improvisada instalada em imóvel residencial, divulgando e oferecendo serviços típicos da terapia ocupacional.

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Além das irregularidades relacionadas ao exercício profissional, a Vigilância Sanitária Municipal constatou que o estabelecimento funcionava sem Alvará Sanitário e sem outras autorizações obrigatórias para o exercício da atividade, tendo sido lavrado termo de notificação para regularização. Os fiscais também identificaram indícios de que o local não possuía estrutura adequada para o atendimento especializado de pacientes, especialmente crianças.

No decorrer da fiscalização, foram encontrados documentos relacionados aos atendimentos realizados. Entre eles, uma nota fiscal emitida pela prestação de serviços de terapia ocupacional no valor de R$ 15.360.

Outro aspecto que chamou a atenção das equipes foi a suspeita de que parte dos atendimentos pudesse estar relacionada a pacientes beneficiados por decisões judiciais que determinam ao Poder Público o custeio de tratamentos especializados. A hipótese será apurada pela Polícia Civil no decorrer das investigações.

O delegado titular da Decon, Rogério Ferreira, destacou que a atuação integrada dos órgãos de fiscalização é fundamental para proteger consumidores e pacientes, especialmente crianças em situação de vulnerabilidade.

“Estamos tratando de uma atividade que exige formação específica, capacitação técnica e registro profissional. Quando alguém se apresenta falsamente como profissional da saúde, além de colocar em risco a segurança dos pacientes, compromete a confiança da população nos serviços especializados”, ressaltou.

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A Polícia Civil instaurou procedimento policial para apurar a prática de exercício ilegal da profissão, bem como eventual crime contra a fé pública, uso de documento falso ou outras infrações que venham a ser identificadas durante as investigações.

Fonte: Policia Civil MT – MT

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