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MEC inaugura novo campus da Unifei em Pouso Alegre

O Ministério da Educação (MEC) inaugurou, nesta quinta-feira, 12 de março, o novo campus da Universidade Federal de Itajubá (Unifei), em Pouso Alegre, Minas Gerais. Fruto de uma parceria entre a pasta da educação, a universidade e a prefeitura do município, a unidade terá foco em áreas de computação avançada e ofertará os cursos de inteligência artificial, cibersegurança e engenharia de software. A cerimônia contou com a presença do ministro da Educação, Camilo Santana, e do reitor da Unifei, Marcel Parentoni. 

“A universidade é um patrimônio do povo! Esse aqui será, para sempre, um local de aprendizado, público e gratuito, para todos de Pouso Alegre e da região de Minas Gerais”, disse Santana. “O novo campus é um exemplo de como deve ser feita uma parceria que, independentemente de questões ideológicas ou partidárias, pensa em cuidar das pessoas e do futuro.” 

Cecília Pereira, aluna do curso de cibersegurança, comemorou a criação do campus e disse que é muito importante contar com equipamentos tecnológicos durante a formação: “Ter acesso a essas ferramentas é fundamental para garantir que estejamos prontos e preparados na hora de conseguir um emprego. Além disso, ao disponibilizar essas tecnologias em universidades públicas, diversas pessoas que não teriam a oportunidade de ter contato com esses aparatos passam a contar com eles no dia a dia, democratizando o acesso e melhorando o ensino superior brasileiro”. 

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Serão disponibilizadas 40 vagas para cada um dos três novos cursos de graduação, em áreas estratégicas e de alta demanda do mercado de trabalho. O município escolhido para o novo campus, Pouso Alegre, é um centro logístico de distribuição e um polo industrial forte, sendo uma das cidades que mais cresce no sul do estado. 

A prefeitura do município garantiu a infraestrutura física e os equipamentos necessários para o funcionamento do campus, enquanto o Governo do Brasil está investindo em recursos humanos. 

Unifei – A universidade foi criada em 24 de abril de 2002, mediante transformação da Escola Federal de Engenharia de Itajubá, fundada em 1913. No início, a instituição foi estabelecida com o objetivo de formar engenheiros mecânicos e eletricistas. Com o passar dos anos, a Unifei foi se modernizando e se adequando, na tentativa de oferecer atendimento mais amplo e diversificado à demanda regional de profissionais da área tecnológica. 

Atualmente, possui três campi: sede Itajubá; Itabira; e o recém-criado Pouso Alegre. Aproximadamente 6,5 mil estudantes estão matriculados nos 36 cursos de graduação, enquanto mais de mil alunos participam dos 18 programas de pós-graduação. 

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Novo PAC – Por meio do Novo PAC, o MEC está investindo cerca de R$ 5,5 bilhões na expansão e consolidação das universidades federais e dos hospitais universitários. O aporte é utilizado para começar, retomar e finalizar obras da educação superior, com o objetivo de construir novos campi e de fortalecer as estruturas das unidades de saúde, que são focadas na assistência e no ensino. Na Unifei, o programa está investindo R$ 6,5 milhões para obras nos laboratórios do Campus José Rodrigues Seabra, em Itajubá.  

Assessoria de Comunicação Social do MEC, com informações da Secretaria de Educação Superior (Sesu) e da Unifei 

Fonte: Ministério da Educação

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InovaSUS Digital seleciona 75 instituições públicas de ensino

O Laboratório InovaSUS Digital selecionou, em resultado preliminar, 75 instituições públicas de ensino para integrar a iniciativa, que busca fortalecer a transformação digital no Sistema Único de Saúde (SUS). A seleção dEdital nº 1/2026, conduzido pelo Ministério da Saúde (MS) em parceria com o Ministério da Educação (MEC), está conectada às estratégias dos programas SUS Digital e do Agora Tem Especialistas, voltadas à ampliação do acesso da população a serviços especializados e à modernização dos sistemas de informação do SUS. O resultado preliminar do edital está disponível no site do MS. 

Ao todo, o edital recebeu 657 propostas de diferentes organizações interessadas em contribuir com soluções tecnológicas inovadoras para a saúde pública. Desse total, 383 proponentes foram habilitados, incluindo 16 institutos federais e 59 instituições públicas de ensino superior, além de instituições privadas de ensino, empresas, startups e outros perfis institucionais. 

A participação das instituições públicas de ensino reforça a contribuição das universidades federais e da Rede Federal de Educação Profissional, Científica e Tecnológica no desenvolvimento de pesquisas, tecnologias e soluções inovadoras que podem ser incorporadas às políticas públicas. As propostas selecionadas passarão a integrar o ambiente colaborativo do Laboratório InovaSUS Digital, criado para estimular a cooperação entre governo, instituições de ensino, centros de pesquisa e setor produtivo no desenvolvimento de tecnologias aplicadas à saúde. 

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De acordo com o ministro de Estado da Educação, Leonardo Barchini, a participação das instituições públicas de ensino contribui com material de excelência no aprimoramento da transformação digital do SUS. “Com a expertise de nossas instituições públicas de educação superior e da Rede Federal de Educação Profissional, poderemos colaborar com a transformação digital do SUS para melhorar a eficiência e a qualidade do atendimento aos cidadãos. No MEC, nosso objetivo ao apoiar a ação do Ministério da Saúde é contribuir com iniciativas que impactem diretamente a vida dos brasileiros.”   

Com a publicação do resultado preliminar, o Ministério da Saúde inicia a próxima fase do processo, que prevê o aprofundamento das propostas habilitadas. O objetivo é transformar as iniciativas apresentadas em soluções capazes de gerar impacto concreto na organização e na oferta de serviços do SUS. As soluções selecionadas poderão, futuramente, subsidiar parcerias estratégicas e processos de compras públicas de inovação, conforme avaliação técnica, jurídica e de conveniência do governo federal.  

Seleção Para participar do edital, as propostas deveriam estar alinhadas a eixos estratégicos como interoperabilidade e padrões de dados; telessaúde e serviços digitais ao paciente; dispositivos médicos e internet das coisas; gestão da informação em saúde; medicina de precisão; e aplicação de inteligência artificial. 

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Entre os critérios considerados na avaliação estavam relevância institucional, urgência do problema apresentado, potencial de escalabilidade, viabilidade técnica e grau de inovação. Para serem habilitadas, as propostas precisaram alcançar pontuação mínima de 60 pontos. 

As instituições participantes também deveriam demonstrar capacidade técnica e experiência em saúde digital, além de atender a requisitos jurídicos e fiscais e apresentar compromisso com princípios éticos, governança, segurança da informação e proteção de dados pessoais, em conformidade com a Lei Geral de Proteção de Dados (LGPD). 

Assessoria de Comunicação Social do MEC, com informações do MS 

Fonte: Ministério da Educação

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