POLÍCIA FEDERAL

PF deflagra operação que mira aliciadores e financiadores do tráfico de drogas em São Paulo

São Paulo/SP. A Polícia Federal no Aeroporto Internacional de São Paulo, em Guarulhos, deflagrou na manhã desta quinta-feira (18/9) a Operação Rota X9, que tem como objetivo desarticular um grupo criminoso envolvido no tráfico de drogas por meio de ingestão e introdução de cápsulas de cocaína no corpo das chamadas mulas do tráfico. A ação foi deflagrada com base em investigações iniciadas após a prisão de uma dessas mulas em julho deste ano, no mesmo aeroporto.

A Operação Rota X9 cumpre mandados de prisão temporária (MPT) e de busca e apreensão (MBA) na capital paulista. O foco da operação é prender os aliciadores, operacionalizadores e financiadores da prática criminosa, além de identificar outros integrantes do grupo.

A investigação teve início com a prisão de um passageiro que transportava mais de um quilo de cocaína em cápsulas que ele havia engolido. O destino da droga era a França. Essa modalidade de tráfico tem recebido atenção especial da Polícia Federal devido ao alto risco de morte para os transportadores, ao risco para a segurança do transporte aéreo e à sobrecarga nos hospitais públicos, já que as pessoas que ingerem as cápsulas precisam de atendimento médico, para expelir com segurança a droga que está em seu sistema digestivo.

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A PF reforça o alerta sobre essa perigosa prática, que tem se intensificado. Em 2024, a PF registrou um recorde de 174 prisões por esse tipo de crime no Aeroporto de Guarulhos. Em 2025, de janeiro a setembro, o número já atingiu a marca de 170 prisões.

Comunicação Social da Polícia Federal em São Paulo
Delegacia Especial no Aeroporto Internacional de São Paulo/Guarulhos
Tel.: (11) 2445-2212

Fonte: Polícia Federal

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POLÍCIA FEDERAL

Regulamentação do Estatuto da Segurança Privada amplia fiscalização e fortalece atuação da PF

Brasília/DF. A regulamentação do Estatuto da Segurança Privada foi firmada nesta terça-feira (9), por meio de decreto assinado pelo presidente Luiz Inácio Lula da Silva em cerimonia no Palácio do Planalto. O documento estabelece regras e procedimentos relativos à autorização, ao controle e à fiscalização dos serviços de segurança privada e da segurança das instituições financeiras.

Um dos objetivos do governo com a regulamentação é combater o número expressivo de empresas clandestinas que operam sem autorização da Polícia Federal, o que representa um grave risco à população devido ao uso indiscriminado de armas e outros equipamentos controlados.

Para o diretor-geral da Polícia Federal, Andrei Rodrigues, o decreto “organiza o setor, confere previsibilidade, reduz litígios e cria um ambiente mais seguro para as empresas, trabalhadores e, sobretudo, para a sociedade brasileira. Um dos pilares centrais desse novo modelo é o fortalecimento da atuação da Polícia Federal”.

Com a regulamentação, a Polícia Federal passa a exercer, de forma ainda mais robusta, seu papel como órgão autorizador, fiscalizador e certificador das atividades de segurança privada. Caberá à instituição não apenas autorizar o funcionamento das empresas, mas também conduzir vistorias, emitir certificados de segurança e monitorar continuamente a regularidade das operações.

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Coordenação-Geral de Comunicação Social da Polícia Federal
[email protected]

Fonte: Polícia Federal

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