NACIONAL

MídiaCOP promove formação em educação midiática e ambiental

Educadores e mediadores de Belém (PA) participarão, entre os dias 14 e 16 de maio, de uma formação intensiva voltada à produção de conteúdos sobre educação ambiental e midiática. A atividade faz parte do projeto MídiaCOP, uma iniciativa conjunta do Ministério da Educação (MEC), da Secretaria de Comunicação Social da Presidência da República (Secom), do Governo Francês — por meio da Embaixada da França no Brasil e do Centre pour l’éducation aux médias et à l’information (CLÉMI) — e da Universidade Federal de Mato Grosso do Sul (UFMS), que fornece apoio técnico. 

O objetivo da formação é capacitar educadores para que se tornem multiplicadores em seus territórios de origem, desenvolvendo projetos-piloto e materiais pedagógicos voltados à educação ambiental com abordagem midiática. A capacitação será conduzida por especialistas do CLÉMI, referência internacional na área e órgão vinculado ao Ministério da Educação da França. Os conteúdos produzidos serão adaptados à realidade local e replicados nas comunidades escolares da região amazônica. 

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A ação ocorre no contexto de uma cooperação bilateral entre o Brasil e a França, oficializada em 2024, durante a visita do presidente Emmanuel Macron ao país. A iniciativa visa estimular o pensamento crítico, o engajamento dos jovens e a valorização do meio ambiente por meio da integração entre práticas pedagógicas e o uso consciente da informação. 

Como culminância do projeto, os educadores capacitados e seus alunos irão compor a equipe de cobertura jovem da 30ª Conferência das Nações Unidas sobre Mudanças Climáticas (COP30), que será realizada em novembro de 2025, em Belém (PA). O projeto tem apoio pedagógico da Abaré Escola de Jornalismo, de Manaus, que atuará na formação trazendo uma perspectiva local sobre educação ambiental e midiática. 

Serviço 

Formação MídiaCOP Educação Midiática e Ambiental 
Data: 14 a 16 de maio de 2025 
Local: Escola Estadual Cordeiro de Farias 
Endereço: Avenida Almirante Barroso, 3109 Bairro do Souza, Belém (PA) 

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Assessoria de Comunicação Social do MEC, com informações da Secom 

Fonte: Ministério da Educação

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NACIONAL

Terras raras: o que são e para o que servem?

O termo “terras raras” se refere a um grupo de 17 elementos químicos que, em geral, estão distribuídos em diferentes tipos de minerais, e, assim, exigem processos específicos para sua separação e aproveitamento.

Esses elementos são considerados importantes para diversos setores da economia devido às suas propriedades físicas e químicas, que permitem aplicações em tecnologias, equipamentos eletrônicos, geração de energia e indústria. Na prática, as terras raras estão presentes em diversos produtos utilizados no dia a dia, como smartphones, computadores, televisores, equipamentos médicos, veículos elétricos e sistemas de geração de energia. Suas propriedades ajudam a tornar esses equipamentos mais eficientes, leves e duráveis.

Apesar do nome, as terras raras não são necessariamente escassas. Muitos desses elementos são relativamente abundantes na crosta terrestre, mas costumam estar dispersos em baixas concentrações, o que torna sua identificação, extração e processamento mais complexos. A viabilidade econômica de um depósito de terras raras, no entanto, depende de fatores como o teor dos elementos, a mineralogia associada, a complexidade do beneficiamento e as condições de mercado e logística.

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No Brasil, as terras raras ocorrem, em grande parte, em depósitos de argilas iônicas, formados pelo intemperismo de rochas enriquecidas nesses elementos, que dá origem a perfis de solo com camadas argilosas onde os elementos ficam adsorvidos a argilas. Esse tipo de ocorrência pode favorecer a extração dos elementos e, em determinadas condições geológicas e operacionais, resultar em menor necessidade de etapas de beneficiamento, contribuindo para a redução dos impactos ambientais em comparação com outros tipos de depósitos.

info educativo terras raras
Arte/MME

Assessoria Especial de Comunicação Social – MME
Telefone:
(61) 2032-5759 | E-mail: [email protected]

Fonte: Ministério de Minas e Energia

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