NACIONAL

MEC participa de seminário sobre alfabetização no Brasil

O Ministério da Educação (MEC) participou, nesta quarta-feira, 6 de agosto, da abertura do Seminário Nacional pela Alfabetização, realizado em Fortaleza. O evento reuniu lideranças políticas, gestores públicos, pesquisadores e especialistas da educação de todo o país para debater os avanços, desafios e estratégias para a alfabetização no Brasil. 

O ministro da Educação, Camilo Santana, afirmou ter dois projetos principais para a garantia do direito à alfabetização: que todas as crianças brasileiras sejam alfabetizadas na idade certa e que toda criança e todo jovem possam ter a opção de cursar uma escola em tempo integral. 

“Já foram investidos mais de R$ 1,4 bilhão no Compromisso Nacional Criança Alfabetizada, que está baseado cinco eixos: gestão e governança, formação, infraestrutura física e pedagógica, reconhecimento de boas práticas e sistemas de avaliação. Para se ter uma ideia, são mais de R$ 233 milhões em bolsas para mais de 7 mil articuladores/alfabetizadores em todos os 27 territórios do país; quase 800 milhões investidos em formação, alcançando mais de 430 mil profissionais; mais de R$ 253 milhões para material didático complementar de alfabetização; mais de R$ 201 milhões investidos em Cantinhos da Leitura em mais de 51 mil escolas”, informou o ministro. 

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Apresentando dados da alfabetização em 2024, o ministro também mostrou que, dos 5.312 municípios brasileiros, com resultados em 2023 e 2024, 58% aumentaram o percentual de alunos alfabetizados e 53% alcançaram a meta. De acordo com Santana, a meta para 2024 tinha sido definida em 60% de alunos alfabetizados e nacionalmente se alcançou 59,2%. “Nossa meta é até 2030 chegar com 80% de crianças alfabetizadas em todos os municípios do país. Mas queremos chegar a 100%. E os protagonistas desse compromisso são os municípios e estados. O papel do MEC é ser indutor de boas políticas”, completou. 

Participante do painel “Alfabetização e educação infantil no Compromisso Nacional Criança Alfabetizada”, a secretária de Educação Básica, Kátia Schweickardt, afirmou que “o sucesso desse compromisso está baseado inicialmente na relação entre professoras e alunos, porque alfabetização é processo, mas tem muito mais envolvido nesse conjunto de ações que reúne União, estados e municípios. Queremos garantir a alfabetização de todas as crianças ao final do 2º ano do ensino fundamental”. 

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O seminário é promovido pela Associação Bem Comum, em parceria com a Fundação Lemann, Instituto Natura e Centro de Políticas Públicas e Avaliação da Educação (CAEd) e tem como objetivo central promover debates e reflexões sobre temas atuais relacionados à alfabetização de crianças na idade adequada. 

Criança Alfabetizada – O Compromisso Nacional Criança Alfabetizada é realizado em regime de colaboração entre a União e os entes federados. O objetivo é garantir que 100% das crianças brasileiras estejam alfabetizadas ao final do 3º ano do ensino fundamental, conforme previsto na Meta 5 do Plano Nacional de Educação (PNE). O programa busca, ainda, garantir a recomposição das aprendizagens, com foco na alfabetização de 100% das crianças matriculadas entre o 3º e o 5º ano, tendo em vista o impacto da pandemia para esse público.    

 

Assessoria de Comunicação Social do MEC, com informações da Secretaria de Educação Básica (SEB) 

Fonte: Ministério da Educação

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NACIONAL

MEC debate diretrizes e avaliação do PET

O Ministério da Educação (MEC), por meio da Secretaria de Educação Superior (Sesu), iniciou, na segunda-feira, 27 de abril, uma série de debates técnicos voltados ao aprimoramento do Programa de Educação Tutorial (PET). As atividades ocorreram no edifício-sede da pasta, em Brasília, e se estenderão até o dia 29 de abril.  

A mesa de abertura contou com a participação do secretário de Educação Superior, Marcus David; do diretor de Políticas de Acesso à Educação Superior, Adilson Carvalho; e do coordenador-geral de Políticas Estudantis, Artur Araújo. Durante o encontro, foi ressaltada a função do PET como política pública estruturante para a educação superior brasileira e a importância de fortalecer seus mecanismos de acompanhamento.  

“O PET se consolida como uma política indispensável para a educação superior do país. Ao promover a indissociabilidade entre ensino, pesquisa e extensão, o programa contribui ativamente para a formação crítica dos estudantes de graduação”, destacou o secretário Marcus David, em alinhamento aos propósitos centrais do programa.  

Foco no aprimoramento e qualidade – O debate central do encontro gira em torno do fortalecimento institucional do programa, que teve sua Comissão de Avaliação reestruturada pela Portaria nº 21, de 23 de maio de 2024. A comissão atua como instância consultiva e avaliativa vinculada à Sesu, sendo essencial para analisar processos, emitir pareceres e subsidiar a tomada de decisão de forma transparente e equitativa.  

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Durante as reuniões, os membros da comissão discutem temas essenciais para o ciclo avaliativo, como a análise do planejamento e dos relatórios dos Comitês Locais de Acompanhamento e Avaliação (CLAA) e a avaliação do desempenho geral do programa. O colegiado também exerce o papel de propor melhorias, recomendar a manutenção, a ampliação ou a extinção de grupos PET e assessorar o MEC na formulação de políticas, critérios e diretrizes estratégicas.  

Representatividade e grupos de trabalho – A composição da Comissão de Avaliação reflete a pluralidade e a diversidade regional e temática do país, reunindo representantes de diversas áreas do conhecimento, abrangendo ciências agrárias, biológicas, da saúde, exatas e da terra, humanas, sociais aplicadas, engenharias, letras e artes e interdisciplinar. Além disso, o trabalho conta com a participação técnica da Sesu e da Secretaria de Educação Continuada, Alfabetização de Jovens e Adultos, Diversidade e Inclusão (Secadi).  

A dinâmica das atividades programadas para os três dias inclui a divisão em subgrupos de trabalho (GTs) e plenárias do colegiado para o exame técnico de processos e a discussão de demandas pontuadas pela Comissão Executiva Nacional do Programa de Educação Tutorial (Cenapet). O objetivo final das deliberações é ampliar a capacidade de impacto do PET, promovendo uma educação superior alinhada às realidades do Brasil.  

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Assessoria de Comunicação Social do MEC, com informações da Sesu 

Fonte: Ministério da Educação

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