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MEC participa de debate sobre educação bilíngue de surdos

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O Ministério da Educação (MEC) participou de um debate na Comissão Especial sobre o Plano Nacional de Educação (PNE) da Câmara dos Deputados, na tarde desta terça-feira, 10 de junho. Com o tema “Educação especial: educação inclusiva e educação bilíngue de surdos”, o encontro tratou de um aspecto relevante para o cumprimento do Objetivo 9 do plano, para o decênio 2024-2034. O projeto vem sendo debatido e aprimorado na comissão ao longo dos últimos meses. 

A diretora de Políticas de Educação Bilingue de Surdos do MEC, Patrícia Luiza Ferreira Rezende, apontou que o plano traz inovações significativas para a comunidade surda. “A modalidade da educação bilíngue para surdos é um marco recente e reflete o resultado de uma luta histórica de reconhecimento linguístico, identitário e cultural das pessoas surdas. E ela pressupõe o acesso linguístico, a construção da identidade cultural das pessoas surdas numa abordagem pedagógica que considera a qualidade e os objetivos de aprendizagem. Esta Casa deve escutar sempre as pessoas surdas na formulação de políticas públicas e considerar essas posições como válidas”, observou Patrícia. 

Por sua vez, o diretor de Políticas de Educação Especial na Perspectiva Inclusiva do MEC, Alexandre Mapurunga, ressaltou o papel inclusivo da escola comum. “A escola comum não vai fechar as portas para ninguém, ela é o lugar de todas as pessoas, e é um lugar de inclusão. O governo federal e o MEC têm ampliado os investimentos, e a gente vai consignar o compromisso nesse sentido, por meio desse PNE”, completou. 

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A transmissão está disponível no site da Câmara dos Deputados. Entre os objetivos, metas e estratégias do PNE, está a Educação Especial na Perspectiva da Educação Inclusiva e Educação Bilíngue de Surdos. O Objetivo 9 do plano consiste em garantir o acesso, a oferta de atendimento educacional especializado e a aprendizagem dos estudantes da educação especial (PAEE) e dos estudantes da educação bilíngue de surdos (Paebs), em todos os níveis, etapas e modalidades. 

NovoPNEO Plano NacionaldeEducação2024-2034 foi discutido naConferência NacionaldeEducação(Conae)como políticadeEstado para garantia daeducaçãocomo direito humano,com justiça social edesenvolvimento socioambiental sustentável. Além da avaliação da situação educacional, a conferência envolveu a formulaçãodediretrizes, metas e estratégias para a próxima década.  

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O projetodelei do NovoPNEfoi assinado pelo presidente da República, Luiz Inácio Lula da Silva, em junhode2024,e encaminhado ao Congresso Nacional. Também naqueleano, foram realizados encontros,nas cinco regiões do país, para disseminar a proposta do NovoPNEe discutirosplanosdecenaisdeeducação.Além disso, foram consideradas contribuições de entidades representativas dassecretarias estaduais e municipais;conselhos estaduais e municipais de educação;comissões de educação da Câmara e do Senado; secretarias e autarquias do MEC; edoConselho Nacional de Educação(CNE).    

O Projeto de Lei no 2.614/2024, que detalha o novo PNE, estabelece 18 objetivos para desenvolver a educação no país até 2034.   

 

Assessoria de Comunicação Social do MEC, com informações da Secretaria de Educação Continuada, Alfabetização de Jovens e Adultos, Diversidade e Inclusão (Secadi)

Fonte: Ministério da Educação

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MME coloca em consulta pública Taxa de Fiscalização dos Serviços de Energia Elétrica para comercializadores

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O Ministério de Minas e Energia (MME) colocou em consulta pública, nesta segunda-feira (24.08), a Taxa de Fiscalização dos Serviços de Energia Elétrica (TFSEE) que passará a ser paga pelos agentes comercializadores, conforme determina a Lei nº 15.269/2025. O objetivo é receber sugestões da sociedade civil e representantes do setor sobre como deve ser a forma de cálculo dessa taxa, importante para custear as atividades da Agência Nacional de Energia Elétrica (ANEEL). As contribuições podem ser enviadas a partir desta segunda-feira (24/8) e os interessados terão 45 dias para participar pelo Portal de Consultas Públicas do MME.

A proposta em consulta pública considera características e especificidades do mercado de comercialização de energia, preservando os princípios de proporcionalidade, razoabilidade, capacidade contributiva, assegurando recursos para o exercício das competências de fiscalização atribuídas à ANEEL.

Mais sobre a TFSEE 

A Taxa de Fiscalização dos Serviços de Energia Elétrica foi instituída pela Lei nº 9.427/1996 e já era paga por agentes de geração, distribuição e transmissão. Em 2025, a lei nº 15.269 ampliou a abrangência do pagamento dela, incluindo os agentes comercializadores de energia elétrica, como forma de promover maior isonomia entre os agentes do setor sujeitos à fiscalização e à regulação da ANEEL. 

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A taxa possui periodicidade anual e é diferenciada em função da modalidade e proporcional ao porte do serviço concedido, permitido ou autorizado, abrangendo, entre outras atividades, a produção independente e a autoprodução de energia elétrica. 

 Acesse aqui o site de Consultas Públicas do MME. 

Assessoria Especial de Comunicação Social – MME
Telefone: (61) 2032-5759 | (61) 99129-3578 (fins de semana e feriados)
E-mail: [email protected]

Fonte: Ministério de Minas e Energia

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