NACIONAL
Cabotagem movimenta 1,82 milhão de toneladas no Nordeste brasileiro em janeiro
A cabotagem no Nordeste movimentou 1,82 milhão de toneladas em janeiro, segundo dados da Agência Nacional de Transportes Aquaviários (Antaq), compilados pelo Ministério de Portos e Aeroportos. A movimentação foi liderada pelo estado do Maranhão (1,24 milhão de toneladas), seguido pela Bahia (1,14 milhão), Pernambuco (1,07 milhão) e Ceará (892 mil toneladas).
Entre os produtos mais transportados estão petróleo bruto (950 mil toneladas), bauxita (875 mil toneladas), derivados de petróleo sem óleo bruto (867 mil toneladas) e contêineres (613 mil toneladas), essenciais para o fornecimento de energia, sustentar a indústria regional e garantir o abastecimento de bens estratégicos à população do Nordeste.
Para o ministro de Portos e Aeroportos, Tomé Franca, o avanço da cabotagem na região demonstra como a navegação marítima contribui para o desenvolvimento econômico. “O avanço da navegação marítima no Nordeste fortalece a indústria local, gera emprego e renda, reduz custos logísticos e garante mais segurança no abastecimento. Além disso, amplia a integração entre os estados e conecta a produção regional a mercados estratégicos no Brasil e no exterior”, afirmou.
Ao concentrar grandes volumes no transporte marítimo, a cabotagem também ajuda a equilibrar a matriz de transportes, reduzindo a dependência das rodovias e ampliando a segurança no fluxo de mercadorias estratégicas para a população e o setor produtivo.
Políticas públicas e fortalecimento do setor
O desempenho da cabotagem na região reflete o avanço de políticas públicas, com destaque para o Programa BR do Mar, do Ministério de Portos e Aeroportos, que reorganizou o setor, trouxe mais clareza nas regras e ampliou a segurança para investidores e operadores da navegação entre portos brasileiros.
Segundo o secretário nacional de Hidrovias e Navegação, Otto Luiz Burlier, “com regulação clara, planejamento estratégico e incentivos consistentes, o governo cria segurança jurídica, fortalece a integração entre os estados e amplia a eficiência da navegação aquaviária, tornando-a um instrumento confiável de política pública para o abastecimento, a logística e a gestão de recursos estratégicos do país”.
Com a expansão das rotas e o aumento da movimentação entre portos, a cabotagem se consolida como alternativa estratégica para fortalecer a integração logística do Nordeste e do Brasil. A expectativa do Governo Federal é de que, com a continuidade das políticas públicas e o amadurecimento do setor, a navegação marítima amplie ainda mais sua participação na matriz de transporte, contribuindo para uma logística mais eficiente, sustentável e conectada entre regiões.
Assessoria Especial de Comunicação Social
Ministério de Portos e Aeroportos
Fonte: Portos e Aeroportos
NACIONAL
MEC reforça diálogo sobre PNE em Mato Grosso do Sul
O Ministério da Educação (MEC), por meio da Secretaria de Articulação Intersetorial e com os Sistemas de Ensino (Sase), participou da Conferência do Plano Estadual de Educação de Mato Grosso do Sul (PEE/MS) – Decênio 2026-2036. No encontro, foram debatidos os desafios e as prioridades da educação do estado para os próximos dez anos, em consonância com as diretrizes do Plano Nacional de Educação (PNE).
A abertura da conferência ocorreu na terça-feira, 24 de junho, no auditório da Universidade Estadual de Mato Grosso do Sul (UEMS), e reuniu representantes municipais, instituições de ensino, entidades da sociedade civil e órgãos governamentais. A ocasião proporcionou um espaço de diálogo para a definição das prioridades educacionais, fortalecendo a gestão democrática e a cooperação federativa previstas no PNE.
Na conferência, a participação do MEC reforçou o papel do ministério como coordenador da política nacional de educação e articulador da relação entre a União, os estados e os municípios para a implementação do Plano Nacional de Educação.
Conferência – A Conferência Estadual do PEE/MS integra o processo de construção das políticas educacionais para o próximo decênio e consolida as contribuições debatidas nas etapas regionais. A iniciativa reafirma o compromisso do MEC com a participação social e com o planejamento educacional de longo prazo, elementos fundamentais para o alcance das metas do PNE e para a promoção de oportunidades educacionais mais justas e inclusivas em todo o país.
PNE – O Plano Nacional de Educação para o decênio 2026-2036, instituído pela Lei nº 15.388, de 14 de abril de 2026, visa garantir que a educação seja direito de todos os cidadãos e todas as cidadãs do Brasil. O texto estabelece 19 objetivos, compreendidos nas temáticas de educação infantil, alfabetização, ensino fundamental e médio, educação integral em tempo integral, diversidade e inclusão, educação profissional e tecnológica, educação superior, educação de jovens, adultos e idosos, estrutura e funcionamento da educação básica e participação social e gestão democrática.
Assessoria de Comunicação Social do MEC, com informações da Sase
Fonte: Ministério da Educação
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