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Projeto encerra 2ª etapa com participação expressiva em municípios

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O projeto Prevenção Começa na Escola, desenvolvido pelo Ministério Público do Estado de Mato Grosso por meio da Procuradoria de Justiça Especializada da Criança e do Adolescente, encerrou nesta quarta-feira (25), no município de Cláudia, distante 587 km de Cuiabá, a segunda etapa de apresentações da peça “Inocentes Pétalas Roubadas”.

Somente na cidade de Cláudia, cerca de 800 alunos de escolas da rede municipal, estadual e também da zona rural participaram do evento. Além da comunidade escolar, o projeto foi prestigiado por integrantes da Rede de Proteção à Criança e ao Adolescente, como promotores de Justiça, juízes, delegados, prefeito, secretários municipais, Conselho Tutelar, entre outros.

O procurador de Justiça Paulo Roberto Jorge do Prado, que está à frente da iniciativa, juntamente com as Promotorias de Justiça das comarcas contempladas, ressalta que nesta segunda etapa o projeto também passou por Sinop e Colíder. “Foram três dias de intensa felicidade. Em todos os municípios que já passamos com o projeto percebemos um grande envolvimento dos integrantes da rede de proteção. As apresentações têm alcançado um sucesso espetacular”, comemorou.

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Segundo informações da Procuradoria Especializada, em Sinop e Colíder foram registrados cerca de 800 participantes nas duas apresentações efetuadas em cada um dos municípios. A terceira etapa do projeto será retomada no próximo dia 07 com apresentações em São Félix do Araguaia, Água Boa (08/11) e Paranatinga (09/11).

Na última etapa as apresentações ocorrerão em Sapezal (21/11) e Diamantino (22/11). Até o momento, o Prevenção Começa na Escola também já passou por Vila Bela da Santíssima Trindade, Pontes e Lacerda, Jauru e Cáceres.

O objetivo do projeto é transmitir de maneira simples, direta e objetiva mensagens orientativas e preventivas sobre importantes temas vivenciados por crianças e adolescentes no ambiente escolar, como o bullying, assédio sexual, drogas, gravidez na adolescência, entre outros. A peça teatral “Inocentes Pétalas Roubadas” é apresentada pela da Cia. Vostraz, parceira da iniciativa.

Fonte: MP MT

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MP investiga suspeita de irregularidade no tratamento da água

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A 6ª Promotoria de Justiça Cível de Tutela Coletiva do Consumidor da Capital notificou a concessionária responsável pelo abastecimento de água em Acorizal, a Prefeitura Municipal e a agência reguladora para que adotem medidas e prestem esclarecimentos à população sobre a qualidade da água distribuída no município. A medida foi tomada após uma fiscalização conjunta que identificou a suposta utilização de cal destinada à construção civil no processo de tratamento da água fornecida aos moradores. Diante dos indícios encontrados e dos possíveis riscos à saúde pública, o Ministério Público de Mato Grosso (MPMT) instaurou procedimento para apurar a regularidade dos serviços de abastecimento de água e esgotamento sanitário na cidade. A investigação foi motivada por denúncias encaminhadas aos canais de atendimento do Ministério Público, relatando possíveis irregularidades nos sistemas de tratamento de água e esgoto do município. A promotora de Justiça Valnice Silva dos Santos solicitou a realização de uma fiscalização conjunta com a Vigilância Sanitária Estadual, a Delegacia Especializada de Defesa do Consumidor (Decon) e o Procon-MT. Durante a inspeção, realizada no dia 18 de agosto, as equipes encontraram sacos de cal utilizados na construção civil dentro da Estação de Tratamento de Água (ETA). Segundo o relatório da fiscalização, o material estaria sendo empregado no processo de tratamento da água distribuída à população.
De acordo com a promotora de Justiça Valnice Silva dos Santos, a recomendação tem como objetivo assegurar transparência e garantir que os moradores recebam informações claras sobre a qualidade da água consumida e as providências adotadas pelos responsáveis pelo serviço.
“É fundamental que a população tenha acesso a informações sobre a qualidade da água consumida e sobre as providências adotadas para garantir a segurança do abastecimento. A prioridade é proteger a saúde dos moradores e assegurar a regularidade do serviço”, destacou a promotora.
Na recomendação expedida pelo MPMT, os órgãos e entidades notificados devem informar à população as condições atuais do abastecimento, as medidas adotadas para garantir a potabilidade da água e as ações de monitoramento. Também foi solicitada a divulgação periódica dos resultados das análises e das providências implementadas para assegurar a qualidade da água distribuída no município. Além disso, foi estabelecido o prazo de cinco dias para que os notificados apresentem ao MP informações sobre medidas adotadas.

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Fonte: Ministério Público MT – MT

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