POLICIAL

Batalhão de Trânsito prende 19 pessoas por embriaguez ao volante e tráfico de drogas


O Batalhão de Trânsito Urbano e Rodoviário da Polícia Militar de Mato Grosso fiscalizou 885 veículos e prendeu 19 pessoas em flagrante, durante o policiamento na Operação Alferes, deflagrada entre os dias 20 e 25 de abril. Também foram registrados o total de 565 Autos de Infração de Trânsito (AIT).

No período, foram realizados 437 testes de etilômetro, que resultaram na prisão em flagrante de 15 motoristas por alcoolemia. Além disso, 37 motoristas foram autuados por alcoolemia e outros 16 autuados por se recusarem a realizar o teste de etilômetro e estarem em visível estado de embriaguez.

O policiamento foi realizado com 26 pontos de barreiras e bloqueios, e 44 pontos demonstrativos do BPMTran, nas Rodovias Helder Cândia (MT-010/Estrada da Guia), Palmiro Paes de Barros (MT-040/Cuiabá-Santo Antônio do Leverger), Rodovia Emanuel Pinheiro (MT-251), e MT-130, no entroncamento Primavera do Leste/Rondonópolis. 

Ainda, entre as aplicações de AIT, 144 foram pelo transporte irregular de crianças (Art. 168); 65 pela falta de uso de cinto de segurança (Art. 167); 48 pelo uso de celular ao volante (Art. 252); 42 por situação irregular com a carteira de habilitação (Art. 162-I); 11 por uso de som automotivo irregular (Art. 228). Também houve nove registros de infrações por ultrapassagens em locais proibidos (Art. 191 e 293-V) e seis infrações por escapamento de veículo irregular (Art. 230-XI).

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Entre as medidas restritivas aplicadas estão o recolhimento de 45 Carteiras Nacionais de Habilitação (CNHs), 30 recolhimentos de Certificado de Registro e Licenciamento de Veículos (CRLV) e 96 remoções de veículos.

Os policiais do Batalhão de Trânsito registraram ainda a prisão de três pessoas por tráfico de drogas e a recuperação de um veículo. Também foram registrados três acidentes com vítimas, sendo dois na rodovia estadual MT-251 e um na rodovia MT-130. Três pessoas ficaram feridas e não houve registro de mortes.

 
Fonte: PM MT

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POLICIAL

Polícia Civil cumpre mandados em investigação de ataques virtuais contra moradores, servidores e políticos de Mirassol D’Oeste

A Polícia Civil de Mato Grosso deflagrou, na manhã desta terça-feira (16.6), a Operação Boca Maldita para cumprir ordens judiciais dentro de investigações que apuram uma série de ataques contra a honra de moradores, servidores públicos e políticos de Mirassol D’Oeste e região por meio da internet.

Na operação, foram cumpridos três mandados de busca e apreensão com autorização judicial para a exploração de dispositivos eletrônicos, além de dois mandados de medidas cautelares. As ordens judiciais foram cumpridas nas cidades de Mirassol D’Oeste e Cuiabá.

As diligências, conduzidas pela Delegacia de Mirassol D’Oeste, têm como objetivo coletar provas e aprofundar as investigações sobre a possível prática reiterada dos crimes de injúria, difamação e calúnia.

Segundo as apurações, os investigados teriam utilizado redes sociais e outras plataformas digitais para disseminar conteúdos ofensivos, expondo vítimas, abalando reputações e ampliando o alcance das ofensas no ambiente virtual.

As investigações apontam que os ataques teriam atingido diversos cidadãos, incluindo servidores públicos e políticos de Mirassol D’Oeste e municípios vizinhos, gerando preocupação diante do potencial de propagação e do impacto causado pelas publicações.

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Segundo o delegado Gustavo Ataíde, responsável pelas investigações, a atuação coordenada em diferentes cidades levanta a suspeita da existência de uma possível associação criminosa voltada à prática sistemática de crimes contra a honra no ambiente digital, hipótese que será aprofundada no curso das investigações.

“O ambiente virtual não é uma terra sem lei. O anonimato nas redes sociais é apenas aparente. Crimes praticados pela internet deixam rastros e podem resultar na responsabilização criminal de seus autores”, destacou o delegado.

As investigações seguem em andamento, e novas diligências não estão descartadas. Os fatos apurados serão encaminhados ao Poder Judiciário e ao Ministério Público para as providências cabíveis.

Fonte: Policia Civil MT – MT

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