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Batalhão Ambiental da PM apreende mais de 174 m³ de madeira ilegal durante fiscalização em Marcelândia

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Policiais militares do Batalhão de Polícia Militar de Proteção Ambiental (BPMPA) apreenderam aproximadamente 174 metros cúbicos de madeira ilegal, na última quinta-feira (12.3), durante fiscalização ambiental no município de Marcelândia (distante 642 km de Cuiabá). A ação integra a Operação Flora Hot Spot 2026, voltada ao combate de crimes ambientais em áreas de exploração florestal no estado.

As equipes realizavam diligências após alertas da Secretaria de Estado de Meio Ambiente (Sema) sobre possível exploração florestal irregular na região. Durante a fiscalização, os policiais localizaram uma área com supressão de vegetação a corte raso, além de uma esplanada contendo toras de diversas espécies florestais.

No local, foram realizadas a contagem e medição do material, sendo identificadas 265 toras, que totalizaram aproximadamente 174m³ de madeira em tora bruta, caracterizando execução de manejo florestal sem autorização do órgão ambiental competente ou em desacordo com as exigências técnicas previstas no Plano de Manejo Florestal Sustentável (PMFS).

Durante a operação, também foi apreendida uma motocicleta Honda Bros 125, de cor azul, que será encaminhada à Coordenadoria de Bens e Produtos Retidos (CBPR) da Sema.

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A madeira apreendida foi destinada ao Conselho Comunitário de Segurança (Conseg) de Marcelândia, responsável por providenciar a logística para retirada e destinação do material.

Até o momento nenhum suspeito foi localizado. Equipes mantêm policiamento na região.

Disque-denúncia

A sociedade pode contribuir com as ações da Polícia Militar de qualquer cidade do Estado, sem precisar se identificar, por meio do 190 ou 0800.065.3939.

Fonte: PM MT – MT

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POLICIAL

Ex-diretor de entidade do agro recebeu R$ 774 mil em transferências, aponta investigação da Polícia Civil

Afrânio Migliari é alvo de buscas em operação que apura movimentações de cerca de R$ 1 milhão no IMAFIR-MT; ex-presidente da entidade, Hugo Garcia, também está entre os investigados

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O ex-diretor executivo do Instituto Mato-Grossense de Feijão, Pulses, Colheitas Especiais e Irrigação (IMAFIR-MT), Afrânio Migliari, teria recebido aproximadamente R$ 774 mil em transferências financeiras destinadas à sua conta pessoal e à conta de uma empresa de sua propriedade, segundo investigação da Polícia Civil.

Afrânio está entre os alvos da Operação Mandato Espúrio, deflagrada nesta terça-feira (25), que apura supostas movimentações financeiras irregulares de aproximadamente R$ 1 milhão envolvendo a entidade ligada ao setor do agronegócio.

De acordo com as informações da investigação, além dos cerca de R$ 774 mil destinados a contas ligadas ao ex-diretor, os policiais identificaram uma transferência de R$ 270 mil para um escritório de advocacia. O nome do escritório não foi divulgado.

Afrânio Migliari já exerceu o cargo de secretário-adjunto da Secretaria de Estado de Meio Ambiente (Sema) durante a gestão do então governador Blairo Maggi. Em 2010, ele também foi alvo da Operação Jurupari, deflagrada pela Polícia Federal para investigar crimes relacionados à extração e ao comércio ilegal de madeira em Mato Grosso.

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Outro alvo da Operação Mandato Espúrio é Hugo Garcia (PSDB), suplente de deputado e ex-presidente do IMAFIR-MT, que atualmente é candidato a deputado estadual.

Durante as buscas realizadas na residência de Hugo, a Polícia Civil apreendeu joias, relógios de luxo, aparelhos celulares e um notebook, conforme as informações divulgadas sobre a operação.

A investigação apura possíveis crimes de furto qualificado, estelionato e falsidade ideológica, que teriam sido praticados pelos investigados. As suspeitas, entretanto, ainda estão sob apuração e não representam condenação.

Além dos mandados de busca e apreensão pessoal e domiciliar, a Justiça determinou o bloqueio de contas bancárias e a suspensão do acesso dos investigados às contas do IMAFIR-MT.

Segundo a Polícia Civil, as movimentações financeiras investigadas teriam ocorrido durante um período marcado por disputa e controvérsia envolvendo a representação legal da entidade.

A Operação Mandato Espúrio busca agora aprofundar a análise dos documentos, equipamentos eletrônicos e demais materiais apreendidos para esclarecer a origem e o destino dos recursos movimentados.

As investigações continuam e caberá à Polícia Civil reunir os elementos necessários para definir a eventual responsabilidade de cada um dos envolvidos.

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Veja fotos da operação 

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