NACIONAL
Pé-de-Meia: veja passo a passo de como funciona o programa
Participar do Pé-de-Meia é simples – tudo acontece de forma automática. Caso o estudante atenda aos critérios para receber a poupança do ensino médio, seus dados serão coletados nos bancos de dados da escola e do governo federal e depois percorrerão um caminho seguro, todo mês, para garantir que os incentivos de quem se matricula, frequenta as aulas e passa de ano estejam na conta na data certa.
Porém, nesse fluxo, alguns dados podem ser informados de forma errada. Além disso, o estudante pode deixar de cumprir os critérios necessários, o que vai causar o bloqueio das parcelas. Para ajudar os beneficiários a entenderem como seus dados são coletados e transmitidos, quais problemas podem ocorrer no processo e como resolvê-los, o Ministério da Educação (MEC) elaborou uma ilustração interativa com o passo a passo de como funciona o programa. Confira abaixo!
Entenda como funciona o Pé-de-Meia
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Passo 1: o estudante se matricula no ensino médio de uma escola pública e frequenta as aulas, enquanto sua família garante que o Cadastro Único para Programas Sociais (CadÚnico) esteja atualizado.
Atenção: é preciso que o número do CPF e demais dados usados para fazer a matrícula do aluno na escola sejam iguais aos informados pelos responsáveis na hora de cadastrá-lo como parte da família no CadÚnico. Além disso, a matrícula tem que ter sido feita em até dois meses após o início do programa em cada ano letivo, que nesse ano foi 7 de fevereiro.
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Passo 2: a escola envia os dados do estudante e informações de matrícula, no início do ano, e depois de frequência, todo mês, para a rede de ensino da qual faz parte.
Nesse ponto, o que pode dar errado? É possível que a escola informe dados incorretos ou diferentes dos que estão no CadÚnico ou no Cadastro de Pessoas Físicas, o CPF. Acessando o aplicativo Jornada do Estudante, o beneficiário visualiza se isso aconteceu. Para acessar esses dados, é preciso que o beneficiário faça o cadastro no aplicativo usando seu próprio CPF. Se houve algum erro para resolver, é preciso que o aluno leve seus documentos e peça a atualização dos dados na sua escola ou, se o erro estiver no CadÚnico, no Centro de Referência de Assistência Social (CRAS) mais próximo. Pode ser preciso também regularizar o CPF no site da Receita Federal.
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Passo 3: a rede de ensino envia os dados dos estudantes, suas informações de matrícula e frequência, para o MEC.
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Passo 4: o MEC coleta os dados que a família declarou no CadÚnico e, cruzando com os dados vindos da rede de ensino, checa se o estudante pode fazer parte do programa ou receber a próxima parcela. O jovem pode conferir, a qualquer momento, se está dentro dos critérios do programa no app Jornada do Estudante.
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Passo 5: se estiver dentro de todos os critérios e frequentando as aulas, o MEC envia os dados do estudante para a Caixa.
Atenção: caso a frequência escolar do beneficiário esteja abaixo de 80%, o pagamento das parcelas pode ser bloqueado. Mas para voltar a receber, é fácil: é só frequentar as aulas e acumular a presença mínima, que o incentivo será pago normalmente. Agora, se o estudante acredita que ocorreu algum erro no envio da sua frequência, é preciso procurar a escola para resolver.
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Passo 6: com a autorização do MEC, a Caixa Econômica Federal abre uma conta automaticamente no nome do estudante quando ele entra no programa e depois, mensalmente, faz o pagamento das parcelas nessa mesma conta.
Nesse ponto, o que pode dar errado? Pode haver alguma pendência bancária que impeça os pagamentos. Para resolver, o beneficiário deve buscar os canais de atendimento da Caixa ou, preferencialmente, ir a uma agência.
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Passo 7: o estudante recebe seu incentivo e usa o Pé-de-Meia para ajudar em casa e investir no seu futuro!
Atenção: se o adolescente for menor de idade, é preciso que sua mãe ou seu pai autorizem a movimentação da conta no app Caixa Tem. Outros responsáveis legais precisam ir a uma agência da Caixa para realizar esse processo.
Todos esses dados e informações são enviados ou atualizados mensalmente pelas escolas e redes de ensino. Por isso, se o estudante pediu alguma alteração nos seus cadastros, a atualização vai acontecer dentro de um mês. É preciso aguardar a próxima janela de pagamentos do Pé-de-Meia para conferir se está tudo certo com o pagamento do incentivo – e, mais uma vez, isso pode ser checado no app Jornada do Estudante.
O MEC mapeou as perguntas mais frequentes dos participantes do Pé-de-Meia e seus responsáveis e disponibilizou respostas para cada uma delas aqui. É possível também entrar em contato com o ministério pelo telefone 0800 616161, ou pelo portal de atendimento, clicando na opção 7.
Assessoria de Comunicação Social do MEC
Fonte: Ministério da Educação
NACIONAL
Grupo discute saúde e condições de trabalho docente
O Ministério da Educação (MEC) instituiu o grupo de trabalho (GT) sobre as condições de trabalho e saúde ocupacional do magistério na primeira infância. O objetivo é elaborar recomendações para o aprimoramento de políticas públicas relacionadas às condições de saúde desses profissionais. O colegiado foi instituído por meio da Portaria nº 725, de 13 de agosto de 2026, publicada no Diário Oficial da União nesta sexta-feira (14).
Com base em estudos, o GT reunirá e sistematizará evidências científicas para produzir recomendações que contribuam para o aprimoramento de políticas públicas relacionadas à saúde ocupacional, à ergonomia e às condições de trabalho dos profissionais que atuam na primeira infância.
O grupo será liderado pela Coordenação-Geral de Articulação Federativa da Subsecretaria da Política Nacional Integrada da Primeira Infância (SNPPI) e será composto por representantes do MEC; do Conselho Nacional de Educação (CNE); da União Nacional dos Conselhos Municipais de Educação (UNCME); da União Nacional dos Dirigentes Municipais de Educação (Undime); do Conselho Nacional de Secretários de Educação das Capitais; do Instituto Rui Barbosa; da Associação Nacional dos Membros dos Tribunais de Contas; do Gabinete de Articulação para a Efetividade da Política da Educação; da Associação Nacional de Pós-Graduação e Pesquisa em Educação; da Associação Nacional de Política e Administração da Educação; da Associação Nacional pela Formação dos Profissionais de Educação; da Rede Nacional Primeira Infância; da Confederação Nacional dos Trabalhadores em Educação; do Sindicato dos Trabalhadores nas Unidades de Educação Infantil da Rede Direta e Autárquica do Município de São Paulo; e do Fórum Nacional de Educação.
O prazo de duração do GT será de 120 dias, prorrogável uma única vez por até 30 dias. Ao final das atividades, o documento com as recomendações será apresentado ao subsecretário da Política Nacional Integrada da Primeira Infância do MEC.
Assessoria de Comunicação Social do MEC, com informações da Secretaria-Executiva
Fonte: Ministério da Educação
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