NACIONAL

Sudeste lidera cabotagem no Brasil com 155,7 milhões de toneladas e crescimento de 3,18% em 2025

O Sudeste concentra grandes complexos portuários responsáveis pelo transporte de petróleo, derivados, minério, aço e contêineres, cargas essenciais para manter a economia em funcionamento e garantir o abastecimento em diferentes locais do país. Em 2025, a cabotagem movimentou 155,7 milhões de toneladas nos portos do Sudeste, o que representa alta de 3,18% em relação ao mesmo período de 2024, quando foram registradas 150,9 milhões de toneladas. Os dados são da Agência Nacional de Transportes Aquaviários (Antaq), compilados pelo Ministério de Portos e Aeroportos. O volume confirma o papel do Sudeste como principal centro energético e industrial do Brasil.

A movimentação foi liderada por São Paulo, com 21,8 milhões de toneladas, seguido por Rio de Janeiro, com 9,8 milhões de toneladas, e Espírito Santo, com 9,7 milhões de toneladas. Os portos desses estados funcionam como pontos estratégicos de entrada e saída de insumos industriais e combustíveis que abastecem o mercado interno e fortalecem as cadeias produtivas nacionais.

Para o ministro de Portos e Aeroportos, Silvio Costa Filho, o avanço da cabotagem na região demonstra como a navegação marítima contribui para o desenvolvimento econômico. “O crescimento da cabotagem no Sudeste mostra que estamos fortalecendo uma logística mais eficiente e integrada. Quando ampliamos a navegação marítima, reduzimos custos, garantimos mais segurança no abastecimento e criamos melhores condições para o setor produtivo crescer. Isso impulsiona o desenvolvimento regional, fortalece a indústria e gera emprego e renda para a população”, afirmou.

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Ao concentrar grandes volumes no transporte marítimo, a cabotagem também ajuda a equilibrar a matriz de transportes, reduz a dependência das rodovias e amplia a segurança no fluxo de mercadorias estratégicas.

Cabotagem no Sudeste
Cabotagem no Sudeste


Perfil da carga

No Sudeste, o setor de petróleo concentra a maior parte da movimentação. O óleo bruto atingiu 118,4 milhões de toneladas, seguido pelos derivados (14,1 milhões) e pelos contêineres (13,6 milhões). Também se destacaram o ferro e aço (3,4 milhões de toneladas), o minério de ferro (2,5 milhões de toneladas) e a pasta de celulose (1 milhão de toneladas), além de cargas como sal, soda cáustica, gás de petróleo e etanol combustível. Esses produtos são fundamentais para garantir o fornecimento de energia, sustentar a indústria de base e assegurar o abastecimento de bens essenciais para a população.

Política pública e fortalecimento do setor
O desempenho da região acompanha a consolidação do Programa BR do Mar, que reorganizou o setor, trouxe mais clareza nas regras e ampliou a segurança para quem investe e opera na navegação entre portos brasileiros.

Para o secretário nacional de Hidrovias e Navegação, Otto Luiz Burlier, o resultado é consequência de planejamento e estabilidade regulatória. “O avanço da cabotagem no Sudeste é resultado de uma política pública estruturada, que oferece previsibilidade e segurança jurídica ao setor. Com regras claras e planejamento de longo prazo, criamos condições para ampliar rotas, atrair investimentos e fortalecer a integração logística nacional.”

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Com a expansão das rotas e o aumento da movimentação entre portos brasileiros, a cabotagem tem se consolidado como uma alternativa estratégica para fortalecer a integração logística do país. A expectativa do Governo Federal é de que, com a continuidade das políticas públicas e o amadurecimento do setor, a navegação marítima amplie ainda mais sua participação na matriz de transporte, contribuindo para uma logística mais eficiente, sustentável e conectada entre as diferentes regiões do Brasil.

Assessoria Especial de Comunicação Social
Ministério de Portos e Aeroportos

Fonte: Portos e Aeroportos

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NACIONAL

MEC participa de fórum sobre educação municipal

Entre os dias 24 e 27 de maio, o Ministério da Educação (MEC) participa do 11º Fórum Nacional Extraordinário dos Dirigentes Municipais de Educação, promovido pela União Nacional dos Dirigentes Municipais de Educação (Undime), no Centro de Convenções Ulysses Guimarães, em Brasília (DF). Com o tema “Undime 40 anos: trajetória, desafios e perspectivas para a educação municipal”, o evento reunirá mais de 1.500 participantes, entre gestores, técnicos, prefeitos, vereadores, especialistas, convidados e representantes de instituições parceiras de todo o país para discutir os principais desafios e as perspectivas sobre a educação pública municipal brasileira. O ministro de Estado da Educação, Leonardo Barchini, participará da cerimônia de abertura do evento, que ocorrerá às 16h (horário de Brasília), no domingo, 24 de maio. 

