MINISTÉRIO PÚBLICO MT

Vida Plena celebra o Mês da Saúde Ocupacional com ampla programação

Abril é o “Mês da Saúde Ocupacional” no Ministério Público do Estado de Mato Grosso (MPMT), com atividades previstas para o mês inteiro voltadas à saúde dos membros, servidores, estagiários e terceirizados. O Vida Plena, Núcleo de Qualidade de Vida no Trabalho, preparou uma programação especial que contempla atividades voltadas à ginástica laboral e à ergonomia, que é o conjunto de regras e procedimentos que visam os cuidados com a saúde profissional dentro e fora do ambiente de trabalho.

O projeto Ativamente, que leva o estímulo à prática de atividades físicas junto ao público interno do MPMT, ganha uma nova roupagem: uma vez por mês irá até os departamentos da Procuradoria-Geral de Justiça (PGJ) e realizará a ginástica laboral de forma híbrida. A primeira aula está marcada para o dia 5 de abril (quarta-feira) com o quadro funcional do Departamento de Gestão de Pessoas (DGP).

A finalidade é estimular a prática de exercícios físicos e alongamentos no local onde estão os integrantes do MPMT, uma vez que os benefícios da ginástica laboral são conhecidos pela Medicina e aliados na prevenção de lesões, redução do estresse, promoção do bem-estar mental e emocional. “É uma novidade que a gente apresenta no mês de abril e que será mantida de agora em diante, ao longo do ano”, destacou a profissional de educação física do Núcleo Vida Plena, Fabiane Martins. 

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Somado a ginástica laboral, ao longo do “Mês da Saúde Ocupacional”, outras formas de comunicação serão desenvolvidas para que a atividade física faça parte da rotina profissional de membros, servidores, estagiários e terceirizados. Na primeira semana do mês haverá a divulgação de material em vídeo e peças visuais que tratam sobre o pescoço e sua anatomia.

O pescoço é uma parte do corpo humano que mais acumula tensão no dia a dia. Com a rotina pessoal e profissional é comum sentirmos certo desconforto no corpo. Isso ocorre porque há diversos músculos no pescoço que se contraem excessivamente ao longo do dia, principalmente quando mantemos a mesma posição ou os mesmos movimentos durante nossas atividades diárias.
 
Considerando que passamos grande parte do tempo no trabalho, a ergonomia e a ginástica são temáticas importantes para o conhecimento e aplicação do público interno. O MPMT investiu amplamente em cadeiras ergonômicas adequadas para uma postura correta, apoio para os pés, monitores na altura do olhar, mesas confortáveis, dentre outros aspectos.

As doenças osteomusculares e psicossomáticas continuam sendo a principal causa de afastamento para tratamento de saúde no MPMT. Por essa razão as campanhas do Núcleo de Qualidade de Vida do MPMT relacionadas à saúde são a tônica do mês de abril, com propostas para os cuidados com a saúde no ambiente profissional. 

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Aguarde as surpresas que teremos para este mês e participe com a gente das atividades preparadas especialmente para você.
 

Fonte: Ministério Público MT – MT

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MPMT requer na Justiça suspensão de cortes de árvores em Cuiabá

A 29ª Promotoria de Justiça Cível da Comarca de Cuiabá – Defesa Ambiental e da Ordem Urbanística ajuizou, nesta quinta-feira (2), uma Ação Civil Pública (ACP) com pedido de liminar contra o Município de Cuiabá, apontando falhas na gestão da arborização urbana e nos procedimentos de autorização para poda e supressão de árvores na capital. Na ação, o Ministério Público de Mato Grosso (MPMT) requer a suspensão imediata da emissão de novas autorizações de supressão arbórea, bem como dos efeitos das autorizações já concedidas, até que sejam adotados critérios técnicos adequados para esse tipo de intervenção. O MPMT também pede, em caráter emergencial, a paralisação das atividades de retirada e supressão das árvores ainda remanescentes nas obras de mobilidade urbana executadas na Avenida Fernando Corrêa da Costa/BR-163, em frente à empresa Copagás, no bairro São Francisco, na saída de Cuiabá para Rondonópolis. No mérito, o MPMT requer o reconhecimento da inadequação dos atos administrativos que autorizaram a supressão de árvores sem observância dos objetivos de proteção e prevenção ambiental. A ação busca ainda a responsabilização do Município pelos danos ambientais e climáticos decorrentes dessas intervenções, com condenação ao pagamento de indenização por danos morais coletivos em valor não inferior a R$ 500 mil. O Ministério Público também pede que o Município seja obrigado a instituir protocolo técnico para poda e supressão arbórea, com critérios voltados à mitigação de impactos, compensação por equivalência ecológica, transplante de árvores quando tecnicamente recomendado e monitoramento contínuo. Além disso, requer a recomposição das árvores adultas removidas em intervenções viárias e a revisão das autorizações concedidas fora de parâmetros técnicos adequados, com apresentação de relatório contendo todos os atos administrativos que embasaram supressões arbóreas nos últimos dois anos. De acordo com o promotor de Justiça Carlos Eduardo Silva, os elementos reunidos pelo Ministério Público revelam um cenário de desorganização na política municipal de arborização urbana. Entre os episódios destacados está a retirada de árvores de grande porte na Rua Baltazar Navarros, no bairro Bandeirantes, que teria ocorrido mediante autorização administrativa posteriormente questionada. Outro caso envolve a erradicação de 24 árvores em área pública, com previsão de supressão de até 82 indivíduos arbóreos em razão de obras de intervenção viária na Avenida Fernando Corrêa da Costa. Segundo o MPMT, árvores adultas foram removidas sem a adoção adequada de medidas como transplante, compensação ecológica equivalente e recomposição imediata da cobertura vegetal.Na ACP, o promotor destaca a relevância da arborização para a qualidade ambiental das cidades. “A arborização urbana configura elemento essencial do meio ambiente artificial, exercendo funções fundamentais quanto à regulação térmica, melhoria da qualidade do ar, retenção hídrica e proteção da saúde pública”, afirma. Ele acrescenta que os benefícios são ainda mais significativos em uma cidade de clima quente como Cuiabá. “Árvores e áreas verdes ajudam a diminuir a temperatura local por meio da oferta de sombra e da evapotranspiração, podendo refrescar em até 5ºC as regiões densamente urbanizadas”, aponta. Para o promotor de Justiça, a substituição de árvores adultas por mudas jovens não é capaz de compensar, em curto prazo, a perda dos serviços ambientais proporcionados pela vegetação consolidada. Na avaliação dele, a atual condução da política municipal de arborização representa um “inequívoco retrocesso ambiental e climático”. Ainda segundo Carlos Eduardo Silva, “chega-se à conclusão que a política municipal de gestão e planejamento da arborização urbana apresenta sérias deficiências estruturais”.

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Fonte: Ministério Público MT – MT

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