POLÍCIA FEDERAL

PF apreende mais de R$ 14 mil em cédulas falsas no sudeste do Pará

Redenção/PA – A Polícia Federal deflagrou nesta sexta-feira (19/8), na cidade de Tucumã/PA, a Operação Hundred Falsus e apreendeu R$ 14.900 em cédulas de R$ 100, todas falsas. Essa foi a maior apreensão da PF na região de Redenção/PA, sudeste paraense.

O caso teve início a partir de comunicação do Setor de Inteligência dos Correios, que alertou a Polícia Federal acerca de uma correspondência com conteúdo suspeito destinada a cidade de Tucumã/PA, ainda no mês de abril.

Com base nas informações recebidas, policiais federais passaram a acompanhar a retirada do objeto da Agência dos Correios de Tucumã/PA, o que acabou por não acontecer, motivando a Polícia Federal a representar em Juízo pela busca e apreensão do objeto e autorização para a abertura da correspondência. Assim, com autorização judicial, a Polícia Federal confirmou a existência das notas falsas no interior do envelope.

A partir da confirmação de moeda falsa, iniciaram-se diligências objetivando a identificação do destinatário da encomenda e, na manhã de hoje, com nova autorização judicial, foi dado cumprimento a um mandado de busca e apreensão na residência do suspeito.

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Caso confirmada a hipótese criminal de crime de moeda falsa, previsto no art. 289, §1º do Código Penal, o investigado poderá ser condenado a penas que variam entre 3 e 12 anos de reclusão, além de multa.

O nome Hundredum Falsus significa cem falso em latim, em referência à apreensão de 149 cédulas falsas.

Comunicação Social da Polícia Federal em Redenção/PA

Fonte: Polícia Federal

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POLÍCIA FEDERAL

PF institui grupo de combate à manipulação de resultados esportivos e jogos ilegais

Brasília/DF – A Polícia Federal instituiu, na terça-feira (12/5), o Grupo de Investigação para Repressão à Manipulação de Resultados Esportivos, Fraudes em Apostas e Crimes Correlatos (Base Apostas), subordinado à Coordenação-Geral de Repressão à Corrupção, Crimes Financeiros e Lavagem de Dinheiro.

A nova estrutura terá como foco prioritário a prevenção e a repressão à lavagem de dinheiro, a recuperação de ativos e o enfrentamento de organizações criminosas envolvidas em manipulação de competições esportivas, fraudes em apostas de quota fixa, corrupção privada, estelionato e demais delitos correlatos.

Além disso, a Base Apostas atuará de forma integrada com unidades especializadas da PF e contará com recursos investigativos avançados, análise estratégica de dados e cooperação nacional e internacional.

O trabalho terá como diretrizes a identificação e a responsabilização de lideranças criminosas, intermediários financeiros, apostadores estratégicos e agentes esportivos envolvidos em esquemas ilícitos, além da recuperação de ativos e do enfrentamento à lavagem de dinheiro decorrente dessas práticas.

A iniciativa reforça o compromisso da PF com a proteção da integridade esportiva, a repressão qualificada ao crime organizado e o fortalecimento dos mecanismos de combate às fraudes que impactam o mercado regulado de apostas e a confiança pública nas competições esportivas.

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Também merece destaque a possibilidade de cooperação policial internacional e articulação com órgãos reguladores, entidades esportivas e operadores legalmente autorizados. A manipulação de resultados é um fenômeno transnacional, frequentemente associado a organizações criminosas com atuação em diferentes países e forte capacidade financeira. Ações coordenadas e integradas são fundamentais para garantir eficiência no combate a essas práticas.

Previsão

A Base Apostas terá caráter institucional e inicialmente funcionará pelo prazo de um ano, podendo ser prorrogada conforme avaliação da Diretoria de Investigação e Combate ao Crime Organizado e à Corrupção.

A estrutura será composta por policiais especializados em inteligência financeira, análise de dados, recuperação de ativos, monitoramento de plataformas digitais e investigação de organizações criminosas relacionadas ao ecossistema de apostas esportivas.

Coordenação-Geral de Comunicação Social
[email protected]

Fonte: Polícia Federal

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