POLÍCIA FEDERAL

PF extradita português por condenação em seu país

Natal/RN. A Polícia Federal, por meio da representação regional da Interpol no Rio Grande do Norte, executou no final da noite da última terça-feira, 28/6, a extradição de um cidadão português, que havia sido preso em agosto de 2021, em Parnamirim, Região Metropolitana de Natal. A ordem judicial de extradição foi expedida pelo Supremo Tribunal Federal (STF).

Então foragido no Brasil, o estrangeiro foi condenado pelo juízo do Tribunal Judicial da Comarca de Braga, Portugal, a cumprir a pena de 3 anos e 2 meses de prisão pelo crime de burla qualificada, cujo delito na lei brasileira é semelhante ao estelionato.

Segundo o processo, o extraditado se passava por representante de um banco suíço para aliciar empresários e pessoas com alto poder aquisitivo no seu país e, com isso, se apropriava de elevadas quantias à custa do patrimônio alheio.

Desde a sua prisão, o português se encontrava custodiado na Cadeia Pública de Natal. Transferido para a sede da PF em Natal na noite passada, ele seguiu sob escolta até o Aeroporto Internacional em São Gonçalo do Amarante/RN, onde foi entregue aos policiais portugueses encarregados da sua condução até Lisboa.

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Desde de 2021, a Polícia Federal prendeu no Rio Grande do Norte cinco estrangeiros de diferentes nacionalidades procurados pela Interpol para fins de extradição.

COMUNICAÇÃO SOCIAL DA PF NO RIO GRANDE DO NORTE – (84) 3204.5588

Fonte: Polícia Federal

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POLÍCIA FEDERAL

PF deflagra operação contra lavagem de dinheiro e tráfico internacional de armas e drogas

Rio de Janeiro/RJ – Durante o fim de semana (20/6 e 21/6), a Polícia Federal, em atuação conjunta com o Grupo de Atuação Especial de Combate ao Crime Organizado do Ministério Público Federal (GAECO/MPF), deflagrou a fase ostensiva da Operação Red Fox, destinada a desarticular uma estrutura financeira e logística transnacional vinculada à facção criminosa com forte atuação no Rio de Janeiro.

A investigação apura a atuação de núcleos responsáveis pela movimentação, ocultação e dissimulação de recursos ilícitos utilizados para financiar a aquisição de armas de fogo de uso restrito e drogas provenientes do exterior para abastecimento da facção no Rio de Janeiro e em outros estados.

As medidas foram deferidas pela 5ª Vara Federal Criminal do Rio de Janeiro e incluem mandados de prisão preventiva, bloqueio de ativos, sequestro e indisponibilidade de bens, direitos e valores, além da suspensão das atividades econômicas de pessoas jurídicas apontadas como empresas de fachada ou contas de passagem utilizadas pelo grupo criminoso.

Durante a deflagração, foram cumpridos quatro mandados de prisão preventiva contra investigados apontados como operadores relevantes da engrenagem financeira da organização. Dois alvos foram localizados no Suriname, em ação de cooperação internacional, detidos pelas autoridades locais e posteriormente deportados para o Brasil, onde foram presos em Belém, no Pará. Outros dois investigados foram presos em território nacional, sendo um no Rio de Janeiro/RJ e outro em Tabatinga/AM, região de tríplice fronteira entre Brasil, Colômbia e Peru.

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A atuação no Suriname contou com o apoio da Diretoria de Segurança Nacional (DNV) e do Judicial Intervention Team (JIT), que capturaram um homem e uma mulher, apontados nas investigações como integrantes do eixo transnacional de movimentação financeira e logística do grupo. O homem é investigado como operador financeiro que movimentou mais de R$ 150 milhões no período investigado, com atuação na região de fronteira e vínculo com repasses destinados à aquisição de armamentos. A mulher, por sua vez, é apontada como operadora logística e financeira, com histórico de deslocamentos ao Suriname em períodos compatíveis com movimentações suspeitas de recursos.

No Rio de Janeiro/RJ, foi preso outro operador financeiro da facção, suspeito de utilizar contas pessoais e empresariais para pulverizar recursos ilícitos e viabilizar pagamentos a fornecedores. Em Tabatinga/AM, foi preso um homem responsável por empresa utilizada no fluxo financeiro da organização na região amazônica, especialmente em pagamentos vinculados à logística transnacional de drogas e armas.

A investigação identificou que a organização criminosa se valia de empresas de fachada, interpostas pessoas, depósitos fracionados, transferências via PIX, contas de passagem e movimentações incompatíveis com a capacidade econômica dos envolvidos para ocultar a origem ilícita dos valores e garantir o pagamento de fornecedores nacionais e estrangeiros.

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No eixo patrimonial, a Justiça Federal autorizou medidas de bloqueio, sequestro e indisponibilidade de bens, direitos e valores até o limite de quase meio bilhão de reais, com o objetivo de atingir a capacidade econômica da organização criminosa, impedir a dissipação patrimonial e interromper o financiamento das atividades ilícitas.

As investigações prosseguem para localização dos demais foragidos, aprofundamento da análise financeira e telemática e identificação de outros integrantes da rede criminosa.

Comunicação Social da Polícia Federal no Rio de Janeiro
[email protected]
(21) 2203-4404

Fonte: Polícia Federal

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