POLICIAL

Batalhão Ambiental apreende 315 quilos de pescado irregular

Policiais militares do Batalhão Ambiental realizaram a apreensão de 315 quilos de pescado irregular na manhã de terça-feira (18.10), em Cuiabá. Os peixes foram localizados em uma residência onde a PM também apreendeu materiais utilizados para pesca predatória.

Conforme o boletim de ocorrência, por volta de 10h40 a equipe do Batalhão Ambiental recebeu informações sobre um imóvel abandonado, no bairro Coophamil. Segundo a denúncia, no local estaria ocorrendo o armazenamento de grande quantidade de pescado irregular. 

De imediato, os policiais se deslocaram ao endereço informado e encontraram duas redes de arrasto e uma tarrafa, com sinais de utilização recente. Ainda no local, a equipe visualizou dois freezers, onde estavam toda a quantidade de pescado encontrada. Os peixes que apresentavam estar fora da medida permitida para pesca.

O material foi recolhido e encaminhado para a sede do Batalhão Ambiental, onde os militares identificaram 129 unidades de Piraputangas, somando 51 quilos; 66 unidades de Pintado, que totalizaram 227 quilos; seis unidades de Cachara, que pesaram 30 quilos; e três Dourados, com sete quilos ao todo. Ao todo, foram apreendidos 315 quilos de pescado.

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Diante da situação, foi realizado o registro do boletim de ocorrência para demais providências cabíveis. As equipes policiais seguem em diligências na busca pelos suspeitos do crime.

De acordo com o Batalhão Ambiental, o pescado apreendido foi doado para a Associação de Pacientes Oncológicos de Cuiabá e ao Lar dos Idosos São Vicente de Paulo, em Várzea Grande.

Disque-denúncia  

A sociedade pode contribuir com as ações da Polícia Militar de qualquer cidade do Estado, sem precisar se identificar, por meio do 190, ou disque-denúncia 0800.065.3939.

 

Fonte: PM MT

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POLICIAL

Polícia Civil prende homem que manipulou criança na internet para cometer abuso

A Polícia Civil de Mato Grosso prendeu, nessa sexta-feira (29.5), em Dom Eliseu, no Pará, um homem que manipulou uma criança de apenas nove anos, por meio da internet, e cometeu um abuso que resultou em lesão grave.

O caso teve início após a mãe da vítima procurou a Delegacia Especializada de Defesa da Mulher, Criança, Adolescente e Idoso (DEDMCAI) de Sinop informando que a filha, uma criança de nove anos, havia cometido uma ação sexual violenta contra si mesma a mando de uma pessoa que conheceu em um aplicativo de vídeos da internet.

As investigações apontaram que a criança sofreu forte manipulação psicológica e aliciamento, e que o suspeito solicitava o envio de vídeos de cunho sexual em troca de moedas usadas no jogo Roblox.

A criança ficou extremamente abalada psicologicamente, chegando a ameaçar atentar contra a própria vida quando a família descobriu sobre o crime. O último caso, que levou à descoberta, causou uma lesão que fez com que a criança precisasse ser submetida a um procedimento cirúrgico.

Diante da brutalidade dos fatos e do perigo iminente que o suspeito representava, a autoridade policial responsável pelo caso representou imediatamente pelos mandados de prisão, busca e apreensão e quebra de sigilo telemático do suspeito, que foram prontamente deferidas pelo Poder Judiciário.

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Nessa sexta-feira (29.05), uma equipe da DEDMCAI de Sinop percorreu mais de 2.700 quilômetros, atravessando cinco estados, e cumpriu os mandados de prisão preventiva e busca e apreensão em Dom Eliseu, no Pará.

O suspeito é investigado pelos crimes de estupro de vulnerável, posse de material de abuso sexual infantil e aliciamento de crianças com fins sexuais na internet.

A delegada Renata Evangelista, responsável pela investigação do caso, alerta aos pais sobre os perigos no ambiente virtual.

“O avanço da tecnologia trouxe os criminosos para dentro de nossas casas através das telas de celulares e tablets. Este caso trágico é um alerta urgente para todos os pais e responsáveis. O monitoramento do uso da internet por crianças não é invasão de privacidade, é um ato de proteção e sobrevivência. Os criminosos se passam por amigos e por crianças da mesma idade, utilizam jogos e redes sociais aparentemente inofensivas para manipular mentes vulneráveis. Fiquem atentos a mudanças repentinas de comportamento, isolamento e ao conteúdo consumido por seus filhos. A Polícia Civil está vigilante, mas a prevenção começa no ambiente familiar”, orientou.

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Fonte: Policia Civil MT – MT

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