NACIONAL
MEC autoriza novo campus do IFPA e certifica alunos do Pronatec
Ministério da Educação (MEC) autorizou, nesta quarta-feira (10), a construção de novo campus do Instituto Federal do Pará (IFPA), no município de Alenquer. O evento ocorreu no Campus Belém do IFPA e contou com a presença do ministro da Educação, Camilo Santana; do secretário de Educação Profissional e Tecnológica do MEC, Marcelo Bregagnoli; da secretária de Educação Básica, Kátia Schweickardt; da reitora do IFPA, Ana Paula Palheta, além de outras autoridades e representantes da educação do estado.
A iniciativa integra o processo de expansão da Rede Federal de Educação Profissional, Científica e Tecnológica, que prevê a construção de mais de 102 novos campi em todo o Brasil, com investimento de R$ 2,5 bilhões do Novo Programa de Aceleração do Crescimento (Novo PAC). Cada nova unidade terá capacidade média para atender 1.400 estudantes, ampliando o acesso a cursos técnicos gratuitos e de qualidade em regiões estratégicas para o desenvolvimento regional.
No Pará, o investimento chega a R$ 125 milhões para a construção de cinco novas unidades: Barcarena, Redenção, Tailândia, Viseu e Alenquer. Desses, três já estão em obras, e o Campus Belém, que recebeu a visita do ministro, passa por um processo de modernização com recursos do Novo PAC.
Para Santana, a meta é continuar investindo na Rede Federal de Educação Profissional, Científica e Tecnológica. “Vamos trabalhar muito para isso, para que a gente possa expandir mais aqui no Pará e mais em todo o Brasil, porque os Institutos Federais são uma referência”, destacou.
O Novo PAC também prevê recursos para a melhoria da infraestrutura de unidades já existentes da Rede Federal com investimento nacional de R$ 1,4 bilhão. Para o IFPA, estão sendo repassados R$ 54 milhões em ações de consolidação. De 2023 a 2025, já foram aportados R$ 41,2 milhões. Até 2026, estão previstos outros R$ 13,7 milhões.
Ainda nesta quarta-feira (10), em Roraima, o ministro assinou outra ordem de serviço para a execução das obras de nova unidade do Instituto Federal de Roraima (IFRR) e participou de um aulão para o Exame Nacional do Ensino Médio (Enem) com estudantes da Caravana Técnico-Pedagógica do Pé-de-Meia.
Pronatec – Durante a agenda no Campus Belém (IFPA), também foi realizada a certificação de alunos do Programa Nacional de Acesso ao Ensino Técnico e Emprego (Pronatec), modalidade Aquicultura, com turmas dos campi Belém, Paragominas, Vigia e Bragança. Ao todo, 99 estudantes concluíram a formação nos cursos de qualificação profissional em aquicultura e desenvolvimento cooperativista.
Criado em 2011, o Pronatec tem como objetivo expandir e democratizar a oferta de cursos técnicos e de qualificação profissional, ampliando as oportunidades de inserção no mundo do trabalho. Entre 2023 e 2025, foram investidos R$ 537 milhões, com 242 mil vagas ofertadas em mais de 2 mil municípios no país.
Novo PAC – A soma dos recursos do Novo PAC investidos no Pará chega a R$ 1,1 bilhão. Além do orçamento destinado a ações de consolidação e expansão da educação profissional e tecnológica, no valor de R$ 179,7 milhões, também estão sendo contempladas outras etapas e modalidades de ensino. A educação superior recebe um aporte de R$ 249 milhões, também para consolidação e expansão de campi e hospitais universitários na região. No total, as obras do Novo PAC no Instituto Federal e nas universidades federais do Pará beneficiarão 23 municípios. Já para a educação básica, estão sendo repassados R$ 672,7 milhões, que possibilitarão a construção de 37 escolas de tempo integral e 56 creches, além da compra de 84 ônibus escolares.
