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Autor de tentativa de feminicídio em Vila Rica tem prisão cumprida no Pará

Um foragido da Justiça pelo crime de tentativa de feminicídio, cometida em Vila Rica (1.259 km a nordeste de Cuiabá), foi preso no Estado do Pará, após investigação da Polícia Civil de Mato Grosso para identificar o seu paradeiro.

Com a prisão preventiva decretada, o suspeito de 41 anos, foi localizado nesta terça-feira (25.04), na cidade de Cumaru do Norte (PA), em ação integrada do Núcleo de Inteligência da Delegacia Regional de Confresa, Delegacia de Vila Rica e Delegacia de Cumaru do Norte.

Conforme apurado, o procurado convivia com a vítima desde o ano de 2013, porém estavam separados há pouco tempo, e ele não aceitava o término do relacionamento.

Na manhã do dia 12 de abril deste ano, o homem foi até a casa da ex-companheira, e, após discutirem, o suspeito pego uma faca e tentou matar a vítima, que foi ferida na região do pescoço. Mesmo sangrando muito, ela conseguiu pedir socorro, e não foi a óbito devido o rápido atendimento médico.

Logo após o crime, o suspeito fugiu e enviou mensagens de áudio para algumas pessoas, falando da intenção de se suicidar, pois havia feito uma “besteira” contra a ex-mulher.

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Ele também gravou um vídeo com outra versão, denegrindo a imagem da vítima, afirmando que ela não estava bem mentalmente e teria tentado o suicídio, bem como, insistia em manter contato com a ex-mulher para lhe ameaçar de morte, ou de matar seus filhos e após suicidar.

Durante diligências investigativas para localizar o suspeito, os policiais civis identificaram ele na cidade de Cumaru do Norte. Então foi solicitado apoio à equipe do Pará, a qual efetuou a prisão do procurado, que foi colocado à disposição do Poder Judiciário.

A ação faz parte da Operação “Amón”, palavra de origem grega e quer dizer oculto ou escondido.

Fonte: Policia Civil MT – MT

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POLICIAL

Polícia Civil, Crefito-9 e Vigilância Sanitária flagram falso terapeuta ocupacional que atende crianças em Cuiabá

A Polícia Civil, o Conselho Regional de Fisioterapia e Terapia Ocupacional da 9ª Região (Crefito-9) e a Vigilância Sanitária Municipal de Cuiabá realizaram, na manhã dessa quinta-feira (18.06), uma ação conjunta de fiscalização, que constatou o exercício ilegal da profissão de um terapeuta ocupacional em uma clínica localizada no bairro Altos do Coxipó, em Cuiabá.

A fiscalização foi desencadeada após o Crefito-9 receber uma denúncia informando que um homem, de 54 anos, estaria se apresentando como terapeuta ocupacional e realizando atendimentos, principalmente de crianças com Transtorno do Espectro Autista (TEA), sem possuir formação ou habilitação legal para o exercício da profissão.

A Delegacia Especializada de Defesa do Consumidor foi acionada e, durante as diligências, a equipe da Decon e fiscais do Conselho Regional de Fisioterapia e Terapia Ocupacional verificaram que o suspeito não possui registro profissional nem formação compatível com a atividade exercida. Segundo os levantamentos iniciais, ele realizava atendimentos em uma clínica improvisada instalada em imóvel residencial, divulgando e oferecendo serviços típicos da terapia ocupacional.

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Além das irregularidades relacionadas ao exercício profissional, a Vigilância Sanitária Municipal constatou que o estabelecimento funcionava sem Alvará Sanitário e sem outras autorizações obrigatórias para o exercício da atividade, tendo sido lavrado termo de notificação para regularização. Os fiscais também identificaram indícios de que o local não possuía estrutura adequada para o atendimento especializado de pacientes, especialmente crianças.

No decorrer da fiscalização, foram encontrados documentos relacionados aos atendimentos realizados. Entre eles, uma nota fiscal emitida pela prestação de serviços de terapia ocupacional no valor de R$ 15.360.

Outro aspecto que chamou a atenção das equipes foi a suspeita de que parte dos atendimentos pudesse estar relacionada a pacientes beneficiados por decisões judiciais que determinam ao Poder Público o custeio de tratamentos especializados. A hipótese será apurada pela Polícia Civil no decorrer das investigações.

O delegado titular da Decon, Rogério Ferreira, destacou que a atuação integrada dos órgãos de fiscalização é fundamental para proteger consumidores e pacientes, especialmente crianças em situação de vulnerabilidade.

“Estamos tratando de uma atividade que exige formação específica, capacitação técnica e registro profissional. Quando alguém se apresenta falsamente como profissional da saúde, além de colocar em risco a segurança dos pacientes, compromete a confiança da população nos serviços especializados”, ressaltou.

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A Polícia Civil instaurou procedimento policial para apurar a prática de exercício ilegal da profissão, bem como eventual crime contra a fé pública, uso de documento falso ou outras infrações que venham a ser identificadas durante as investigações.

Fonte: Policia Civil MT – MT

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