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MEC discute uso de dados na gestão pedagógica

Para apresentar como funciona a organização de processos de gestão pedagógica orientados por dados educacionais no âmbito do Compromisso Nacional Criança Alfabetizada (CNCA), o Ministério da Educação (MEC) realizou, nesta terça-feira, 7 de abril, o Webinário Gestão Pedagógica Orientada por Dados. O evento foi transmitido pelo canal do MEC no YouTube e contou com professores alfabetizadores, coordenadores pedagógicos, gestores escolares, equipes técnicas das secretarias de educação municipais e estaduais, especialistas em educação e articuladores da Rede Nacional de Articulação de Gestão, Formação e Mobilização (Renalfa). 

O webinário destacou a importância da análise de indicadores para a tomada de decisão e o planejamento estratégico das redes de ensino. O intuito foi apoiar dirigentes e equipes técnicas na consolidação de uma cultura de gestão baseada em evidências, para fortalecer a governança educacional e garantir o direito à alfabetização de todas as crianças. 

Participaram da apresentação dos processos de gestão pedagógica orientados por dados educacionais, a coordenadora-geral de Monitoramento e Avaliação da Secretaria de Educação Básica (SEB), Luciana da Silva Castro; a articuladora estadual da Renalfa, Rosângela dos Santos Rodrigues; e o professor doutor da Faculdade de Educação da Universidade de São Paulo (Feusp), Ocimar Munhoz Alavarse. 

Na ocasião, Luciana Castro afirmou que era um momento de acompanhamento de uma política importante e que os participantes do webinário tinham um papel central no monitoramento do Compromisso Nacional. “A gente sabe a importância que é o uso tempestivo de dados e de evidências para fazer esse acompanhamento e conseguir dar a respostas que são necessárias para o aprimoramento da política no âmbito nacional”, considerou. Segundo ela, esse monitoramento e o uso dos dados levantados devem subsidiar as redes de ensino para o acompanhamento de suas políticas de alfabetização no território.  

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De acordo com a coordenadora, a SEB realizou uma oficina no último encontro da Renalfa, que ocorreu entre 24 e 26 de março, sobre a importância dos elementos essenciais para o monitoramento efetivo de uma política de alfabetização. “Nele, apresentamos um pouco da importância da interpretação desses indicadores, além do uso de dados qualitativos e quantitativos que nos ajudam a entender e a acompanhar melhor como está sendo a implementação da política”, explicou. 

Em sua fala, Alavarse destacou que dados não são um fim em si, mas um ponto de partida. Segundo ele, avaliações em larga escala produzem muitos dados, mas esses dados por si só não melhoram a aprendizagem. “O desafio é transformar dados em ações pedagógicas concretas. Isso dialoga com a ideia de que a avaliação deve servir para a tomada de decisão e o acompanhamento dos estudantes. O valor da avaliação está no que a escola faz com os dados, e não nos números em si. Ou seja, dados precisam virar ação pedagógica intencional, orientando o trabalho docente e garantindo equidade na aprendizagem”, defendeu. 

Compromisso – O Compromisso Nacional Criança Alfabetizada é realizado em regime de colaboração entre a União e os entes federados. O objetivo é garantir que 100% das crianças brasileiras estejam alfabetizadas ao final do 2º ano do ensino fundamental, conforme previsto na Meta 5 do Plano Nacional de Educação (PNE). O Programa busca, ainda, garantir a recomposição das aprendizagens, com foco na alfabetização de 100% das crianças matriculadas no 3º, 4º e 5º ano, tendo em vista o impacto da pandemia para esse público.  

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O Compromisso não propõe uma resposta única ou centralizada para todo o país. Cada estado, em colaboração com seus municípios, elaborará sua política de alfabetização do território, de acordo com as suas especificidades. 

Assessoria de Comunicação Social do MEC, com informações da Secretaria de Educação Básica (SEB) 

Fonte: Ministério da Educação

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MEC Idiomas: aprenda inglês e espanhol gratuitamente

O Ministério da Educação (MEC) lançou o MEC Idiomas, plataforma gratuita que disponibiliza oferta de cursos de inglês e espanhol com lições interativas, acompanhamento de progresso e certificados. A ferramenta já reúne 212.302 usuários ativos em todo o país.  

Dois formatos – portal e aplicativo – o MEC Idiomas é uma plataforma de aprendizagem bilíngue autoinstrucional do nível básico ao avançado que tem como objetivo ser o primeiro ponto de contato digital entre o estudante de línguas iniciante e o idioma de sua escolha, acompanhando seu aprendizado até níveis mais avançados.  

Inicialmente, os idiomas oferecidos são Inglês e Espanhol. As aulas estão organizadas em 6 níveis (A1 a C2); 4 a 6 módulos por nível, cada um deles com 10 a 15 aulas. Desde o lançamento, estão disponíveis cerca de 800 aulas.  

O MEC Idiomas oferece diversas ferramentas para os estudantes: teste de proficiência; trilha de aprendizagem (aula e reforço); teste ao fim dos módulos; fale e pratique; agente de Inteligência Artificial para dar apoio e tirar dúvidas e praticar conversação; e comunidades de aprendizado.   

Passo a passo para usar a plataforma:  

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• Basta acessá-lo via portal ou via aplicativo MEC Idiomas e fazer login com o Gov.br;   

• Escolher o idioma que quer aprender – inglês ou espanhol;   

• Fazer o teste de proficiência disponível que avalia o grau de conhecimento do estudante;  • Fazer os exercícios de fixação e de ‘gamificação’, ao final de cada aula, que incentivam a concluir aulas e módulos e passar de nível.   

Idiomas Sem Fronteiras (IsF) – o aplicativo está inserido no ecossistema do Idiomas Sem Fronteiras (IsF), compondo uma política de ensino bilíngue já consolidada. A parceria permite a oferta de cursos de especialização para a rede pública de ensino. A oferta dos cursos do IsF, que duram de 48 horas a três meses, acontece duas vezes ao ano. O intuito é melhorar os índices de proficiência e produções científicas. Serão disponibilizados R$ 1,68 milhão por ano para a iniciativa, que impactará 16 mil alunos por semestre. 

As ações da Rede IsF tem como objetivo central desenvolver uma política linguística nacional para o ensino superior, fortalecendo a formação de professores de línguas estrangeiras e promovendo a capacitação linguística de estudantes, docentes e técnicos administrativos das Instituições de Ensino Superior (IES). Também contempla a formação de estrangeiros em língua portuguesa e o apoio à capacitação de professores da Educação Básica. 

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Assessoria de Comunicação Social do MEC

Fonte: Ministério da Educação

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