NACIONAL
MEC aprimora fluxo para missões institucionais de Fronteira
O Ministério da Educação (MEC) publicou, na quinta-feira, 19 de fevereiro, a Portaria nº 157/2026, que visa desburocratizar o trânsito vicinal fronteiriço eventual de servidores da pasta e entidades vinculadas entre cidades gêmeas do Brasil e países limítrofes.
A burocracia para o afastamento do país em deslocamentos de curta distância e período entre cidades gêmeas de fronteira era um entrave para o desenvolvimento de ações institucionais importantes, como projetos de ensino, pesquisa e extensão em parceria com instituições de países vizinhos localizadas em cidades fronteiriças.
A medida foi bem recebida por instituições federais localizadas em regiões de fronteira. Para a reitora da Universidade Federal da Integração Latino-Americana (Unila), Diana Araujo, a portaria representa um avanço concreto na consolidação da missão integradora da instituição. “Para nós, é começar um processo de retirar os obstáculos para que a gente possa atuar como uma universidade diferenciada, uma universidade da integração, uma universidade que tem uma missão internacional mais específica que outras. Cruzar a fronteira é muitas vezes atravessar uma rua, então a possibilidade de que a gente comece de fato ter as condições legais para isso é altamente promissora e certamente vai gerar muitos frutos em termos de cooperação transfronteiriça”, afirmou.
Para a vice-reitora do Instituto Federal Sul-rio-grandense (IFSul), Lia Pachalski, a medida fortalece a cooperação com instituições do país vizinho, onde a integração acadêmica e cultural faz parte da rotina institucional. “Facilita muito um projeto de extensão onde eles precisam se deslocar e passar algumas horas durante o dia na escola uruguaia ou na própria escola brasileira, ou fazer projetos de pesquisa, assim como estar nas nossas mostras e a participar de diferentes eventos culturais e científicos. Acho que isso vem também para fortalecer a ideia de união, é a rua que une e o rio que une os dois países”, concluiu.
A portaria dispensa a necessidade de publicação de afastamento em Diário Oficial da União para deslocamentos a serviço de curta duração, inferiores a doze horas e sem pernoite, entre cidades gêmeas e localidades fronteiriças vinculadas listadas. O trânsito vicinal fronteiriço é destinado apenas a ações pontuais de trabalho, como reuniões, participação em eventos e visitas técnicas, cujo custo administrativo para o afastamento seria desproporcional à brevidade e natureza da atividade.
O normativo busca alinhar-se aos princípios da administração pública de eficiência e economicidade, garantindo o uso mais racional dos recursos públicos e otimizando a atuação dos servidores em áreas cruciais para a política educacional e integração nacional.
Assessoria de Comunicação Social do MEC, com informações da Assessoria de Assuntos Internacionais (AI)
Fonte: Ministério da Educação
NACIONAL
Adesão à Comunidade da Primeira Infância termina sábado (15)
Estados e municípios interessados em aderir à Comunidade Nacional de Gestores de Políticas de Primeira Infância têm até este sábado, 15 de agosto, para confirmar a participação por meio da assinatura de termo de adesão disponível no Sistema Integrado de Monitoramento, Execução e Controle (Simec). A comunidade foi criada para promover a articulação entre gestores públicos, incentivar a troca de experiências e oferecer apoio técnico na formulação, na execução e no monitoramento de políticas para a primeira infância.
No momento da adesão, cada ente federado deve informar os representantes que integrarão a comunidade. Eles deverão ser profissionais que atuam na liderança das políticas públicas destinadas à primeira infância em qualquer área e que exerçam a coordenação de ações em nível estratégico de governo.
Eixos – A Comunidade Nacional de Gestores de Políticas de Primeira Infância está estruturada em dois eixos principais:
- Pactuação e Articulação Federativa – Prevê a realização de oficinas, encontros técnicos e seminários destinados ao estudo, à análise e à discussão de iniciativas, projetos e programas voltados à primeira infância. O eixo também prevê ações de cooperação entre os entes federativos relacionadas às políticas públicas para a primeira infância.
- Desenvolvimento de Capacidades Institucionais – Contempla a criação de instrumentos de ação pública, protocolos, sistemas de informação, monitoramento e avaliação. Também estão previstas ações formativas e estratégias voltadas às atividades de gestão pública.
Orientações para adesão
Municípios:
- Prefeitos(as) devem acessar o Simec e assinar o termo de adesão;
- Na plataforma, devem indicar os representantes titulares e suplentes do município, observando os quantitativos fixados na portaria;
- Municípios com população de até 20 mil habitantes: indicar um gestor titular e respectivo suplente;
- Municípios com população superior a 20 mil e até 100 mil habitantes: indicar até dois gestores titulares e respectivos suplentes;
- Municípios com população superior a 100 mil habitantes: indicar até três gestores titulares e respectivos suplentes.
- Finalizar o cadastro no Simec, clicando em “Finalizar e enviar”.
Estados e Distrito Federal:
- Assinar o termo de adesão enviado por e-mail para os gabinetes dos governadores;
- Reunir as informações solicitadas via e-mail para o cadastro de dois representantes do estado na Comunidade e seus respectivos suplentes;
- Enviar o termo de adesão assinado e as informações dos representantes para o e-mail [email protected].
Em caso de dúvidas, o MEC disponibiliza o e-mail: [email protected].
Comunidade nacional – A Comunidade Nacional da Primeira Infância reúne gestores responsáveis por políticas de primeira infância em todo o Brasil e tem como objetivo criar uma rede de cooperação entre a União, os estados, os municípios e o Distrito Federal.
Entre as atividades previstas estão a realização de seminários, oficinas, encontros técnicos, ações de formação e o desenvolvimento de instrumentos de gestão, monitoramento e avaliação. A proposta é voltada às questões relacionadas à governança das políticas públicas para a primeira infância e à articulação entre os diferentes níveis de governo.
Multimídia
Assessoria de Comunicação Social do MEC, com informações da Subsecretaria da Política Nacional Integrada da Primeira Infância (SNPPI)
Fonte: Ministério da Educação
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