POLÍCIA FEDERAL

PF combate abuso sexual infantojuvenil em São Paulo

São José do Rio Preto/SP. A Polícia Federal deflagrou nesta quinta-feira (6/6), a 14ª fase da Operação Cassiel que visa reprimir a prática de crimes envolvendo abuso e exploração sexual infantojuvenil pela Internet.

Policiais federais cumprem nesta manhã um mandado de busca e apreensão na cidade de São José do Rio Preto, com o objetivo de apreender computadores, celulares e mídias de arquivos de informática que possam conter vídeos e ou imagens contendo exploração sexual infantojuvenil que estejam armazenados e ou disponibilizados na rede mundial de computadores.

O mandado de busca foi expedido pela 4ª Vara da Justiça Federal de São José do Rio Preto.

O investigado poderá responder pelo crime de adquirir, possuir ou armazenar fotografias, vídeos ou outras formas de registros que contenham cenas de abuso sexual infantojuvenil envolvendo crianças ou adolescentes. A pena para este tipo de crime é de reclusão, de um a 4 quatro anos, e multa.

A Polícia Federal já cumpriu no âmbito da Operação Cassiel, iniciada em 2022, 18 Mandados de Busca e Apreensão, e já efetuou a prisão de nove pessoas em flagrante nas fases já cumpridas da referida operação.

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A Operação Cassiel é uma operação permanente, dedicada exclusivamente a repressão aos crimes de abusos sexuais relacionados à crianças e adolescentes, através da Internet.

Comunicação Social da Polícia Federal em São José do Rio Preto/SP
E-mail: [email protected]
(17) 3122-6070

Fonte: Polícia Federal

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POLÍCIA FEDERAL

PF reprime lavagem de dinheiro oriunda de desvio de recursos públicos

Rio de Janeiro/RJ. Nesta terça-feira (30/6), a Polícia Federal deflagrou a 2ª fase da Operação Anafóra, para combater lavagem de dinheiro oriunda do desvio de recurso públicos, especialmente aqueles destinados à área da saúde.

Na ação, policiais federais cumprem 14 mandados de busca e apreensão, sendo 10 expedidos pela 6ª Vara Federal Criminal e outros 4 pelo TRF2. 

A apuração dos atos de lavagem foi aprofundada após a deflagração da primeira fase da operação, no ano de 2022. Foi apurado que investigados mantêm bens próprios em nome de terceiros, realizam despesas incompatíveis com a própria condição financeira e participam de negociações vinculadas a imóveis.

Os investigados poderão responder, na medida de suas responsabilidades, pelos crimes de organização criminosa, fraude à licitação e lavagem de dinheiro, sem prejuízo de outros delitos que venham a surgir no decorrer das investigações.

Comunicação Social da Polícia Federal no Rio de Janeiro
[email protected]
(21) 2203-4404

Fonte: Polícia Federal

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