POLÍCIA FEDERAL

PF, ICMBio, Ibama e Força Nacional combatem garimpo ilegal em Parauapebas/PA

Marabá/PA. Na última terça-feira (16/7), a Polícia Federal, o ICMBio, o Ibama e a Força Nacional deflagraram uma operação conjunta para coibir o avanço do garimpo ilegal na região de Igarapé Gelado, em Parauapebas/PA, às margens da Floresta Nacional de Carajás.

Em área de difícil acesso, as equipes localizaram maquinários de grande porte, veículos, motores estacionários, cavas de extração de ouro e acampamentos de apoio aos trabalhadores. Foram inutilizados no local seis escavadeiras hidráulicas, quatro mil litros de combustível e dez motores-bombas, conforme previsto em lei, diante da impossibilidade de remoção dos equipamentos.

Por meio de georreferenciamento, estima-se que o garimpo ilegal atinja uma área de aproximadamente 8 km de extensão. Os resíduos provenientes da atividade clandestina estariam se sedimentando e desaguando no leito de rios da região, em especial no Rio Azul, afluente do Rio Itacaiúnas, que deságua no Rio Tocantins.

Inquéritos policiais estão em andamento para identificar e responsabilizar os líderes dos garimpos ilegais e apurar os danos ambientais causados pela contaminação por mercúrio nos solos e afluentes que abastecem a região.

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Comunicação Social da Polícia Federal no Pará
[email protected] | @pf.para
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Fonte: Polícia Federal

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POLÍCIA FEDERAL

FICCO/RO combate fraudes eletrônicas contra instituições financeiras

Porto Velho/RO. A Força Integrada de Combate ao Crime Organizado em Rondônia (FICCO/RO) deflagrou, nesta sexta-feira (14/8), a Operação Ouroboros, voltada à desarticulação de organização criminosa atuante na lavagem de capitais provenientes de fraudes eletrônicas praticadas contra instituições financeiras.

A operação tem como objetivo desarticular grupo criminoso responsável pela reciclagem de valores subtraídos de instituições financeiras mediante fraudes eletrônicas, com fatos apurados entre os anos de 2025 e 2026. Apenas em um dos episódios investigados, ocorrido em setembro de 2025, o prejuízo causado às instituições vitimadas é estimado em R$ 30 milhões.

Com base na investigação, foi possível verificar que a organização criminosa recrutava terceiros para a cessão de contas bancárias, recebia e pulverizava os valores ilícitos, convertia-os em criptoativos e os retornava ao mercado formal. Veículos e embarcações foram objeto de medidas judiciais de sequestro e de indisponibilidade.

A decisão judicial determinou o cumprimento de 8 mandados de prisão preventiva e 18 de busca e apreensão, todos em Porto Velho/RO, expedidos pela 2ª Vara de Garantias da Comarca de Porto Velho, do Tribunal de Justiça do Estado de Rondônia. Também foram deferidas medidas assecuratórias patrimoniais, como o bloqueio de valores em contas bancárias até o limite de R$ 30 milhões, o sequestro de veículos e embarcações e o bloqueio de ativos virtuais mantidos em corretoras de criptomoedas.

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A ação contou com a atuação integrada e o apoio institucional do Grupo de Atuação Especial de Combate ao Crime Organizado (Gaeco/RO), bem como da Força Tática do 1º Batalhão da Polícia Militar de Rondônia e de delegacias especializadas da PC/RO (DERF, DECCON, DERFRVA, DEDSP, DEFRAUDE, DAF, DHPP e DEAM).

A FICCO/RO é composta pela Polícia Federal, pela Polícia Civil, pela Polícia Penal Estadual, pela Polícia Militar e pela Polícia Penal Federal.

Comunicação Social da Polícia Federal em Rondônia
Tel. (69) 99972-8890/ (69) 3216-6208
E-mail: [email protected]

 

Fonte: Polícia Federal

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