NACIONAL

Brasil avança no combate à pobreza energética com políticas inclusivas e sustentáveis

O Ministério de Minas e Energia (MME) participou, na manhã desta segunda-feira (9/06), das sessões temáticas da 7ª Cúpula de Energia da Juventude do BRICS que visa promover o diálogo entre jovens, formuladores de políticas e especialistas para explorar estratégias para expandir o acesso à energia elétrica em áreas carentes. Durante o painel “Acesso à energia no enfrentamento da pobreza energética com soluções acessíveis”, o diretor do Departamento de Universalização e Políticas Sociais de Energia Elétrica da Secretaria Nacional de Energia Elétrica (SNEE), André Dias, ressaltou a importância de formular estratégias eficientes para combater a pobreza energética.

“O combate à pobreza energética é um tema central da nossa agenda energética nacional. Não se trata apenas de conectar residências à rede elétrica, mas de garantir o desenvolvimento humano, apoiar as economias locais, fortalecer os serviços públicos e preservar as identidades culturais. A pobreza energética é uma condição multidimensional que se manifesta de diversas maneiras. Dessa forma, devemos incluir recursos, eficiência energética, soluções de cozinha limpa, geração descentralizada, engajamento da comunidade e apoio regulatório”, disse.

O Brasil tem se consolidado como uma referência mundial em energias renováveis. Com mais de 88% da eletricidade proveniente de fontes limpas – majoritariamente hidrelétrica, seguida pela eólica, solar e bioenergia –, o país alcançou um patamar significativo na matriz energética. Nos últimos 20 anos, o Brasil desenvolveu um conjunto de políticas públicas voltadas ao enfrentamento da pobreza energética, entre os principais programas estão:

  • Luz para Todos: que já beneficiou mais 17,5 milhões de pessoas com o uso de soluções renováveis descentralizadas em áreas onde a extensão da rede elétrica é inviável;
  • Energias da Amazônia: que atua na modernização dos chamados sistemas isolados, que atendem cerca de 3 milhões de pessoas na região amazônica, e busca reduzir a dependência do diesel e promover o uso de fontes renováveis;
  • Gás para Todos: visa ampliar o acesso ao gás de cozinha (GLP) entre famílias de baixa renda, reduzindo o uso de lenha e carvão, com impactos positivos para a saúde e o meio ambiente;
  • Programa de Eficiência Energética: incentiva o uso racional de energia entre consumidores de baixa renda, instituições públicas e pequenos produtores, com redução de custos e consumo; e
  • Tarifa Social de Energia Elétrica: beneficia mais de 17 milhões de domicílios com subsídios que podem chegar a 100% de desconto para consumo de até 80 kWh/mês, protegendo as famílias de reajustes tarifários e promovendo justiça social.
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Brasil reforça liderança em energia renovável

Com cerca de 50% da matriz energética e quase 90% da matriz elétrica provenientes de fontes renováveis, o Brasil se destaca como uma potência mundial em energia limpa. Esse protagonismo é fruto de uma diversidade energética construída ao longo das últimas décadas. “O Brasil tem hoje uma das matrizes energéticas mais independente e renovável do planeta”, afirmou Marco Juliatto, Diretor do Departamento de Transição Energética Substituto, durante o painel “Avanços tecnológicos para sistemas de energia de baixo carbono”.

Apesar dos avanços, o país ainda enfrenta gargalos importantes, como a baixa renovabilidade no setor de transportes e o alto custo de infraestrutura para levar energia limpa a regiões remotas, especialmente na Amazônia. Para enfrentar esses desafios, o governo criou a Política Nacional de Transição Energética (PNTE), que articula ações entre diferentes setores e prevê investimentos em novas tecnologias, como hidrogênio de baixo carbono e sistemas híbridos.

“A criação do Fórum Nacional de Transição Energética (Fonte) também marca um passo importante, ao promover a participação de representantes do governo, da sociedade civil e do setor produtivo na formulação de soluções. A meta é clara: reduzir as emissões, ampliar o acesso e alinhar as políticas energética, ambiental e social em prol de um futuro mais sustentável”, disse Marco Juliatto.

