POLÍCIA FEDERAL
PF deflagra operação contra atos infracionais análogos ao crime de terrorismo
Barreiras/BA – A Polícia Federal deflagrou nesta quarta-feira (26/10) a Operação Apokrypha, que visa à repressão de atos infracionais análogos ao crime de terrorismo, praticados por meio de perfis anônimos nas redes sociais, com o objetivo de causar terror e proferir ameaças direcionadas à comunidade escolar do Município de Barreiras/BA.
A investigação foi iniciada em razão de uma denúncia formulada por um cidadão, na Delegacia de Polícia Federal em Barreiras, noticiando diversas conversas postadas em redes sociais, sobre o planejamento de um atentado que seria realizado em diversas escolas do município de Barreiras, nessa semana, com o objetivo de matar diversas pessoas.
Após as diligências investigativas, a Polícia Federal logrou êxito em identificar o menor, que seria um dos responsáveis pelas postagens com ameaças.
Mediante autorização judicial, a Polícia Federal cumpriu mandado de busca e apreensão na residência do suspeito com o objetivo de impedir a ação delituosa, bem como recolher elementos para o prosseguimento das investigações.
O nome da operação remete à palavra do grego e era o nome usado pelos escritores eclesiásticos para determinar assuntos secretos de origem ignorada, falsa ou espúria.
As investigações seguem em segredo de justiça.
Comunicação Social da Polícia Federal na Bahia
Fonte: Polícia Federal
POLÍCIA FEDERAL
PF prende investigado por tráfico de animais silvestres e exóticos
Rio de Janeiro/RJ. Nesta quarta-feira (15/7), a Polícia Federal deflagrou a Operação Lobo Solitário com o objetivo de reprimir os crimes de tráfico de animais silvestres e exóticos e falsificação de documentos utilizados para conferir aparência de legalidade aos animais comercializados ilegalmente.
Na ação desta data, policiais federais cumpriram um mandado de prisão preventiva no bairro de Botafogo/RJ.
As investigações originam-se de denúncia anônima encaminhada por meio do Comunica PF. As apurações indicam que o investigado anunciava a venda de espécies, entre elas répteis, aves, primatas e felinos, incluindo também animais ameaçados de extinção, como mico-leão-dourado, arara-azul, onça-parda, onça-pintada, pantera-negra e jaguatirica.
Além dos animais, também eram oferecidas aos compradores documentações falsas, incluindo notas fiscais, certificados de origem e anilhas, com o objetivo de conferir aparência de legalidade a espécimes provenientes do tráfico.
O investigado poderá responder pela prática dos crimes de organização criminosa, tráfico de animais silvestres ameaçados de extinção, falsificação de documento público e receptação qualificada, sem prejuízo de eventuais delitos que possam ser identificados no curso das apurações.
Comunicação Social da Polícia Federal no Rio de Janeiro
[email protected]
(21) 2203-4404
Fonte: Polícia Federal
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