NACIONAL
Atendimento humanizado e acolhedor: ministro da Previdência Social visita Central 135
Com foco em promover um atendimento humanizado e acolhedor, o ministro da Previdência Social, Wolney Queiroz, visitou pela primeira vez a Central 135 nesta sexta-feira (10). Durante a visita em Salvador, na Bahia, o objetivo foi conhecer de perto o trabalho dos profissionais do call center no atendimento aos cidadãos que procuram a Previdência Social. Apesar do acesso por outros canais, como o site e o aplicativo Meu INSS, a Central 135 permanece como uma das principais portas de entrada dos segurados, consolidando o empenho da Previdência Social em estar próximo, disponível e atento às necessidades da população.
“As pessoas são treinadas para fazer um atendimento o mais humanizado possível com o nosso segurado. Portanto, tem de haver uma supervisão permanente para que a nossa fala, através do 135, que é a fala do Ministério, seja uma fala que atenda, de fato, a expectativa do segurado. Então, quando ele telefone para 135, ele deve se sentir acolhido, atendido, satisfeito no final da ligação”, destacou o ministro durante a visita. Ele também acompanhou, no local, o atendimento a um beneficiário.
Só neste ano, a Central 135 recebeu 10,9 milhões ligações, uma média de 1,3 milhão de chamadas por mês, ou 52.727 por dia. Na central de Salvador, são cerca de 2,3 mil funcionários, sendo 2 mil atendentes. A Previdência Social ainda possui outros dois polos de atendimento: Caruaru (PE) e Recife (PE). Esses números reforçam o compromisso do INSS com a acessibilidade, qualidade e agilidade no atendimento aos brasileiros em todas as regiões do país.
Inaugurada em 15 de maio de 2020, a Central 135 consolidou-se como referência nacional no atendimento ao público sobre direitos previdenciários, oferecendo orientação, agendamento de serviços e esclarecimento de dúvidas. O foco dos profissionais é garantir que os benefícios previdenciários cheguem a quem mais precisa com dignidade, respeito e eficiência.
Serviço
Ao ligar 135, o cidadão pode acessar informações, agendar serviços e esclarecer dúvidas com mais agilidade e humanização. A central telefônica funciona de segunda a sábado, das 7h às 22h. As ligações são gratuitas, ficam gravadas e são monitoradas rotineiramente. Entre as opções mais procuradas pelo público estão o agendamento de atendimento presencial nas Agências da Previdência Social, o acompanhamento do andamento das solicitações e o esclarecimento de dúvidas sobre a legislação previdenciária.
Os operadores realizam um trabalho estratégico na otimização dos serviços do INSS, ajudando a reduzir filas nas agências, orientar sobre o uso do Meu INSS e promover inclusão para quem tem dificuldade com meios digitais.
Atenção a golpes
INSS não liga da Central 135 para pedir dados aos cidadãos! É comum que haja tentativas de golpes com números como “11135”, “00135”.
A única situação em que o INSS liga para o segurado é para remarcar, confirmar ou antecipar atendimento. Mesmo assim não solicita documentos, dados pessoais ou senhas.
NACIONAL
PDDE Equidade: prazo de adesão é ampliado até 10 de junho
O Ministério da Educação (MEC) prorrogou até 10 de junho o prazo de adesão ao Programa Dinheiro Direto na Escola Equidade (PDDE Equidade). O anúncio foi feito nesta terça-feira, 2 de junho, durante webinário promovido pela Secretaria de Educação Continuada, Alfabetização de Jovens e Adultos, Diversidade e Inclusão (Secadi), com transmissão pelo canal do MEC no YouTube.
Durante o evento, que reuniu gestores e representantes de redes de ensino de diversas regiões do Brasil, a equipe técnica do MEC respondeu dúvidas acerca do processo de adesão ao programa. A transmissão faz parte de uma série de webinários realizada com o objetivo de auxiliar estados, municípios e o Distrito Federal no preenchimento das informações e na utilização do sistema.
“A gente sabe que o processo de adesão pode ser cheio de dúvidas, é um sistema novo para muita gente. Então, temos feito o possível para responder as dúvidas com maior brevidade”, explicou o coordenador-geral de Equidade Educacional do MEC, Caio Callegari. Após o encerramento do primeiro ciclo de adesões, o MEC realizará um segundo ciclo para novas escolas elegíveis.
Em 2026, o PDDE Equidade contará com investimento de cerca de R$ 378,2 milhões, que serão distribuídos para aproximadamente 30 mil escolas públicas. A iniciativa destina recursos financeiros suplementares para as escolas públicas de educação básica, a fim de promover a melhoria das condições de oferta, da infraestrutura e da qualidade do ensino em contextos de maior vulnerabilidade social e educacional.
O programa é uma iniciativa do MEC em parceria com o Fundo Nacional de Desenvolvimento da Educação (FNDE). Regulamentado pela Resolução nº 8, de 7 de maio de 2026, o PDDE Equidade tem como objetivo fortalecer a equidade educacional nas redes estaduais, municipais e do Distrito Federal.
Mudanças – Em 2026, o programa manteve sua estrutura geral de funcionamento da descentralização orçamentária, mas adequou rotas, incluindo maior precisão na categorização da natureza da despesa; redução de desafios com a prestação de contas; aperfeiçoamento de critérios de elegibilidade e priorização de cada subprograma e eixo; e fortalecimento e monitoramento da política.
Um dos ajustes nos critérios de elegibilidade diz respeito à ampliação do acesso institucional – incluindo Unidades Executoras (UEx) consorciadas e, também, a articulação com políticas estruturantes do MEC, como a Política Nacional de Educação Especial Inclusiva (PNEEI), a Política Nacional de Equidade, Educação para as Relações Étnico-Raciais e Educação Escolar Quilombola (Pneerq) e o Novo Pronacampo.
Em relação aos critérios de priorização, houve ajustes como a consideração do histórico de atendimento pelo programa, a fim de garantir que mais escolas, sobretudo aquelas que nunca receberam o recurso, sejam priorizadas, e a inclusão de indicador de priorização por vulnerabilidade educacional. Muitas dessas mudanças visam fortalecer o potencial redistributivo dos recursos, facilitar o recebimento dos repasses pelas escolas e qualificar a articulação de políticas de educação com equidade do MEC.
Contudo, o programa não mudou seus eixos principais: modelo de adesão; papéis e responsabilidades das escolas, redes e demais órgãos envolvidos; e valores repassados por escolas.
Em decorrência da boa alocação de recursos no ano passado, com mais de 92% da execução financeira, o PDDE Equidade manteve seu orçamento de R$ 378,2 milhões, que serão distribuídos da seguinte maneira em 2026:
- PDDE Água, Campo e Agroecologia: R$ 93,0 milhões;
- PDDE Diversidades (considerando os eixos de educação bilíngue de surdos; educação de jovens e adultos; educação escolar indígena; educação escolar quilombola; educação para as relações étnico-raciais): R$ 84,9 milhões;
- PDDE Sala de Recursos Multifuncionais: R$ 200,3 milhões.
Assessoria de Comunicação Social do MEC, com informações da Secadi
Fonte: Ministério da Educação
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