POLÍCIA FEDERAL
PF encerra atividade de segurança privada clandestina em Porto Velho/RO
Porto Velho/RO. A Polícia Federal realizou, no domingo (21/9), uma ação de fiscalização em uma casa noturna localizada em Porto Velho, com o objetivo de combater a atuação irregular de empresas de segurança privada.
A operação foi motivada por denúncia anônima, que indicava a presença de vigilantes atuando sem autorização da Polícia Federal. Durante a fiscalização, os policiais federais constataram que os serviços de segurança estavam sendo prestados por empresa não autorizada, o que configura atividade clandestina.
Como resultado, foi lavrado auto de encerramento da atividade irregular, e os responsáveis foram notificados. A Polícia Federal reforça que a contratação de segurança privada sem autorização representa risco à integridade física dos frequentadores e ao patrimônio do estabelecimento, uma vez que os profissionais não passam por controle de antecedentes criminais, formação técnica, nem avaliação de aptidão física e psicológica.
A ação faz parte dos esforços contínuos da Polícia Federal para garantir que os serviços de segurança privada sejam prestados dentro dos parâmetros legais, protegendo a sociedade e coibindo práticas irregulares.
Comunicação Social da Polícia Federal em Rondônia
Tel. 69 99972-8890/ 69 3216-6208
E-mail: [email protected]
Fonte: Polícia Federal
POLÍCIA FEDERAL
PF deflagra operação contra fraudes em levantamentos de precatórios no DF
Brasília/DF. A Polícia Federal deflagrou, nesta quarta-feira (29/4), a Operação Fides Corrupta, com o objetivo de apurar fraudes em levantamentos de valores vinculados a depósitos judiciais no Distrito Federal.
Na ação, são cumpridos três mandados de busca e apreensão em endereços de investigados, entre eles dois advogados e um empregado da Caixa Econômica Federal. As investigações tiveram início após a comunicação de saque irregular por uma das vítimas.
Até o momento, foram identificados 52 levantamentos de depósitos judiciais com indícios de fraude, todos atribuídos ao mesmo grupo, com prejuízo superior a R$ 1,5 milhão. Também foi determinado o bloqueio judicial de valores vinculados aos investigados, até o limite do prejuízo apurado.
Os investigados poderão responder pelos crimes de estelionato qualificado, falsificação de documentos, inserção de dados falsos em sistema, falsidade ideológica, uso de documento falso e associação criminosa. As investigações prosseguem para identificar outros possíveis envolvidos.
Comunicação Social da Polícia Federal no Distrito Federal
Contato: (61) 2024-7557 / 2024-7666
Fonte: Polícia Federal
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