NACIONAL
MEC autoriza construção do Hospital Universitário da UFFS
Nesta terça-feira, 9 de dezembro, o Ministério da Educação (MEC) autorizou a construção do Hospital Universitário (HU) da Universidade Federal da Fronteira Sul (UFFS), no campus Chapecó, em Santa Catarina. Durante a solenidade, ocorreu a assinatura do acordo de cooperação técnica (ACT) entre a UFFS e a Empresa Brasileira de Serviços Hospitalares (Ebserh), vinculada ao MEC, com o objetivo de realizar estudos técnicos para a futura implantação do hospital. Também foi inaugurada a cantina externa do campus.
Na solenidade de assinatura do acordo, o ministro da Educação, Camilo Santana, reforçou o compromisso do governo federal com a implantação da unidade. “Queremos começar essa obra ainda em 2026. Vai ser um hospital 100% SUS, que além de garantir formação, também vai atender a população com especialidades para suas necessidades”, ressaltou o ministro.
A implantação do HU na região visa fortalecer a formação acadêmica nas áreas da saúde e ampliar o acesso da população a serviços hospitalares do Sistema Único de Saúde (SUS). A estrutura beneficiará a população da Região Oeste de Santa Catarina, além de servir à formação dos alunos de medicina e enfermagem, bem como dos profissionais das residências médicas nas áreas de anestesiologia, cirurgia geral, clínica médica, pediatria, ortopedia, traumatologia, ginecologia e obstetrícia.
Durante o evento, o presidente da Empresa Brasileira de Serviços Hospitalares (Ebserh), Arthur Chioro, destacou que a criação do hospital é resultado de uma análise técnica detalhada solicitada pelo ministro Camilo Santana. “Na análise técnica, observamos que a oferta de leitos para o SUS no oeste de Santa Catarina é de 1,5 leitos por mil habitantes, sendo que o cenário ideal é de 3 a 5 leitos por mil habitantes. Portanto, esse hospital é uma necessidade social e sanitária, e nós iremos fazer com muito compromisso, com a compressão de que se trata de um equipamento público de muita relevância social”.
Para a nova unidade, estão previstos 150 leitos distribuídos entre clínica médica, cirúrgica, obstétrica, pediátrica e UTI, além de serviços de apoio diagnóstico e ambulatorial integrados. O hospital será referência em ensino, pesquisa, inovação e assistência multiprofissional, fortalecendo os programas de graduação, pós-graduação e residência médica e multiprofissional da UFFS.
Considerando a estrutura planejada, o reitor da Universidade Federal da Fronteira Sul (UFFS), João Alfredo Braida, destacou a importância do equipamento para a instituição e para a população da região. “Não se trata de apenas mais um hospital de ensino, será um centro voltado para pesquisas que respondam às necessidades específicas desta região, e para uma população que muitas vezes precisa percorrer cerca de 500 quilômetros até a capital para obter tratamento.”
Cantina – Com investimento de R$ 744 mil do MEC, a cantina externa da UFFS, no campus Chapecó, beneficiará mais de 2 mil estudantes. A área tem praça de alimentação, cozinha, depósito, vestiários, banheiros acessíveis e espaço para loja/atendimento.
Agenda – A comitiva do MEC cumpriu uma série de compromissos em Santa Catarina nos dias 8 e 9 de dezembro. Na manhã desta terça-feira (9), em Blumenau, Santana participou de um encontro com a comunidade do Instituto Federal Catarinense (IFC); autorizou as obras dos novos campi Mafra e Campos Novos, ambos do IFC; e realizou entregas da Carteira Nacional Docente do Brasil (CNDB) e dos vales-computadores do programa Mais Professores para o Brasil.
A agenda do dia concluiu-se em Chapecó (SC), com a assinatura do acordo de cooperação técnica (ACT) para a construção do Hospital Universitário (HU) da Universidade Federal da Fronteira Sul (UFFS) e com a inauguração da cantina externa no campus.
Na segunda (8), além da posse do reitor do IFSC, o ministro também visitou o Instituto Estadual de Educação, em Florianópolis, maior escola em número de alunos da América Latina, onde conversou com estudantes e professores sobre as políticas da pasta, construídas em conjunto com o estado. Mais tarde, o chefe da pasta vistoriou as obras do Centro de Ciências da Educação da Universidade Federal de Santa Catarina (UFSC), também na capital, e visitou a moradia estudantil da universidade.
Assessoria de Comunicação Social do MEC, com informações da Secretaria de Educação Superior (Sesu) e da Ebserh
Fonte: Ministério da Educação
NACIONAL
Luz para Todos avança em territórios indígenas e leva energia limpa a aldeias isoladas do Pará
O Dia dos Povos Indígenas, celebrado em 19 de abril, marcou o início de uma nova frente de inclusão energética na Amazônia. Na data simbólica, o Ministério de Minas e Energia (MME) deu início a mais uma etapa da implementação da 1ª Tranche Especial Indígena do Programa Luz para Todos (LPT), voltada ao atendimento das aldeias Mapuera, em áreas remotas do Pará. A ação representa um avanço estratégico da política de universalização do acesso à energia elétrica em territórios indígenas isolados e busca beneficiar 2.910 unidades consumidoras.
Com investimento avaliado em R$ 129,3 milhões, reforça o compromisso da Pasta em levar energia limpa, dignidade e desenvolvimento social a comunidades onde barreiras geográficas ainda dificultam o acesso a serviços essenciais. O projeto integra a agenda de inclusão energética na Amazônia Legal e fortalece a redução das desigualdades regionais por meio de soluções adaptadas à realidade local.
“A ampliação de acesso à energia elétrica nessas comunidades é uma importante marca na promoção de cidadania, educação, saúde e comunicação, além de criar condições para que o desenvolvimento chegue respeitando a cultura e o modo de vida dos povos indígenas. Essa é uma ação que une justiça social, sustentabilidade e presença efetiva do poder público nas regiões onde ele se faz mais necessário”, afirmou o ministro de Minas e Energia, Alexandre Silveira.
Luz para Todos: respeito a tradição e novas oportunidades
A operacionalização será feita por meio da instalação de Sistemas Individuais de Geração de Energia Elétrica com Fonte Intermitente (SIGFIs), tecnologia destinada a localidades isoladas e de difícil acesso que utilizam exclusivamente o uso de fontes renováveis para geração de energia. A solução garante atendimento contínuo sem necessidade de expansão convencional da rede, sendo adequada para áreas da floresta amazônica onde a logística impõe desafios técnicos consideráveis.
O início das atividades ganhou ainda mais significado com a recepção das equipes técnicas pela liderança das aldeias Mapuera, no Dia dos Povos Indígenas. O encontro simbolizou a convergência entre inovação tecnológica e respeito às especificidades culturais, consolidando uma ação construída para levar infraestrutura básica sem romper com a dinâmica tradicional das comunidades.
Criado em 2003, o Programa Luz para Todos já transformou a realidade de milhares de famílias paraenses. Somente no estado, foram beneficiadas mais de 592 mil famílias desde o início do programa. A intensificação em áreas remotas permitiu o atendimento de mais de 69 mil famílias em localidades antes excluídas do sistema convencional.
Os investimentos acumulados no Pará somam R$ 6,98 bilhões, dos quais R$ 2,7 bilhões foram destinados exclusivamente a soluções para regiões isoladas. Agora, com a execução da 1ª Tranche Especial Indígena, o MME consolida mais um passo na construção de um modelo energético socialmente inclusivo, ambientalmente sustentável e alinhado às necessidades dos povos da Amazônia.

Assessoria Especial de Comunicação Social – MME
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