POLÍCIA FEDERAL

PF prende foragida da Operação Metamorfose em bar da Zona Oeste do Rio

Rio de Janeiro/RJ – Na manhã desta terça-feira, 8/8, a Polícia Federal prendeu uma mulher de 59 anos que estava foragida desde o último mês de abril por integrar a organização criminosa investigada na Operação Metamorfose. A ação ocorreu no bairro de Sepetiba, localizado na Zona Oeste da cidade do Rio de Janeiro.

A presa fazia parte da quadrilha responsável por gerenciar um grande esquema de fraudes contra o INSS, que possibilitava a obtenção de diversos benefícios previdenciários em nome de pessoas fictícias ou falecidas. A investigação, já resultou na prisão de 16 estelionatários. Estima-se que a organização criminosa tenha causado um prejuízo de aproximadamente R$ 5,5 milhões aos cofres da Previdência Social.

Na ação de hoje, policiais federais cumpriram um mandado de prisão preventiva em desfavor da mulher, expedido pela 7ª Vara Federal Criminal do Rio de Janeiro. No momento da captura, a presa foi localizada em um bar nas proximidades de sua residência, onde ela não havia sido encontrada no momento da deflagração da Operação Metamorfose.

Leia Também:  PF prende uma mulher e apreende cocaína em aeroporto de Recife

Além disso, a mulher foi indiciada e denunciada quatro vezes pelos crimes de estelionato previdenciário, uso de documento falso e organização criminosa. As penas máximas dos crimes, quando somadas, ultrapassam os 30 anos de reclusão.

Após os procedimentos de praxe, a presa foi encaminhada ao sistema prisional do estado, onde permanecerá à disposição da Justiça.

Comunicação Social da Polícia Federal no Rio de Janeiro

[email protected] | www.gov.br/pf

(21) 2203-4404

Fonte: Polícia Federal

Propaganda

POLÍCIA FEDERAL

FICCO/RO combate fraudes eletrônicas contra instituições financeiras

Porto Velho/RO. A Força Integrada de Combate ao Crime Organizado em Rondônia (FICCO/RO) deflagrou, nesta sexta-feira (14/8), a Operação Ouroboros, voltada à desarticulação de organização criminosa atuante na lavagem de capitais provenientes de fraudes eletrônicas praticadas contra instituições financeiras.

A operação tem como objetivo desarticular grupo criminoso responsável pela reciclagem de valores subtraídos de instituições financeiras mediante fraudes eletrônicas, com fatos apurados entre os anos de 2025 e 2026. Apenas em um dos episódios investigados, ocorrido em setembro de 2025, o prejuízo causado às instituições vitimadas é estimado em R$ 30 milhões.

Com base na investigação, foi possível verificar que a organização criminosa recrutava terceiros para a cessão de contas bancárias, recebia e pulverizava os valores ilícitos, convertia-os em criptoativos e os retornava ao mercado formal. Veículos e embarcações foram objeto de medidas judiciais de sequestro e de indisponibilidade.

A decisão judicial determinou o cumprimento de 8 mandados de prisão preventiva e 18 de busca e apreensão, todos em Porto Velho/RO, expedidos pela 2ª Vara de Garantias da Comarca de Porto Velho, do Tribunal de Justiça do Estado de Rondônia. Também foram deferidas medidas assecuratórias patrimoniais, como o bloqueio de valores em contas bancárias até o limite de R$ 30 milhões, o sequestro de veículos e embarcações e o bloqueio de ativos virtuais mantidos em corretoras de criptomoedas.

Leia Também:  Polícia Federal recebe brasileiro foragido expulso do Paraguai

A ação contou com a atuação integrada e o apoio institucional do Grupo de Atuação Especial de Combate ao Crime Organizado (Gaeco/RO), bem como da Força Tática do 1º Batalhão da Polícia Militar de Rondônia e de delegacias especializadas da PC/RO (DERF, DECCON, DERFRVA, DEDSP, DEFRAUDE, DAF, DHPP e DEAM).

A FICCO/RO é composta pela Polícia Federal, pela Polícia Civil, pela Polícia Penal Estadual, pela Polícia Militar e pela Polícia Penal Federal.

Comunicação Social da Polícia Federal em Rondônia
Tel. (69) 99972-8890/ (69) 3216-6208
E-mail: [email protected]

 

Fonte: Polícia Federal

Continue lendo

política mt

mato grosso

policial

PICANTES

MAIS LIDAS DA SEMANA