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Fonte: Ministério de Minas e Energia

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NACIONAL

INSS oferece mais de 44 mil vagas ao redor do Brasil em mutirão neste fim de semana (27 e 28/6)

Neste fim de semana (27 e 28 de junho) o Instituto Nacional do Serviço Social (INSS) em conjunto com o Ministério da Previdência Social (MPS) realizará um mutirão de atendimentos ao redor do país. Ao todo, foram disponibilizadas mais de 44 mil vagas para perícias médicas e avaliações sociais.

Confira a distribuição de vagas:

Nordeste (31.546 vagas)

  •  Alagoas (912): União dos Palmares (750) e Maceió (162).
  •  Bahia (2.938): Jequié (335), Santo Antônio de Jesus (707), Feira de Santana (1.176), Itabuna, Juazeiro (240) e Irecê (480).
  •  Ceará (10.974): Quixadá (120), Horizonte (120), Caucaia (120), Aquiraz (120), Brejo Santo (200), Itapagé (280), Itapipoca (434), Quixeramobim (495), Sobral (628), Tianguá (638), Iguatu (660), Crateús (690), Juazeiro Do Norte (970), Parquelândia (466), Crato (993), Fortaleza – Sul (1.171) e Fortaleza – Centro-Oeste (2.869).
  •  Maranhão (1.155): Santa Rita (112), São Bento (220), Balsas (254), Imperatriz (15), São Luís – Deodoro (485), São Luís-Cohab (48) e São Luís-Nazaré (21).
  •  Paraíba (6.303): Guarabira (275), João Pessoa – Centro (1.428), Campina Grande – Dinamérica (4.200), Tambauzinho (100), Itabaiana (100), Santa Rita (100) e Sapé Esperança (100).
  •  Pernambuco (5.654): Garanhuns (270), Serra Talhada (475), Petrolina (670), Caruaru (1.595), Recife – Encruzilhada (2.400), Recife-Corredor Do Bispo (154) e Recife-Pina (90).
  •  Piauí (3.030): Oeiras (160), Campo Maior (200), Piripiri (200), São João Do Piauí (250), Floriano (294), Picos (476), Teresina – Centro (560), Aeroporto (50) e Parnaíba (840).
  •  Rio Grande do Norte (380): Nazaré (190) e Santa Cruz (190).
  •  Sergipe (200): Siqueira Campos (200).
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Sudeste (5.199 vagas)

  •  São Paulo (1.901): São Paulo – Glicério (1.344), Cubatão (216), Itapetininga (60), Fernandópolis (7), Osasco (214) e Votorantim (60).
  •  Minas Gerais (1.401): Manhuaçu (228), Ituiutaba (423) e Janaúba (750).
  •  Rio de Janeiro (1.897): Itaboraí (120), Barra da Tijuca (175), Avenida Brasil (246), Barra do Piraí (40), Nilópolis (78), Magé (80), Macaé (180), Angra dos Reis (150), São João de Meriti (152), Bangu (144), Nova Iguaçu (182) e Volta Redonda (350).

Norte (2.382 vagas)

  •  Acre (308): Cruzeiro do Sul (138) e Rio Branco – Centro (170)
  •  Amazonas (808): Manaus – Codajás (679), APS BI (50), Compensa (14), Manacapuru (45) e Tefé (20).
  •  Amapá (732): Macapá (732)
  •  Pará (478): Altamira (413), Itaituba (15) e Santarém (50).
  •  Rondônia (56): Cacoal (56)

Centro-Oeste (795 vagas)

  •  Goiás (188): Posse (48), Santo Antônio do Descoberto (100) e Goianésia (40).
  •  Mato Grosso (15): Confresa (15).
  •  Mato Grosso Do Sul (330): Três Lagoas (76), Coxim (78), Costa Rica (78), Corumbá (78) e Campo Grande – 26 de Agosto (20).
  •  Distrito Federal (262): Asa Sul (50) e Taguatinga (212).
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Sul (4.489 vagas)

  •  Rio Grande do Sul (1.440): Alvorada (384), Porto Alegre – Partenon (480) e Osório (576)
  •  Paraná (2.759): Ivaiporã (225), Paranavaí (360), Toledo/PR (408) e Curitiba (1.766).
  •  Santa Catarina (290): Joinville (290).

Por: Instituto Nacional do Seguro Social (INSS)

Fonte: Ministério da Previdência Social

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