Resumo | Mais educação para o Pará
Assessoria de Comunicação Social do MEC, com informações da Secretaria de Educação Profissional e Tecnológica (Setec)
Fonte: Ministério da Educação
NACIONAL
MEC amplia prazo de participação no Diagnóstico de Equidade Racial
O Ministério da Educação (MEC) ampliou o prazo de participação no Diagnóstico Equidade 2026. Agora, redes estaduais e municipais de ensino terão até o dia 15 de julho para preenchimento e envio das informações. O Diagnóstico faz parte da Política Nacional de Equidade, Educação para as Relações Étnico-Raciais e Educação Escolar Quilombola (Pneerq) e está disponível no módulo Pneerq do Sistema Integrado de Monitoramento Execução e Controle do Ministério da Educação (Simec). Até o momento, 89% dos questionários foram enviados (totalizando 4.967 municípios e 23 estados); 2% de preenchimento em andamento e 8% de questionários não foram iniciados.
O Diagnóstico tem o objetivo de mapear os avanços e desafios das redes na implementação da Lei nº 10.639/2003, alterada pela Lei nº 11.645/2009, que tornou obrigatório o ensino da história e cultura afro-brasileira, africana e indígena nas escolas.
O mapeamento busca subsidiar políticas públicas voltadas à superação das desigualdades étnico-raciais e do racismo nas escolas. O diagnóstico também tem a proposta de monitorar a implementação da educação para as relações étnico-raciais (Erer), da educação escolar quilombola (EEQ) e da educação escolar indígena (EEI) nas redes públicas de ensino de todo o Brasil.
Os eixos do diagnóstico estão organizados em dez dimensões temáticas: fortalecimento do marco legal; formação de gestores e profissionais da educação; gestão educacional; materiais didáticos e paradidáticos; currículo; financiamento; indicadores, avaliação e monitoramento; gestão democrática e mecanismos de participação social; educação escolar quilombola; e educação escolar indígena.
Pneerq – A Política Nacional de Equidade, Educação para as Relações Étnico-Raciais e Educação Escolar Quilombola, criada pela Portaria nº 470/2024, objetiva implementar ações e programas educacionais voltados à superação das desigualdades étnico-raciais e do racismo nos ambientes de ensino, bem como à promoção da política educacional para a população quilombola.
São compromissos dessa política: estruturar um sistema de metas e monitoramento; assegurar a implementação do art. 26-A da Lei nº 9.394/1996; formar profissionais da educação para gestão e docência no âmbito da educação para relações étnico-raciais (Erer) e da educação escolar quilombola (EEQ); induzir a construção de capacidades institucionais para a condução das políticas de Erer e EEQ nos entes federados; reconhecer avanços institucionais de práticas educacionais antirracistas; contribuir para a superação das desigualdades étnico-raciais na educação brasileira; consolidar a modalidade educação escolar quilombola, com implementação das Diretrizes Nacionais; e implementar protocolos de identificação e resposta ao racismo nas escolas (públicas e privadas).
Assessoria de Comunicação Social do MEC, com informações da Secadi
Fonte: Ministério da Educação
-
POLÍTICA MT6 dias atrásPesquisa Percent Brasil consolida Paulo Araújo entre os deputados estaduais mais lembrados de Mato Grosso
-
CUIABÁ1 dia atrásPrefeito suspende por decreto aprovação de lotes abaixo de 200 m² e medida vai parar na Justiça
-
POLÍTICA MT4 dias atrás“Meu nome é Pedra 90”, diz Jaime Campos em vídeo de pré-campanha ao relembrar origem do apelido – veja o video
-
ESPORTES7 dias atrásCopa do Mundo 2026: 18 seleções garantem vaga e primeiros duelos do mata-mata são definidos
-
POLÍTICA MT6 dias atrásMauro Mendes define convenção estadual do União Brasil para 4 de agosto – Convocação foi publicada no Diário Oficial desta sexta-feira
-
POLÍTICA MT6 dias atrásPrefeitos de Campo Verde e Colíder declaram apoio a Virginia Mendes e Mauro Mendes durante lançamento de pré-candidaturas
-
POLÍTICA MT6 dias atrásNininho destaca legado de Mauro Mendes, destaca atuação de Virginia Mendes e defende gestão de Otaviano Pivetta
-
POLÍTICA MT1 dia atrásPivetta zera fila de aprovados da PM, convoca 220 novos policiais e amplia promoções nas forças de segurança
