POLICIAL

Corrida 4º Bravo Rustic Run será neste domingo (1º) em Várzea Grande

O 4º Batalhão de Polícia Militar realiza, neste domingo (01.6), a edição de 2025 da corrida 4º Bravo Rustic Run. A tradicional corrida de obstáculos da unidade acontece a partir das 6h, no Chapéu do Sol, em Várzea Grande.

As provas contarão com categorias para adultos, incluindo membros da segurança pública, pessoas com deficiência (PCD) e categoria kids, para crianças. Para os adultos, o trajeto da prova terá cinco quilômetros. Já para os demais, os percursos serão personalizados.

A concentração da corrida acontece a partir das 6h. As largadas das provas serão a partir das 6h30, distribuídas em baterias. O vencedor será definido por quem completar o percurso e os obstáculos em menos tempo.

A entrega dos kits da prova estão acontecendo no Piso 2 do Várzea Grande Shopping, em frente às Lojas Americanas, até o sábado (31.5), entre 14h e 20h. No local também pode ser realizada a inscrição presencial. Os participantes das categorias PCD são isentos da taxa de inscrição e também devem retirar os kits da prova no mesmo local.

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O kit é composto pela camiseta da prova, chip eletrônico e número de peito. Para a retirada dos materiais, os participantes precisam apresentar documento oficial com foto e também levar 2 kg de alimentos não perecíveis. Os atletas que concluírem o percurso também receberão medalha do evento.

Serviço – 4º Bravo Rustic Run 2025

Data: 01.6 (domingo)

Horário: 06h

Local: Clube de pesca Chapéu do Sol, Várzea Grande-MT

Fonte: PM MT – MT

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POLICIAL

Polícia Civil, Crefito-9 e Vigilância Sanitária flagram falso terapeuta ocupacional que atende crianças em Cuiabá

A Polícia Civil, o Conselho Regional de Fisioterapia e Terapia Ocupacional da 9ª Região (Crefito-9) e a Vigilância Sanitária Municipal de Cuiabá realizaram, na manhã dessa quinta-feira (18.06), uma ação conjunta de fiscalização, que constatou o exercício ilegal da profissão de um terapeuta ocupacional em uma clínica localizada no bairro Altos do Coxipó, em Cuiabá.

A fiscalização foi desencadeada após o Crefito-9 receber uma denúncia informando que um homem, de 54 anos, estaria se apresentando como terapeuta ocupacional e realizando atendimentos, principalmente de crianças com Transtorno do Espectro Autista (TEA), sem possuir formação ou habilitação legal para o exercício da profissão.

A Delegacia Especializada de Defesa do Consumidor foi acionada e, durante as diligências, a equipe da Decon e fiscais do Conselho Regional de Fisioterapia e Terapia Ocupacional verificaram que o suspeito não possui registro profissional nem formação compatível com a atividade exercida. Segundo os levantamentos iniciais, ele realizava atendimentos em uma clínica improvisada instalada em imóvel residencial, divulgando e oferecendo serviços típicos da terapia ocupacional.

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Além das irregularidades relacionadas ao exercício profissional, a Vigilância Sanitária Municipal constatou que o estabelecimento funcionava sem Alvará Sanitário e sem outras autorizações obrigatórias para o exercício da atividade, tendo sido lavrado termo de notificação para regularização. Os fiscais também identificaram indícios de que o local não possuía estrutura adequada para o atendimento especializado de pacientes, especialmente crianças.

No decorrer da fiscalização, foram encontrados documentos relacionados aos atendimentos realizados. Entre eles, uma nota fiscal emitida pela prestação de serviços de terapia ocupacional no valor de R$ 15.360.

Outro aspecto que chamou a atenção das equipes foi a suspeita de que parte dos atendimentos pudesse estar relacionada a pacientes beneficiados por decisões judiciais que determinam ao Poder Público o custeio de tratamentos especializados. A hipótese será apurada pela Polícia Civil no decorrer das investigações.

O delegado titular da Decon, Rogério Ferreira, destacou que a atuação integrada dos órgãos de fiscalização é fundamental para proteger consumidores e pacientes, especialmente crianças em situação de vulnerabilidade.

“Estamos tratando de uma atividade que exige formação específica, capacitação técnica e registro profissional. Quando alguém se apresenta falsamente como profissional da saúde, além de colocar em risco a segurança dos pacientes, compromete a confiança da população nos serviços especializados”, ressaltou.

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A Polícia Civil instaurou procedimento policial para apurar a prática de exercício ilegal da profissão, bem como eventual crime contra a fé pública, uso de documento falso ou outras infrações que venham a ser identificadas durante as investigações.

Fonte: Policia Civil MT – MT

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