MINISTÉRIO PÚBLICO MT

Projeto vai atender 20 reeducandos do sistema prisional em Sorriso

Vinte reeducandos do Centro de Ressocialização de Sorriso (município distante 397 km de Cuiabá) serão atendidos pelo projeto Reconstruindo Sonhos, desenvolvido pelo Ministério Público do Estado de Mato Grosso com apoio de várias instituições. O lançamento do projeto no município aconteceu nesta terça-feira (28). A finalidade é a ressocialização de pessoas que estão privadas de liberdade.

Os encontros acontecerão todas as terças-feiras. A previsão é que a execução do projeto dure três meses. “Iniciamos hoje as atividades do projeto no Centro de Ressocialização de Sorriso com a expectativa de auxiliar os reeducandos no processo de reinserção social, como forma de atender aos fundamentos da pena relativos à prevenção e ressocialização”, afirmou o promotor de Justiça Luiz Fernando Rossi Pipino.

A iniciativa é dividida em duas etapas. Na primeira, chamada de “Ampliação do sentido da vida”, serão realizados encontros semanais, nos quais são abordados temas como valores, humanização e espiritualidade, relações interpessoais, família, comunicação, trabalho, perspectiva de futuro, planejamento, entre outros. Terminada essa fase, o projeto segue com a oferta de cursos profissionalizantes, etapa chamada de “Qualificação profissional”.

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São parceiros do protejo o Tribunal de Justiça do Estado de Mato Grosso (TJMT), Defensoria Pública do Estado de Mato Grosso, Secretaria Adjunta de Administração Penitenciária,  Secretaria de Ciência, Tecnologia e Inovação (SECITECI), Serviço Nacional de Aprendizagem Rural de Mato Grosso (SENAR), Ordem dos Advogados do Brasil seccional Mato Grosso (OABMT), Conselho da Comunidade de Execução Penal de Sorriso (CONCEP), Conselho Comunitário de Segurança Pública de Sorriso (CONSEG), Fundação Nova Chance, Nova Acrópole Cuiabá e Instituto Ação Pela Paz.

Participaram do lançamento do protejo a equipe do CAO Criminal e da Execução Penal, as servidoras Amanda Freire Amorim e Waldicele Duarte; o defensor público Thiago Almeida Morato Mendonça; a vice -presidente da 17ª Subseção em Sorriso da Ordem dos Advogados do Brasil, Karina Wu Zorub; o presidente do CONSEG de Sorriso, Gilvano de Ávila; o presidente do CONCEP de Sorriso, Gilberto Carlos Gasparotto e as representantes do Sindicato Rural de Sorriso e do SENAR/MT, Kemily Segobia da Silva e Farid Tenório do Santos.

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Fonte: Ministério Público MT – MT

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Segunda fase da Operação Gomorra cumpre 26 ordens judiciais

Nesta quarta-feira (1º), durante a segunda fase da Operação Gomorra, foram cumpridas 26 ordens judiciais, sendo oito mandados de busca e apreensão, uma medida de afastamento de sigilo fiscal, quatro afastamentos cautelares de servidores públicos e 13 ordens de indisponibilidade de bens e arresto de ativos financeiros. A operação conduzida pelo Ministério Público de Mato Grosso (MPMT), por meio do Núcleo de Ações de Competência Originária Criminal (Naco Criminal), investiga supostas fraudes em processos licitatórios e na execução de contratos firmados com a administração pública. Durante o cumprimento dos mandados, as equipes apreenderam R$ 17 mil em espécie na residência de um dos investigados. Além disso, o Naco Criminal requereu à Justiça o bloqueio de ativos financeiros que somam mais de R$ 2,9 milhões. A medida visa assegurar eventual ressarcimento aos cofres públicos e preservar recursos que possam estar relacionados aos fatos apurados. A ação contou com apoio da Polícia Civil, da Controladoria-Geral do Estado (CGE) e do Grupo de Atuação Especial de Combate ao Crime Organizado (Gaeco).As diligências foram realizadas nos municípios de Cuiabá e Campo Verde. Na capital, os mandados foram cumpridos em residências e empresas ligadas aos investigados. Já em Campo Verde, as ações ocorreram na Prefeitura Municipal e nas residências de dois servidores públicos investigados.A nova etapa da operação também incluiu medidas de quebra de sigilos telemático e fiscal, além do afastamento de servidores públicos de suas funções e da indisponibilidade de bens de investigados, entre particulares e agentes públicos.Segundo o MPMT, as determinações judiciais têm como objetivo aprofundar as investigações, reunir novas provas e apurar a eventual participação de agentes públicos e particulares em irregularidades relacionadas a contratos administrativos e procedimentos licitatórios.

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Fonte: Ministério Público MT – MT

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