NACIONAL
Ministério do Turismo detalha ações de apoio ao setor a mais de 600 gestores durante a Marcha dos Municípios
Gestores públicos de todo o país que participaram nesta semana da XXVII Marcha a Brasília em Defesa dos Municípios tiveram a oportunidade de conhecer as várias formas de apoio do Ministério do Turismo ao desenvolvimento turístico de suas cidades.
No estande da pasta no evento, realizado no Centro Internacional de Convenções do Brasil (CICB), técnicos promoveram 248 atendimentos diretos sobre repasses de verbas, o suporte financeiro a obras de infraestrutura turística e programas disponibilizados pelo órgão, entre outras ações.
O ministro do Turismo, Gustavo Feliciano, que acompanhou a abertura da Marcha na última terça-feira (19), apontou benefícios do diálogo direto com os representantes dos municípios.
“Nós trabalhamos para que cada gestor público saiba exatamente como acessar nossos programas e recursos. Com isso, nós agimos para, cada vez mais, converter o potencial turístico de suas cidades em desenvolvimento econômico sustentável, trabalho e renda para a população local”, afirmou o ministro.
Técnicos do órgão também receberam 367 gestores na sede da pasta em Brasília, quando prestaram orientações quanto ao cadastro de propostas no Transferegov (sistema federal para transferência e gestão de recursos da União) e à participação de municípios no Mapa do Turismo Brasileiro, entre outras.
“O turismo acontece nos municípios, e o Ministério do Turismo está à disposição aqui em Brasília para, não apenas durante a Marcha dos Prefeitos, mas durante todo o ano, dar o suporte necessário ao fortalecimento do setor nas diferentes regiões do nosso país”, acrescentou Gustavo Feliciano.
Marcha dos Prefeitos
A XXVII Marcha a Brasília em Defesa dos Municípios foi realizada de 18 a 21 de maio, reunindo gestores públicos e representantes dos diversos órgãos do Governo do Brasil. A presença federal no evento reforça o compromisso com o fortalecimento do Pacto Federativo e a ampliação do diálogo com entes locais.
Maior evento municipalista da América Latina, o encontro é organizado pela Confederação Nacional de Municípios (CNM), com o objetivo de discutir políticas públicas, a gestão e o desenvolvimento de cidades de todo o território nacional.
Por André Martins
Assessoria de Comunicação do Ministério do Turismo
Fonte: Ministério do Turismo
NACIONAL
Viaje por São Miguel das Missões (RS), um encontro com a história do Brasil
Entre igrejas de pedra, esculturas sacras e vestígios de construções que atravessaram séculos, São Miguel das Missões (RS) preserva um dos mais importantes sítios arqueológicos do Brasil. Reconhecido pela Unesco como Patrimônio Mundial desde 1983, o local guarda as ruínas do antigo povoado de São Miguel Arcanjo, criado por missionários jesuítas e indígenas guaranis durante o período colonial.
Instalado entre os séculos 17 e 18, no território que hoje corresponde ao Brasil e à Argentina, o sítio integra um conjunto de antigas missões. Essas comunidades foram criadas pelos jesuítas para catequizar os povos guaranis, mas também funcionavam como centros de moradia, agricultura, educação, música, arte e produção artesanal.
Com o fim das missões, parte das construções foi abandonada e as ruínas preservadas hoje ajudam a contar essa história.
Reconhecimento
A Unesco reconheceu São Miguel das Missões por preservar o mais importante conjunto preservado das Missões Jesuítico-Guaranis no Brasil. As ruínas da Igreja de São Miguel Arcanjo, da praça central e de outras estruturas do antigo povoado ajudam a compreender como viviam indígenas guaranis e missionários jesuítas entre os séculos 17 e 18.
O sítio brasileiro integra um Patrimônio Mundial compartilhado com quatro antigas missões na Argentina, formando um dos mais importantes conjuntos históricos da América do Sul.
O que fazer
Entre os principais atrativos estão:
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Sítio Arqueológico de São Miguel Arcanjo: principal atração da cidade, reúne as ruínas da antiga igreja, da torre e de construções que faziam parte do povoado missioneiro.
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Museu das Missões: apresenta imagens sacras, esculturas e objetos produzidos nas antigas missões, além de ajudar o visitante a entender a organização desses povoados.
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Espetáculo Som e Luz: realizado à noite, usa iluminação e narração para contar a história das Missões Jesuítico-Guaranis.
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Praça das Missões: em frente às ruínas, oferece uma das principais vistas do conjunto histórico.
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Artesanato missioneiro: produzido por artesãos da região, reúne peças inspiradas na cultura guarani e na história das missões.
Quem estiver de carro pode aproveitar a viagem para conhecer outros destinos da Rota das Missões, como Santo Ângelo, São João Batista e o Santuário do Caaró, que ajudam a compreender a história da presença jesuítica no Sul do Brasil.
Quando visitar
São Miguel das Missões pode ser visitada durante todo o ano. Entre outubro e maio, as temperaturas são mais altas e favorecem os passeios ao ar livre.
Entre os principais eventos estão:
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Espetáculo Som e Luz: realizado regularmente junto às ruínas.
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Réveillon nas Missões: com apresentações culturais.
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Semana Nacional dos Museus: com programação especial no Museu das Missões.
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Semana Farroupilha: celebrada em setembro, com atividades culturais em toda a região.
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Celebrações religiosas e eventos ligados à cultura missioneira: ao longo de todo o ano.
Como chegar
São Miguel das Missões está localizada na Região das Missões, no noroeste do Rio Grande do Sul. O acesso mais rápido é pelo Aeroporto Regional Sepé Tiaraju, em Santo Ângelo, a cerca de 50 quilômetros do município. A partir dali o trajeto pode ser feito de carro, ônibus ou traslado.
Também é possível chegar pelo Aeroporto Internacional Salgado Filho, em Porto Alegre. Nesse caso, a viagem até São Miguel das Missões é feita por rodovia, em um percurso de aproximadamente 480 quilômetros.
Para quem viaja de carro, o principal acesso é pela BR-285, que liga a cidade a municípios da Região das Missões e a outras rodovias do estado.
Patrimônio Mundial
A Lista do Patrimônio Mundial reúne locais reconhecidos pela Unesco por sua importância cultural, natural ou histórica para a humanidade. Os bens inscritos são considerados de valor universal excepcional e passam a integrar uma relação internacional de patrimônios, cuja preservação é de interesse mundial.
O Brasil possui atualmente 26 bens inscritos na lista, distribuídos entre as categorias Cultural, Natural e Mista.
Por Natália Moraes
Assessoria de Comunicação do Ministério do Turismo
Fonte: Ministério do Turismo
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