POLÍTICA NACIONAL

Confirmado novo embaixador na Nova Zelândia

Pedro Murilo Ortega Terra será o novo embaixador do Brasil na Nova Zelândia. O Plenário do Senado aprovou a indicação, com 40 votos favoráveis e uma abstenção. 

Terra acumulará o cargo de embaixador nas representações em Samoa, Tonga, Kiribati e Tuvalu.

O senador Chico Rodrigues (PSB-RR) foi o relator da indicação (MSF 83/2025). Durante a sabatina na Comissão de Relações Exteriores (CRE), o diplomata disse que vai buscar novos espaços de cooperação bilateral e diminuição de barreiras comerciais.

Diplomação

Terra ingressou na carreira diplomática em 1991. Ao longo de sua carreira no Itamaraty, exerceu funções de conselheiro na Embaixada do Brasil em Nova Delhi, na Índia, cônsul-geral adjunto no Consulado-Geral do Brasil em Nova York, nos Estados Unidos, e cônsul-geral em Cantão, na China, além de postos de direção no Ministério das Relações Exteriores para Rússia, China e países da Ásia Central. 

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Agência Senado (Reprodução autorizada mediante citação da Agência Senado)

Fonte: Agência Senado

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POLÍTICA NACIONAL

Comissão aprova projeto que cria programa de capacitação sobre direitos da mulher

A Comissão de Defesa dos Direitos da Mulher da Câmara dos Deputados aprovou projeto de lei que institui o Programa de Capacitação e Conscientização dos Direitos da Mulher. A ideia é informar, conscientizar e instrumentalizar mulheres de todas as idades sobre direitos assegurados na legislação brasileira.

O texto aprovado é a versão da relatora, deputada Flávia Morais (MDB-GO), para o Projeto de Lei 761/23, do deputado Hercílio Coelho Diniz (MDB-MG). “A iniciativa faz avançar o grau de informação e reflexão das mulheres”, disse ela.

A proposta prevê a oferta de cursos, palestras, seminários e oficinas. O programa deverá ser ofertado em parceria com instituições de ensino, escolas de governo, centros de formação de órgãos públicos e organizações da sociedade civil.

Currículo escolar
A relatora Flávia Morais manteve os dispositivos previstos no original e, na versão aprovada, também incluiu no currículo do Programa Escola em Tempo Integral (Lei 14.640/23) a diversificação de materiais pedagógicos sobre o tema.

Segundo a relatora, a mudança deverá favorecer a disseminação de conteúdos referentes à identificação e ao conhecimento histórico, conceitual e prático das diversas formas de violência contra a mulher praticadas na comunidade.

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“Um programa de capacitação e conscientização dos direitos das mulheres e sua participação política ajudará a promover a igualdade de gênero”, afirmou o autor, deputado Hercílio Coelho Diniz, na justificativa que acompanha a proposta.

Próximos passos
O projeto ainda será analisado, em caráter conclusivo, pelas comissões de Finanças e Tributação; e de Constituição e Justiça e de Cidadania.

Para virar lei, terá de ser aprovado pela Câmara e pelo Senado.

Da Reportagem/RM
Edição – Marcia Becker

Fonte: Câmara dos Deputados

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