POLÍCIA FEDERAL

PF apura fraude em cota de gênero durante as eleições no Amapá

Oiapoque/AP. Nesta quarta-feira (8/10), a Polícia Federal deflagrou a Operação Aletheia, com o objetivo de cumprir dois mandados de busca e apreensão para investigar possíveis fraudes relacionadas à cota de gênero feminina, por meio da prática dos crimes de falsificação e uso de documentos falsificados, previstos no Código Eleitoral.

As investigações tiveram início a partir de uma requisição da Justiça Eleitoral, que encaminhou documentação indicando irregularidades na comprovação do percentual mínimo de 30% de candidaturas femininas exigido por lei.

Durante a apuração, foi verificado que uma candidata teria sido registrada apenas para preencher formalmente a cota de gênero, apresentando inatividade total de campanha e alegando problemas graves de saúde. Para justificar sua ausência, foram utilizados documentos com indícios de falsificação, o que teria mascarado uma candidatura fictícia, caracterizando fraude à cota de gênero.

As cotas de gênero foram criadas para promover maior representatividade feminina na política, garantindo que partidos e coligações reservem ao menos 30% das candidaturas a mulheres. A fraude ocorre quando partidos registram “candidatas laranjas” — mulheres que não fazem campanha, não recebem recursos e têm votação inexpressiva — apenas para cumprir formalmente a exigência legal, desvirtuando a finalidade da norma e prejudicando a igualdade de gênero no cenário político.

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Caso as suspeitas sejam confirmadas, a legislação eleitoral prevê a cassação de toda a chapa, o que pode resultar na perda do mandato dos candidatos eleitos.

Comunicação Social da Polícia Federal no Amapá

Fonte: Polícia Federal

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POLÍCIA FEDERAL

PF prende três pessoas por uso de documentos falsos no Aeroporto de Foz do Iguaçu/PR

Foz do Iguaçu/PR. A Polícia Federal realizou, em duas ações distintas, a prisão de três pessoas por uso de documentos falsos durante fiscalizações de rotina em Foz do Iguaçu/PR.

Na primeira ocorrência, registrada na última quinta-feira (14/5), um passageiro foi abordado transportando diversos medicamentos introduzidos irregularmente no país. Durante a fiscalização, o homem apresentou um documento digital falso à equipe policial, sendo imediatamente preso em flagrante.

Já nesta sexta-feira (15/5), uma passageira e um acompanhante foram abordados durante procedimento de fiscalização de rotina. Após verificação, os policiais constataram que a mulher utilizava identidade falsa, passando-se por outra pessoa por meio da apresentação de boletim de ocorrência pertencente a terceiros.

Diante dos fatos, os envolvidos foram encaminhados à Delegacia da Polícia Federal em Foz do Iguaçu para os procedimentos cabíveis. A Polícia Federal ressalta que o uso de documento falso é crime previsto no Código Penal Brasileiro, com pena que pode chegar a seis anos de reclusão.


Comunicação Social da Polícia Federal em Foz do Iguaçu/PR
[email protected]
@pffoz

Fonte: Polícia Federal

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