NACIONAL

13.910 segurados são atendidos em mutirões nos dias 27 e 28 de setembro

Nos dias 27 e 28 de setembro, a Perícia Médica Federal atendeu 13.910 pessoas em esquema de mutirão por todo o Brasil. A maior parte dos atendimentos foi feita por telemedicina. Os mutirões ampliam o acesso da população à perícia médica, especialmente em regiões com escassez de peritos, reduzindo o tempo de espera e evitando que os segurados enfrentem longos deslocamentos para obter atendimento.

A região com maior quantidade de atendimentos foi a Nordeste, com 4.918 tarefas concluídas. Regiões Norte e Centro-Oeste tiveram 3.746 perícias. Na Região Sul foram 3.340 atendimentos.

Mais de 100 unidades da Previdência participaram dos mutirões. As Agências da Previdência Social com maior número de atendimentos foram: APS Joinville-SC, com quase 800 atendimentos; APS Visconde de Guarapuava, em Curitiba-PR, com 658; e APS Benefício por Incapacidade, em Goiânia-GO, com 649 atendimentos.

A pedagoda Ana Clara Lira foi uma das pessoas atendidas no mutirão e ficou satisfeita: “O que eu precisava resolver foi tudo resolvido. Eu aconselho que as pessoas corram atrás desses mutirões porque eles são essenciais e eu posso provar que funcionou”, disse.

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Zenilda de Oliveira é professora e também passou por perícia. “Foi ótimo, um adiantamento muito bom pra gente. Foi rápido. Muito bem organizado”, elogiou.

As perícias conectadas foram feitas para a concessão de benefícios por incapacidade temporária (antigo auxílio-doença) que não foram conformados no Atestmed (análise documental), além de avaliações médicas de requerimentos e revisões de Benefício de Prestação Continuada (BPC) à pessoa com deficiência.

Fonte: Ministério da Previdência Social

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NACIONAL

Grupo discute saúde e condições de trabalho docente

O Ministério da Educação (MEC) instituiu o grupo de trabalho (GT) sobre as condições de trabalho e saúde ocupacional do magistério na primeira infância. O objetivo é elaborar recomendações para o aprimoramento de políticas públicas relacionadas às condições de saúde desses profissionais. O colegiado foi instituído por meio da Portaria nº 725, de 13 de agosto de 2026, publicada no Diário Oficial da União nesta sexta-feira (14).

Com base em estudos, o GT reunirá e sistematizará evidências científicas para produzir recomendações que contribuam para o aprimoramento de políticas públicas relacionadas à saúde ocupacional, à ergonomia e às condições de trabalho dos profissionais que atuam na primeira infância.

O grupo será liderado pela Coordenação-Geral de Articulação Federativa da Subsecretaria da Política Nacional Integrada da Primeira Infância (SNPPI) e será composto por representantes do MEC; do Conselho Nacional de Educação (CNE); da União Nacional dos Conselhos Municipais de Educação (UNCME); da União Nacional dos Dirigentes Municipais de Educação (Undime); do Conselho Nacional de Secretários de Educação das Capitais; do Instituto Rui Barbosa; da Associação Nacional dos Membros dos Tribunais de Contas; do Gabinete de Articulação para a Efetividade da Política da Educação; da Associação Nacional de Pós-Graduação e Pesquisa em Educação; da Associação Nacional de Política e Administração da Educação; da Associação Nacional pela Formação dos Profissionais de Educação; da Rede Nacional Primeira Infância; da Confederação Nacional dos Trabalhadores em Educação; do Sindicato dos Trabalhadores nas Unidades de Educação Infantil da Rede Direta e Autárquica do Município de São Paulo; e do Fórum Nacional de Educação.

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O prazo de duração do GT será de 120 dias, prorrogável uma única vez por até 30 dias. Ao final das atividades, o documento com as recomendações será apresentado ao subsecretário da Política Nacional Integrada da Primeira Infância do MEC.

Assessoria de Comunicação Social do MEC, com informações da Secretaria-Executiva

Fonte: Ministério da Educação

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