NACIONAL
MEC e Andifes lançam pesquisa de perfil de estudantes
O Ministério da Educação (MEC), em parceria com o Instituto Nacional de Estudos e Pesquisas Educacionais Anísio Teixeira (Inep) e a Associação Nacional dos Dirigentes das Instituições Federais de Ensino Superior (Andifes), lançou a 6ª edição da pesquisa Perfil Socioeconômico e Cultural dos Estudantes de Graduação das Universidades Federais, principal levantamento nacional sobre as condições de vida dos estudantes das instituições federais de educação superior.
A pesquisa se consolidou como referência para a formulação de políticas públicas voltadas à educação superior. Ao longo dos anos, o estudo tem permitido acompanhar transformações no perfil dos estudantes, especialmente após a ampliação do acesso promovida por políticas como a expansão das universidades federais e a adoção de ações afirmativas.
Nesta edição, o levantamento reunirá dados atualizados sobre renda, moradia, alimentação, trabalho, acesso a tecnologias, saúde e trajetórias educacionais, oferecendo um retrato dos desafios enfrentados pelos estudantes para ingressar, permanecer e concluir a graduação.
A pesquisa é um instrumento central de planejamento e avaliação. Os resultados ajudam a aprimorar iniciativas como o Programa Nacional de Assistência Estudantil (Pnaes), além de orientar ações voltadas à equidade, inclusão e redução das desigualdades na educação superior federal.
O secretário de Educação Superior do MEC, Marcus David, destacou a relevância estratégica do levantamento para a consolidação de políticas mais eficazes. “A pesquisa nos permite conhecer em profundidade quem são os estudantes das universidades federais e quais são suas principais necessidades. Com base nesses dados, o MEC pode formular e aperfeiçoar políticas que garantam o acesso e as condições de permanência e conclusão”, afirmou.
Segundo ele, a iniciativa também reforça o compromisso do Governo do Brasil com a democratização da educação superior. “Ao longo dos últimos anos, ampliamos o acesso às universidades federais. Agora, o desafio permanente é assegurar que esses estudantes consigam permanecer e concluir seus cursos com qualidade”, acrescentou.
A parceria com a Andifes destaca, ainda, a articulação da pasta com as universidades federais e assegura a capilaridade da pesquisa em todo o território nacional. A coleta de dados é realizada diretamente com os estudantes de graduação, garantindo representatividade regional e diversidade de perfis.
Os resultados da pesquisa também permitirão identificar tendências e mudanças no perfil discente ao longo do tempo, contribuindo para o aperfeiçoamento contínuo das políticas educacionais. Entre os aspectos analisados estão as condições socioeconômicas, o impacto de programas de assistência estudantil e as desigualdades que ainda persistem no acesso e na permanência na educação superior.
Assessoria de Comunicação Social do MEC, com informações da Secretaria de Educação Superior (Sesu)
Fonte: Ministério da Educação
NACIONAL
Grupo discute saúde e condições de trabalho docente
O Ministério da Educação (MEC) instituiu o grupo de trabalho (GT) sobre as condições de trabalho e saúde ocupacional do magistério na primeira infância. O objetivo é elaborar recomendações para o aprimoramento de políticas públicas relacionadas às condições de saúde desses profissionais. O colegiado foi instituído por meio da Portaria nº 725, de 13 de agosto de 2026, publicada no Diário Oficial da União nesta sexta-feira (14).
Com base em estudos, o GT reunirá e sistematizará evidências científicas para produzir recomendações que contribuam para o aprimoramento de políticas públicas relacionadas à saúde ocupacional, à ergonomia e às condições de trabalho dos profissionais que atuam na primeira infância.
O grupo será liderado pela Coordenação-Geral de Articulação Federativa da Subsecretaria da Política Nacional Integrada da Primeira Infância (SNPPI) e será composto por representantes do MEC; do Conselho Nacional de Educação (CNE); da União Nacional dos Conselhos Municipais de Educação (UNCME); da União Nacional dos Dirigentes Municipais de Educação (Undime); do Conselho Nacional de Secretários de Educação das Capitais; do Instituto Rui Barbosa; da Associação Nacional dos Membros dos Tribunais de Contas; do Gabinete de Articulação para a Efetividade da Política da Educação; da Associação Nacional de Pós-Graduação e Pesquisa em Educação; da Associação Nacional de Política e Administração da Educação; da Associação Nacional pela Formação dos Profissionais de Educação; da Rede Nacional Primeira Infância; da Confederação Nacional dos Trabalhadores em Educação; do Sindicato dos Trabalhadores nas Unidades de Educação Infantil da Rede Direta e Autárquica do Município de São Paulo; e do Fórum Nacional de Educação.
O prazo de duração do GT será de 120 dias, prorrogável uma única vez por até 30 dias. Ao final das atividades, o documento com as recomendações será apresentado ao subsecretário da Política Nacional Integrada da Primeira Infância do MEC.
Assessoria de Comunicação Social do MEC, com informações da Secretaria-Executiva
Fonte: Ministério da Educação
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