POLÍCIA FEDERAL

PF deflagra operação que investiga fraudes contra o INSS no interior paulista

São José do Rio Preto/SP – A Polícia Federal deflagrou nesta terça-feira, 29/11, a Operação Bloqueio, visando coibir fraudes ocorridas na Agência do INSS de São José do Rio Preto/SP.

Durante as investigações, a PF constatou a participação de um estagiário do INSS que, mediante senha pessoal e pagamento, desbloqueava contas de aposentados para que houvesse a inserção fraudulenta de empréstimos consignados indevidos. O esquema contava, ainda, com a participação de mais três funcionários de uma instituição financeira sediada em São José do Rio Preto/SP.

No âmbito da investigação, no total, já foram cumpridos cinco mandados de busca e apreensão, expedidos pela 2ª Vara da Justiça Federal de São José do Rio Preto/SP.

As investigações contaram com participação da Coordenação-Geral de Inteligência Previdenciária e Trabalhista (CGINT) do Ministério do Trabalho e Previdência (MTP).

Os investigados poderão responder pelos crimes invasão de dispositivo informático, corrupção passiva e ativa e formação de quadrilha, cujas penas variam de 1 a 12 anos.

A operação foi batizada como “Bloqueio”, pois a ação da PF é para conter a ação de desbloqueio das contas de aposentados e pensionistas.

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Comunicação Social da Polícia Federal em São José do Rio Preto/SP.

Telefone: 17-3122-6070

Fonte: Polícia Federal

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PF cumpre 25 mandados e investiga suposto esquema de desvio de R$ 308 milhões envolvendo acordo entre MT e a Oi

Investigação apura suspeitas de peculato, lavagem de dinheiro, organização criminosa e uso de informação privilegiada; ex-governador Mauro Mendes está entre os alvos da operação.

A Polícia Federal deflagrou, na manhã desta quinta-feira (6), a Operação Heritage, com o objetivo de investigar um suposto esquema de desvio de recursos públicos, lavagem de dinheiro e uso indevido de informações privilegiadas relacionado a um acordo firmado entre o Estado de Mato Grosso e a empresa de telefonia Oi.

Ao todo, estão sendo cumpridos 25 mandados de busca e apreensão, autorizados pelo Supremo Tribunal Federal (STF), nos estados de Mato Grosso, São Paulo, Rondônia e Ceará.

Entre os alvos da operação está o ex-governador Mauro Mendes (União Brasil), que teve sua residência alvo de buscas realizadas por agentes da Polícia Federal. Conforme as informações divulgadas, também são investigados um procurador do Estado, secretários e um desembargador do Tribunal de Justiça de Mato Grosso.

Além das buscas, a Justiça determinou o afastamento dos sigilos bancário e fiscal dos investigados, o bloqueio e a indisponibilidade de bens até o limite aproximado de R$ 316 milhões, além da proibição de saída do país, com recolhimento de passaportes, e a vedação de contato entre os investigados.

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Segundo a investigação, o caso teve origem na análise de um acordo celebrado entre o Governo de Mato Grosso e a operadora Oi, envolvendo a restituição de valores decorrentes de uma disputa tributária. A Polícia Federal aponta indícios de que a operação financeira teria sido utilizada para viabilizar o desvio de mais de R$ 308 milhões em recursos públicos.

Ainda conforme a apuração, o esquema teria utilizado uma estrutura financeira composta por fundos de investimento em cascata e empresas interpostas para ocultar a origem, a movimentação e a destinação dos recursos.

Os fatos investigados podem, em tese, configurar os crimes de organização criminosa, peculato, lavagem de dinheiro, crimes contra o Sistema Financeiro Nacional e uso indevido de informação privilegiada, além de outras infrações que eventualmente sejam identificadas durante o andamento das investigações.

A Operação Heritage segue em andamento, e os investigados terão a oportunidade de apresentar suas versões no decorrer da apuração. Até o momento, a Polícia Federal não divulgou detalhes adicionais sobre o conteúdo das buscas nem sobre eventuais denúncias futuras.

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