NACIONAL
Seminário no MME fortalece cooperação regional em energia e minerais estratégicos
O Ministério de Minas e Energia promoveu, nesta terça-feira (25/11), o Seminário de Integração Energética e Mineral do Mercosul, uma tarde de debates que aproximou Brasil, Argentina, Paraguai e Chile em torno de temas estratégicos para o futuro energético da região. As discussões tiveram como foco os desafios comuns: desenvolver combustíveis mais limpos, fortalecer cadeias de minerais essenciais, ampliar o uso do gás natural como vetor de desenvolvimento e avançar na interconexão elétrica entre países.
Ao longo do encontro, representantes dos governos e de entidades técnicas destacaram que o Mercosul tem condições únicas para liderar agendas de descarbonização. As discussões sobre combustíveis sustentáveis mostraram que a região pode acelerar políticas para biocombustíveis e SAF, reduzindo assimetrias regulatórias e ampliando oportunidades para produtores e investidores.
Os debates sobre minerais estratégicos reforçaram a importância da cooperação para transformar o potencial geológico do continente em cadeias industriais mais robustas, especialmente em setores ligados à transição energética, como baterias, mobilidade elétrica e tecnologias renováveis.
A integração gasífera também ganhou destaque. Com recursos relevantes no Pré-Sal e em Vaca Muerta, os países enxergam no gás natural um instrumento de competitividade industrial e segurança de suprimento, desde que apoiado por infraestrutura eficiente, marcos regulatórios previsíveis e preços que incentivem novos fluxos regionais.
O seminário ainda abordou as perspectivas de interconexão elétrica, ressaltando que sistemas mais conectados podem ampliar a segurança energética, reduzir custos e permitir maior participação de fontes renováveis. Houve consenso de que a modernização regulatória e o diálogo entre operadores são pilares centrais para que esses projetos avancem.
Confra o seminário completo aqui.
Assessoria Especial de Comunicação Social – MME
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NACIONAL
MEC acompanha qualificação do Mais Médicos em Campinas
O aprimoramento do atendimento na Atenção Primária foi o eixo central da oficina regional do programa Mais Médicos para o Brasil realizada na terça-feira, 20 de maio, em Campinas (SP). Sob o acompanhamento do Ministério da Educação (MEC), por meio da Secretaria de Educação Superior (Sesu), cerca de cem médicos debateram e construíram estratégias conjuntas para o enfrentamento da sífilis, classificada como uma das principais emergências da saúde pública no país.
O evento materializa a etapa de supervisão acadêmica do programa, uma atribuição conduzida pela Diretoria de Desenvolvimento da Educação em Saúde (DDES), vinculada à Sesu.
Prática e resolutividade – Organizado pela Escola de Saúde Pública de Campinas (ESPC), vinculada à prefeitura da cidade, em parceria com tutores, supervisores e a apoiadora local do MEC, o encontro mobilizou a equipe ligada a uma instituição de supervisão da região.
Para garantir a aplicação do conhecimento no cotidiano das unidades de saúde, a programação mesclou palestras técnicas com a discussão de casos reais de sífilis congênita. Divididos em grupos, os profissionais analisaram ocorrências e elaboraram propostas de melhoria para o fluxo de trabalho das equipes de Saúde da Família do município.
Agenda – A mobilização em torno da qualidade técnica do programa foi tema da mesa de abertura, que contou com a presença do diretor da DDES/Sesu, Aristóteles Cardona; do prefeito de Campinas, Dário Saadi; do secretário municipal de Saúde, Lair Zambon; e de representantes do Ministério da Saúde (MS). Durante a atividade, Cardona avaliou o impacto do modelo formativo.
“A supervisão acadêmica, estruturada de forma prioritária no âmbito do MEC, assegura que o médico não atue de maneira isolada na ponta. Quando reunimos esses profissionais para um debate qualificado e focado em soluções para emergências locais, como o aumento dos casos de sífilis, o resultado é um atendimento muito mais assertivo e humanizado para a população do município. Todos saem ganhando para uma educação e saúde mais forte”, finalizou.
Assessoria de Comunicação Social do MEC, com informações da Sesu
Fonte: Ministério da Educação
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