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Cachoeiras cristalinas e casarões seculares no Cerrado goiano

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O calor intenso do Centro-Oeste do Brasil transforma Pirenópolis no refúgio perfeito para quem busca o frescor das águas no verão. Carinhosamente chamada de “Piri”, a cidade goiana é um oásis na Serra dos Pireneus, onde o tempo parece passar mais devagar entre ruas de pedra e casarões coloniais. Nesta época do ano, a vegetação do Cerrado tem seu verde mais exuberante, e as cachoeiras, abastecidas por chuvas, tornam-se o principal atrativo a turistas de todo o país.

Durante o dia, o roteiro na região percorre a natureza e as dezenas de quedas d’água que cercam a cidade. À noite, o movimento migra rumo ao Centro Histórico, onde a iluminação amarelada e as mesas nas calçadas criam uma atmosfera acolhedora, perfeita para boa música e sabores regionais.

NATUREZA E TRILHAS – Embora distante do mar, Pirenópolis oferece cachoeiras e cenários naturais que não deixam nada a desejar ao litoral:

– Cachoeira do Abade: uma das mais imponentes da região, com uma queda de 22 metros e um poço perfeito para banho. A reserva proporciona trilhas pavimentadas e mirantes acessíveis.

– Cachoeira do Rosário: famosa por suas águas cristalinas de tom esmeralda, que formam uma piscina natural profunda, ideal para mergulho no calor do verão.

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– Cachoeiras dos Dragões: para quem busca aventura, este reúne 8 quedas d’água em meio a fendas de pedras e vegetação preservada, exigindo um pouco mais de fôlego nas trilhas.

– Rio das Almas (Prainha): localizada bem no centro da cidade, perto da ponte de madeira, é o ponto democrático onde moradores e turistas se refrescam sem precisar pegar estradas.

– Reserva Ecológica Vargem Grande: abriga as cachoeiras Santa Maria e o Lázaro, ambas perfeitas para famílias.

– Pico dos Pireneus: o ponto mais alto da região. No verão, o pôr do sol visto lá de cima é um espetáculo de cores.

DIVERSÃO E CULTURA – “Piri” respira história e oferece um charme urbano único:

– Rua do Lazer: o coração da vida noturna. Fechada para carros, a rua é tomada por mesas de bares e restaurantes.

– Igreja Matriz de Nossa Senhora do Rosário: o maior cartão-postal da cidade. Reconstruída após um incêndio, é um marco da arquitetura colonial e da fé goiana.

– Museu das Cavalhadas: espaço dedicado a preservar a memória da festa folclórica mais importante da cidade, com exposição das máscaras e trajes coloridos dos cavaleiros.

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– Fazenda Babilônia: um mergulho no século XVIII. A fazenda histórica oferece um café colonial e conta a história do ciclo do ouro e do açúcar na região.

CULINÁRIA TRADIOCIONAL – A cozinha goiana constitui a alma de Pirenópolis. O Pequi, fruto amarelo e aromático do Cerrado, reina na famosa galinhada. O Empadão Goiano, recheado com frango, linguiça, queijo e guariroba, é outra boa pedida, bem como a Pamonha, lanche perfeito no fim de tarde. Para a sobremesa, doces cristalizados e em compota são tradição.

COMO CHEGAR – Estrategicamente situada entre duas capitais, “Piri” fica a cerca de 150 km de Brasília (DF) e a 120 km de Goiânia (GO), nas quais ambos os aeroportos recebem voos de todo o Brasil. O trajeto final é feito por rodovias bem pavimentadas (BR-070 ou BR-153 e GO-431), tornando o destino ideal para viagens de carro ou ônibus a partir das cidades.

Por Bárbara Magalhães
Assessoria de Comunicação do Ministério do Turismo

Fonte: Ministério do Turismo

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Parque Nacional de Ubajara: santuário de grutas, biodiversidade e paisagens deslumbrantes no Ceará

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Localizado na região noroeste do Ceará, o Parque Nacional de Ubajara é mais um dos vários destinos que o Brasil oferece para quem busca ecoturismo e contemplação da natureza. Abrangendo áreas dos municípios de Ubajara, Tianguá e Frecheirinha, a unidade protege um total de 6.299 hectares de uma rica zona de transição entre a Caatinga e a Mata Atlântica.

Criado em 1959, o parque destaca-se pela sua relevância ambiental e por abrigar um dos maiores patrimônios espeleológicos do país, com cavernas, grutas, fendas e outras formações subterrâneas. Situada na Serra da Ibiapaba, a unidade tem como um dos seus grandes atrativos o passeio de teleférico no tradicional bondinho, que oferece uma vista panorâmica da vegetação e dos paredões rochosos.

Para os amantes de caminhadas e de aventura ao ar livre, o parque oferece opções para diversos perfis de visitantes. O público conta com percursos como a Trilha da Samambaia, o Circuito das Cachoeiras, o Mirante do Pendurado e a Trilha Ubajara-Araticum, além da grande travessia do Parque Nacional de Ubajara. A unidade também contempla praticantes de cicloturismo, por meio da Trilha Cara Suja – Bike.

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Caminhos pela região

O Parque Nacional de Ubajara também se integra à Trilha Caminhos da Ibiapaba. O itinerário conecta o norte do Piauí à região da Ibiapaba, no Ceará, tendo mais de 300 quilômetros. A rota engloba unidades de conservação, ecossistemas da Caatinga e da Mata Atlântica, bem como sítios históricos e arqueológicos, promovendo a conservação ambiental e o desenvolvimento do turismo sustentável na região.

Toda esta imponência geológica é cercada por uma expressiva riqueza natural. Por isso, o parque é palco de diversos programas de pesquisa, monitoramento e conservação da biodiversidade do bioma Caatinga, servindo de refúgio para a vida silvestre e de espaço para atividades contínuas de educação ambiental e integração comunitária.

Como chegar

A principal porta de entrada para o Parque Nacional de Ubajara é a sede administrativa na cidade de Ubajara, com acesso pela rodovia estadual CE-187 (Rodovia da Confiança). Partindo da capital do estado, Fortaleza, o trajeto rodoviário segue em direção à região da Serra da Ibiapaba.

Por se tratar de uma unidade de conservação sob gestão do Instituto Chico Mendes de Conservação da Biodiversidade (ICMBio), a visita aos seus atrativos segue protocolos operacionais que garantem a segurança dos turistas e a preservação do patrimônio natural.

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Por André Martins

Assessoria de Comunicação do Ministério do Turismo

Fonte: Ministério do Turismo

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