NACIONAL

Região Sul do Brasil avança como polo estratégico na logística nacional com investimentos do Fundo da Marinha Mercante

A Região Sul também figura entre os destinos dos investimentos estratégicos aprovados pelo Fundo da Marinha Mercante (FMM) em sua última reunião, no início do mês de maio. Com projetos voltados à modernização da infraestrutura portuária e ao aprimoramento da logística hidroviária nacional, as iniciativas se concentram em Santa Catarina (SC) e Rio Grande do Sul (RS) e somam R$2,2 bilhões. Administrado pelo Ministério de Portos e Aeroportos, os aportes do FMM vão impulsionar a logística dos estados, além de movimentar a economia, gerar empregos e o aumento da renda dos brasileiros.

“Na última reunião do Conselho, foram aprovados investimentos recordes de R$ 22 bilhões para todo o país. Na região Sul, temos iniciativas que vão contribuir para o fortalecimento da indústria naval como um todo e, é importante destacar, para a revitalização do setor no Rio Grande do Sul após a tragédia que foram as enchentes no ano passado. Estamos comprometidos com a recuperação plena do estado”, ressaltou o ministro de Portos e Aeroportos, Silvio Costa Filho.

No campo da modernização, um dos destaques da Região Sul é o projeto do terminal portuário operado pela Tecon Rio Grande, no Rio Grande do Sul. A iniciativa contempla a aquisição de equipamentos de última geração para movimentação de carga, a adoção de tecnologias de automação e a requalificação da infraestrutura logística existente. Com investimento previsto para ser executado em até quatro anos, o projeto deve gerar 127 empregos diretos e contará com R$496 milhões.

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“A revitalização do Tecon Rio Grande vai resultar em toda uma reformulação que significa mais eficiência, uma operação portuária muito melhor, também contribuindo com a economia da região”, complementou o secretário Nacional de Hidrovias e Navegação, Dino Antunes.

Santa Catarina soma o maior volume de recursos. São R$ 1,4 bilhões voltados à construção de quatro rebocadores portuários e quatro embarcações OSRV (oil spill response vessel em inglês, que significa navio de resposta a derramamentos de óleo). Essas embarcações são especializadas na contenção e recuperação no caso de vazamentos de óleo.

O objetivo central da modernização é ampliar a eficiência das operações portuárias, eliminar gargalos no escoamento de mercadorias e consolidar o porto como um importante hub logístico da região Sul, contribuindo para a geração de empregos, o fortalecimento das cadeias produtivas locais e o aumento da competitividade do comércio exterior brasileiro.

Investimentos bilionários

O investimento total aprovado pelo Conselho Diretor do Fundo da Marinha Mercante na última reunião, em maio, foi de R$ 22 bilhões, divididos em 26 projetos ligados à construção de embarcações, reparos, docagens, modernização de unidades existentes, ampliação de estaleiros e novas infraestruturas portuárias. Esse foi o maior volume de recursos aprovados pelo FMM em uma única reunião do conselho.

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Fundo da Marinha Mercante

O FMM é um fundo destinado a prover recursos para o desenvolvimento da Marinha Mercante e da indústria de construção e reparação naval brasileiras. Ele é administrado pelo Ministério de Portos e Aeroportos, por meio do Conselho Diretor (CDFMM), e tem como agentes financeiros o Banco Nacional de Desenvolvimento Econômico e Social (BNDES), Banco do Brasil, Banco do Nordeste, Banco da Amazônia e a Caixa Econômica Federal.

Assessoria Especial de Comunicação Social
Ministério de Portos e Aeroportos

Fonte: Portos e Aeroportos

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NACIONAL

MME instala grupo de trabalho para discutir infraestrutura de reatores nucleares avançados no Brasil

O Ministério de Minas e Energia (MME) realizou, nesta terça-feira (22/4), a 1ª reunião ordinária do Grupo de Trabalho nº 19 (GT-19), no âmbito do Comitê de Desenvolvimento do Programa Nuclear Brasileiro (CDPNB). O encontro marcou a instalação do colegiado, responsável por discutir a infraestrutura nacional voltada a reatores nucleares de potência, com foco na recepção de Pequenos e Microrreatores Modulares (SMRs) no país.

A reunião contou com a participação de representantes de órgãos governamentais e instituições do setor nuclear.

Instituído pela Resolução CDPNB nº 43, de 6 de janeiro de 2026, o GT-19 tem como finalidade avaliar aspectos técnicos, regulatórios e institucionais necessários à inserção de novas tecnologias nucleares no Brasil. Durante o encontro, foram apresentadas a contextualização estratégica do CDPNB e do Gabinete de Segurança Institucional (GSI), as motivações para criação do grupo pela Autoridade Nacional de Segurança Nuclear (ANSN) e a proposta de governança e metodologia de trabalho elaborada pelo MME.

A iniciativa reúne diferentes segmentos, incluindo entes públicos, instituições reguladoras, empresas estatais, setor produtivo e academia, com o objetivo de promover uma abordagem integrada sobre os desafios associados à implantação de reatores avançados.

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Entre os temas prioritários estão a definição de locais para instalação, a gestão de rejeitos radioativos, a formação de mão de obra qualificada, os modelos operacionais, o financiamento, a seleção tecnológica e o desenvolvimento da cadeia de suprimentos.

A criação do GT-19 acompanha o movimento internacional de expansão dos SMRs, considerados alternativa relevante para diversificação da matriz energética e ampliação da segurança energética.

A expectativa é que o grupo elabore um documento consolidado com diretrizes e recomendações capazes de subsidiar decisões estratégicas no âmbito do Programa Nuclear Brasileiro.

“O GT-19 representa um passo importante para que o Brasil avance de forma estruturada e segura na avaliação de novas tecnologias nucleares. A proposta é construir, de maneira colaborativa, as bases necessárias para a inserção dos pequenos reatores modulares no país, alinhando inovação, segurança e desenvolvimento energético”, afirmou o subsecretário de Governança do MME, Dênis Soares, que coordena o grupo.

Assessoria Especial de Comunicação Social – MME
Telefone: (61) 2032-5759 | Email: [email protected]


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Fonte: Ministério de Minas e Energia

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