O fórum será um espaço estratégico de diálogo, formação e articulação entre os municípios de todos os estados e regiões, promovendo a troca de experiências e a construção coletiva de políticas públicas educacionais. O evento terá a participação de cerca de 700 municípios de 26 estados. 

A programação contará com palestras, mesas de debate e salas temáticas que irão abranger assuntos centrais para as redes municipais de ensino, como educação especial inclusiva, educação infantil, educação integral, análise e uso de dados educacionais, neurociência da leitura, inteligência artificial, Plano Municipal de Educação, gestão e liderança e primeira infância. 

Entre os palestrantes confirmados estão a secretária de Educação Continuada, Alfabetização de Jovens e Adultos, Diversidade e Inclusão do MEC, Zara Figueiredo, que abordará os desafios da implementação da Política Nacional de Educação Especial Inclusiva; o Doutor em Educação Matemática e Tecnológica, Emanuel Souto; a neurocientista Elvira Souza Lima, que falará sobre os processos de aprendizagem da leitura; e o especialista em primeira infância Vital Didonet, que discutirá os dez anos do Marco Legal da Primeira Infância. 

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Também integram a programação nomes como Raquel Franzim, com um debate sobre educação em tempo integral; Thomaz Galvão, que tratará de educação digital e cidadania na era da inteligência artificial; além de especialistas como Lucas Hoogerbrugge, Iolanda Barbosa da Silva, Sônia Dias e Mighian Danae. 

Ao longo dos quatro dias de evento, os participantes poderão visitar espaços de exposição que contam com iniciativas de parceiros institucionais, soluções educacionais, tecnologias e experiências voltadas ao fortalecimento das políticas públicas municipais. 

Salas Temáticas – Um dos destaques da programação do Fórum será a realização das Salas Temáticas, marcadas para a terça-feira, 26 de maio. Organizadas em quatro turnos – das 8h30 a 10h, das 10h30 a 12h, das 14h a 15h30 e das 16h a 17h30 – as atividades proporcionarão aos participantes uma experiência mais aprofundada e interativa acerca de temas estratégicos para a educação pública municipal. 

Ao todo, serão 40 salas temáticas, distribuídas ao longo do dia, com debates conduzidos por especialistas, representantes de instituições parceiras e profissionais com atuação direta nas temáticas abordadas. A proposta é oferecer espaços menores e mais direcionados, favorecendo o diálogo, a troca de experiências, o esclarecimento de dúvidas e o aprofundamento técnico das temáticas escolhidas pelos participantes. 

Entre os assuntos que serão tratados estão a complementação VAAR do Fundeb e educação em tempo integral; referenciais de implementação da educação de jovens e adultos (EJA); Política Nacional Integrada da Primeira Infância; expansão da educação infantil com qualidade e equidade; educação ambiental escolar; Novo Pronacampo e Bacia do Rio Doce; Censo Escolar; inteligência artificial na educação; ECA Digital na educação; educação integral antirracista; avaliação diagnóstica da implementação da Base Nacional Comum Curricular (BNCC); educação empreendedora; boas práticas de implementação da busca ativa escolar;  importância do controle social no financiamento da educação; e transição dos Cacs municipais em 2026. 

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As Salas Temáticas reforçam o caráter formativo e colaborativo do Fórum, ampliando as possibilidades de qualificação dos gestores e equipes técnicas municipais diante dos desafios contemporâneos da educação pública brasileira. 

Diálogo  O 11º Fórum Nacional Extraordinário dos Dirigentes Municipais de Educação será um espaço fundamental para debater acerca da execução das políticas públicas, prestação de contas, planejamento, acompanhamento de programas e estratégias para fortalecer as redes municipais de ensino. 

Em celebração aos 40 anos da Undime, o Fórum contará com a participação do deputado federal Idilvan Alencar, ex-vice-presidente da instituição, que abordará o tema “Undime 40 anos: trajetória, desafios e perspectivas municipais para o Sistema Nacional de Educação (SNE) e o Plano Nacional de Educação (PNE) 2026-2036”. Já a ex-presidente nacional da Undime, Maria Mirtes Cordeiro, falará sobre o tema “Undime 40 anos: da Constituinte ao SNE”, resgatando a trajetória histórica da entidade na defesa do direito à educação pública de qualidade e sua atuação na construção das políticas educacionais brasileiras. Confira a programação completa na página do evento. 

Assessoria de Comunicação Social do MEC, com informações da Undime 

Fonte: Ministério da Educação

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