NACIONAL
Aeroportos do Nordeste registram alta de quase 5% na movimentação de passageiros no 1º semestre
O Nordeste brasileiro continua a ser um dos destinos mais procurados do país. No primeiro semestre de 2025, mais de 19,3 milhões de passageiros passaram pelos principais aeroportos da região, em voos domésticos e internacionais, confirmando como um dos principais destinos para turismo de lazer e para negócios. O dado faz parte do Relatório de Demanda e Oferta da Agência Nacional de Aviação Civil (Anac), divulgado nesta semana. Segundo o levantamento, o número representa um crescimento de 4,9% em relação ao mesmo período de 2024, quando 18,4 milhões circularam pelos terminais.
De acordo com o levantamento, a região Nordeste tem três aeroportos figurando entre os principais terminais do país em número de movimentação. Juntos, os aeroportos de Recife (PE), de Salvador (BA) e de Fortaleza (CE) receberam mais de 11,2 milhões de passageiros.
A capital pernambucana teve o aeroporto mais movimentado durante o primeiro semestre. Entre os voos, 4,68 milhões passaram pelo Aeroporto Internacional de Recife. O número representa um crescimento de 2,5% em relação ao mesmo período do ano passado (4,57 milhões), confirmando o terminal como principal hub da região, com rotas diretas para capitais de outras regiões do Brasil e conexões com países da América Latina e Europa.
Já na Bahia, o terminal de Salvador teve um crescimento expressivo de 5,1% em relação ao primeiro semestre do ano passado, com 3,7 milhões de passageiros. No ano anterior foram 3,5 milhões. Em seguida, vem o Aeroporto de Fortaleza, no Ceará, com mais de 2,8 milhões de viajantes e um crescimento de 7,4% em relação a 2024, quando 2,6 milhões movimentaram o local.
Os maiores aumentos percentuais, no entanto, foram registrados em aeroportos nos aeroportos de Maceió (AL), com 1,4 milhão de passageiros e aumento de 14,1% frente a 2024 (1,2 milhão), e de Porto Seguro, na Bahia, com 1,17 milhão e 15% a mais do que no primeiro semestre do ano passado (1,02 milhão).
O ministro de Portos e Aeroportos, Silvio Costa Filho, comemorou os números e confirmou que esse é “o melhor período da aviação civil para o Brasil”. Segundo ele, o Nordeste vem ganhando força no setor devido aos investimentos feitos na região e à expansão da malha aérea. “É um ganho imenso para a região e para o país, pois gera empregos, promove o turismo e alavanca a economia dos estados do Nordeste”, garantiu.
Fechando a lista dos 10 terminais nordestinos mais movimentados no semestre, aparecem São Gonçalo do Amarante (RN), com 1,13 milhão, Santa Rita (PB), 871.012, o Aeroporto Internacional de Aracaju (SE), com 635.910 e o aeroporto de Teresina (PI), com 521.932.
“O aumento expressivo no número de passageiros nos aeroportos do Nordeste consolida a região como uma das mais fortes do país em movimentação aérea e comprova o bom momento da economia nacional. Com a economia aquecida, mais turistas circulam, novas oportunidades de negócio surgem e mais investimentos chegam nos nove estados nordestinos, fazendo com que mais pessoas passem por nossos terminais aéreos”, reforçou Daniel Longo, diretor de Outorgas e Políticas Regulatórias da Secretaria Nacional de Aviação Civil.
O crescimento na aviação civil brasileiro ocorreu em todo o país no primeiro semestre deste ano. Segundo levantamento do Ministério de Portos e Aeroportos, com base no Relatório de Demanda e Oferta da Agência Nacional de Aviação Civil (Anac), 61,8 milhões de passageiros viajaram em voos domésticos e internacionais pelo país, um crescimento de 10% na comparação com o mesmo período do ano passado, quando 56,2 milhões de viajantes passaram pelos terminais brasileiros.
Assessoria Especial de Comunicação Social
Ministério de Portos e Aeroportos
Fonte: Portos e Aeroportos
NACIONAL
InovaSUS Digital seleciona 75 instituições públicas de ensino
O Laboratório InovaSUS Digital selecionou, em resultado preliminar, 75 instituições públicas de ensino para integrar a iniciativa, que busca fortalecer a transformação digital no Sistema Único de Saúde (SUS). A seleção do Edital nº 1/2026, conduzido pelo Ministério da Saúde (MS) em parceria com o Ministério da Educação (MEC), está conectada às estratégias dos programas SUS Digital e do Agora Tem Especialistas, voltadas à ampliação do acesso da população a serviços especializados e à modernização dos sistemas de informação do SUS. O resultado preliminar do edital está disponível no site do MS.
Ao todo, o edital recebeu 657 propostas de diferentes organizações interessadas em contribuir com soluções tecnológicas inovadoras para a saúde pública. Desse total, 383 proponentes foram habilitados, incluindo 16 institutos federais e 59 instituições públicas de ensino superior, além de instituições privadas de ensino, empresas, startups e outros perfis institucionais.
A participação das instituições públicas de ensino reforça a contribuição das universidades federais e da Rede Federal de Educação Profissional, Científica e Tecnológica no desenvolvimento de pesquisas, tecnologias e soluções inovadoras que podem ser incorporadas às políticas públicas. As propostas selecionadas passarão a integrar o ambiente colaborativo do Laboratório InovaSUS Digital, criado para estimular a cooperação entre governo, instituições de ensino, centros de pesquisa e setor produtivo no desenvolvimento de tecnologias aplicadas à saúde.
De acordo com o ministro de Estado da Educação, Leonardo Barchini, a participação das instituições públicas de ensino contribui com material de excelência no aprimoramento da transformação digital do SUS. “Com a expertise de nossas instituições públicas de educação superior e da Rede Federal de Educação Profissional, poderemos colaborar com a transformação digital do SUS para melhorar a eficiência e a qualidade do atendimento aos cidadãos. No MEC, nosso objetivo ao apoiar a ação do Ministério da Saúde é contribuir com iniciativas que impactem diretamente a vida dos brasileiros.”
Com a publicação do resultado preliminar, o Ministério da Saúde inicia a próxima fase do processo, que prevê o aprofundamento das propostas habilitadas. O objetivo é transformar as iniciativas apresentadas em soluções capazes de gerar impacto concreto na organização e na oferta de serviços do SUS. As soluções selecionadas poderão, futuramente, subsidiar parcerias estratégicas e processos de compras públicas de inovação, conforme avaliação técnica, jurídica e de conveniência do governo federal.
Seleção – Para participar do edital, as propostas deveriam estar alinhadas a eixos estratégicos como interoperabilidade e padrões de dados; telessaúde e serviços digitais ao paciente; dispositivos médicos e internet das coisas; gestão da informação em saúde; medicina de precisão; e aplicação de inteligência artificial.
Entre os critérios considerados na avaliação estavam relevância institucional, urgência do problema apresentado, potencial de escalabilidade, viabilidade técnica e grau de inovação. Para serem habilitadas, as propostas precisaram alcançar pontuação mínima de 60 pontos.
As instituições participantes também deveriam demonstrar capacidade técnica e experiência em saúde digital, além de atender a requisitos jurídicos e fiscais e apresentar compromisso com princípios éticos, governança, segurança da informação e proteção de dados pessoais, em conformidade com a Lei Geral de Proteção de Dados (LGPD).
Assessoria de Comunicação Social do MEC, com informações do MS
Fonte: Ministério da Educação
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