NACIONAL

Ministério da Previdência Social fará parte do Comitê Gestor do Programa Na Ponta do Lápis

Foi publicada nesta quarta-feira (9), pelo Ministério da Educação, a Portaria MEC nº 502, de 7 de julho de 2025, que institui o Programa Na Ponta do Lápis, com o objetivo de promover ações que promovam a educação financeira, fiscal, previdenciária e securitária na educação básica.

O Ministério da Previdência Social, juntamente com outras representações do Governo Federal, além da União Nacional dos Dirigentes Municipais de Educação e do Conselho Nacional dos Secretários de Educação, fará parte do Comitê Estratégico do Programa, que terá papel fundamental na coordenação e monitoramento das ações.

Para o ministro da Previdência Social, Wolney Queiroz, “capacitar os professores para levarem a educação previdenciária a todas as escolas do Brasil é um passo decisivo para formar novas gerações mais conscientes e plantar sementes de responsabilidade, planejamento e autonomia que permitam aos estudantes alcançarem proteção social e bem-estar ao longo de toda a trajetória de vida, até a futura aposentadoria”.

O Ministério da Previdência Social é membro do Fórum Brasileiro de Educação Financeira e participa ativamente das ações relacionadas à Estratégia Nacional de Educação Financeira, entre elas a Semana ENEF, na qual lançou este ano o Programa Poupadores do Futuro.

Leia Também:  MME abre consulta pública para solucionar dívidas do risco hidrológico

Sobre o Programa Na Ponta do Lápis

Voltado aos alunos da educação básica, o programa tem a finalidade de apoiar e fortalecer a implementação dos temas transversais contemporâneos da Base Nacional Comum Curricular e será implementado pelo Ministério da Educação, em articulação com os Estados, o Distrito Federal e os Municípios, observada a autonomia e adesão voluntária.

As estratégias de implementação do Programa serão organizadas em cinco eixos: governança interfederativa e articulação nos territórios; orientação curricular; formação de profissionais de educação; boas práticas; e monitoramento e avaliação.

Entre os princípios do programa está a promoção da equidade educacional, considerando aspectos regionais, territoriais, socioeconômicos, étnico-raciais e de gênero, e a valorização dos profissionais da educação e o reconhecimento de sua atuação na estruturação das práticas pedagógicas e dos processos de ensino-aprendizagem comprometidos com a educação financeira, fiscal, previdenciária e securitária.

ADESÃO – A adesão dos estados, do Distrito Federal e dos municípios ao programa será voluntária e implica a responsabilidade de elaborar um plano de trabalho com foco na implantação, fortalecimento e consolidação de ações dedicadas ao tema, bem como mobilizar e engajar os profissionais de sua rede de ensino para a participação nas ações de formação e de compartilhamento, sistematização e disseminação de boas práticas na área da educação financeira, fiscal, previdenciária e securitária.

Leia Também:  Publicada cartilha sobre enfrentamento ao trabalho infantil

Acesse a íntegra da portaria: DOU – Portaria MEC nº 502/2025

Fonte: Ministério da Previdência Social

Propaganda

NACIONAL

PDDE Equidade: prazo de adesão é ampliado até 10 de junho

O Ministério da Educação (MEC) prorrogou até 10 de junho o prazo de adesão ao Programa Dinheiro Direto na Escola Equidade (PDDE Equidade). O anúncio foi feito nesta terça-feira, 2 de junho, durante webinário promovido pela Secretaria de Educação Continuada, Alfabetização de Jovens e Adultos, Diversidade e Inclusão (Secadi), com transmissão pelo canal do MEC no YouTube

Durante o evento, que reuniu gestores e representantes de redes de ensino de diversas regiões do Brasil, a equipe técnica do MEC respondeu dúvidas acerca do processo de adesão ao programa. A transmissão faz parte de uma série de webinários realizada com o objetivo de auxiliar estados, municípios e o Distrito Federal no preenchimento das informações e na utilização do sistema. 

“A gente sabe que o processo de adesão pode ser cheio de dúvidas, é um sistema novo para muita gente. Então, temos feito o possível para responder as dúvidas com maior brevidade”, explicou o coordenador-geral de Equidade Educacional do MEC, Caio Callegari. Após o encerramento do primeiro ciclo de adesões, o MEC realizará um segundo ciclo para novas escolas elegíveis. 

Em 2026, o PDDE Equidade contará com investimento de cerca de R$ 378,2 milhões, que serão distribuídos para aproximadamente 30 mil escolas públicas. A iniciativa destina recursos financeiros suplementares para as escolas públicas de educação básica, a fim de promover a melhoria das condições de oferta, da infraestrutura e da qualidade do ensino em contextos de maior vulnerabilidade social e educacional. 

Leia Também:  Publicada cartilha sobre enfrentamento ao trabalho infantil

O programa é uma iniciativa do MEC em parceria com o Fundo Nacional de Desenvolvimento da Educação (FNDE). Regulamentado pela Resolução nº 8, de 7 de maio de 2026, o PDDE Equidade tem como objetivo fortalecer a equidade educacional nas redes estaduais, municipais e do Distrito Federal. 

Mudanças – Em 2026, o programa manteve sua estrutura geral de funcionamento da descentralização orçamentária, mas adequou rotas, incluindo maior precisão na categorização da natureza da despesa; redução de desafios com a prestação de contas; aperfeiçoamento de critérios de elegibilidade e priorização de cada subprograma e eixo; e fortalecimento e monitoramento da política.  

Um dos ajustes nos critérios de elegibilidade diz respeito à ampliação do acesso institucional – incluindo Unidades Executoras (UEx) consorciadas e, também, a articulação com políticas estruturantes do MEC, como a Política Nacional de Educação Especial Inclusiva (PNEEI), a Política Nacional de Equidade, Educação para as Relações Étnico-Raciais e Educação Escolar Quilombola (Pneerq) e o Novo Pronacampo.  

Em relação aos critérios de priorização, houve ajustes como a consideração do histórico de atendimento pelo programa, a fim de garantir que mais escolas, sobretudo aquelas que nunca receberam o recurso, sejam priorizadas, e a inclusão de indicador de priorização por vulnerabilidade educacional. Muitas dessas mudanças visam fortalecer o potencial redistributivo dos recursos, facilitar o recebimento dos repasses pelas escolas e qualificar a articulação de políticas de educação com equidade do MEC. 

Leia Também:  CPOP: transmissão ensina passo a passo para adesão

Contudo, o programa não mudou seus eixos principais: modelo de adesão; papéis e responsabilidades das escolas, redes e demais órgãos envolvidos; e valores repassados por escolas. 

Em decorrência da boa alocação de recursos no ano passado, com mais de 92% da execução financeira, o PDDE Equidade manteve seu orçamento de R$ 378,2 milhões, que serão distribuídos da seguinte maneira em 2026:  

  • PDDE Água, Campo e Agroecologia: R$ 93,0 milhões;    
  • PDDE Diversidades (considerando os eixos de educação bilíngue de surdos; educação de jovens e adultos; educação escolar indígena; educação escolar quilombola; educação para as relações étnico-raciais): R$ 84,9 milhões;     
  • PDDE Sala de Recursos Multifuncionais: R$ 200,3 milhões. 

Assessoria de Comunicação Social do MEC, com informações da Secadi 

Fonte: Ministério da Educação

Continue lendo

política mt

mato grosso

policial

PICANTES

MAIS LIDAS DA SEMANA