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FICCO/Ilhéus deflagra operação contra grupo criminoso com atuação em Maraú e região

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Ilhéus/BA. A Força Integrada de Combate ao Crime Organizado em Ilhéus (FICCO/Ilhéus) deflagrou, nesta sexta-feira (19/6), a Operação Três Coqueiros, com o objetivo de desarticular uma organização criminosa com atuação em Maraú e municípios vizinhos do Baixo Sul da Bahia.

A operação integra o conjunto de ações desenvolvidas pelas forças de segurança pública para enfrentamento da criminalidade violenta no município de Maraú e região, especialmente dos delitos relacionados ao tráfico de drogas, homicídios e circulação ilegal de armas de fogo.

A investigação teve origem a partir da análise de elementos probatórios obtidos em apurações anteriores e permitiu identificar uma estrutura criminosa organizada vinculada a facção criminosa com atuação na região. 

As apurações revelaram a participação dos investigados em atividades relacionadas ao tráfico de drogas, homicídios, comércio ilegal de armas de fogo e organização criminosa.

Segundo as investigações, os integrantes do grupo exerciam funções específicas dentro da estrutura da facção, atuando na coordenação do tráfico de entorpecentes, aquisição e distribuição de armamentos, gestão financeira das atividades ilícitas e planejamento de ações violentas voltadas à manutenção do domínio territorial e ao enfrentamento de grupos rivais.

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Ao todo, estão sendo cumpridos 29 mandados judiciais, sendo 13 mandados de busca e apreensão e 16 mandados de prisão temporária, expedidos pela Vara Criminal da Comarca de Itacaré/BA. Dentre as ordens de prisão, cinco são destinadas a investigados que já se encontram custodiados em unidades prisionais.

As medidas estão sendo executadas nos municípios de Maraú e Barra Grande, Igrapiúna, Ilhéus, Ubaitaba e Valença, na Bahia, além do município de Santa Teresa, no Estado do Espírito Santo.

A operação conta com o apoio da Polícia Civil da Bahia, por meio da Delegacia Territorial de Maraú, da Diretoria Regional de Polícia do Interior Sul (DIRPIN Sul) e da 23ª COORPIN/2ª Delegacia Territorial de Eunápolis, bem como da Polícia Militar da Bahia, através da 72ª CIPM/Itacaré, CIPRv/TOR e 33ª CIPM/Valença, e da Polícia Penal/BA.

A FICCO/Ilhéus é composta pela Polícia Federal, Polícia Rodoviária Federal, Polícia Militar, Polícia Civil, Polícia Penal da Bahia e Secretaria da Segurança Pública da Bahia, atuando de forma integrada no combate ao crime organizado.

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Comunicação Social da PF na Bahia 
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Fonte: Polícia Federal

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PF reprime comercialização de ouro de origem ilícita

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Cuiabá/MT. A Polícia Federal deflagrou, nesta sexta-feira (28/8), a Operação Arcanjo, com o objetivo de desarticular uma organização criminosa investigada pela aquisição e comercialização de ouro de origem ilícita, com atuação em Poconé/MT e São José do Rio Preto/SP. Os policiais cumprem 22 mandados de busca e apreensão e dois mandados de prisão preventiva nos municípios mato-grossenses de Cuiabá, Várzea Grande, Poconé e Pontes e Lacerda, além de Campo Grande/MS e São José do Rio Preto/SP.

As investigações apontam que os suspeitos participavam da cadeia de aquisição, circulação, comercialização e ocultação dos recursos provenientes do minério. Apurou-se ainda que o grupo movimentou mais de R$ 5,2 milhões em recursos relacionados às operações investigadas, tendo sido identificada a negociação de aproximadamente 17,3 kg de ouro. A análise das movimentações financeiras permitiu reconstruir parte relevante da dinâmica criminosa, revelando uma estrutura com fornecedores, operadores financeiros, intermediários, transportadores e compradores do minério.

O esquema tinha início na região de Poconé/MT, onde o ouro era adquirido junto a garimpeiros ilegais. Os pagamentos eram realizados pelo núcleo financeiro da organização, inclusive mediante utilização de contas bancárias de terceiros, mecanismo que dificultava a identificação da origem e da destinação dos recursos.

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Após a aquisição, o ouro seguia para São José do Rio Preto/SP, onde era recebido e mantido em estabelecimento utilizado para sua custódia e posterior comercialização. Na cidade paulista, o minério era intermediado junto aos compradores finais, completando o ciclo.

A investigação também identificou mecanismos destinados à ocultação e dissimulação dos valores. Parte dos recursos era recebida e posteriormente pulverizada mediante transferências eletrônicas e saques de elevados valores em espécie.

Os fatos investigados podem configurar, em tese, os crimes de usurpação de matéria-prima pertencente à União, lavagem de dinheiro e associação criminosa, sem prejuízo de outros delitos que venham a ser identificados no decorrer das diligências. 

Comunicação Social da Polícia Federal em Mato Grosso
Contato: (65) 99218-6164
E-mail: [email protected]

 

Fonte: Polícia Federal

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