MINISTÉRIO PÚBLICO MT
Projeto Canoa promove tour educativo com estudantes em Jauru
Um passeio diferente marcou a tarde de 44 alunos do 4º ano da Escola Municipal Lourdes Maria, em Jauru (a 425 km de Cuiabá), no dia 24 de junho. Acompanhados por professores e guiados pelo promotor de Justiça Eduardo Antônio Ferreira Zaque, os estudantes participaram de um tour educativo passando por pontos turísticos da cidade. A iniciativa é do Projeto Canoa – Educação Patrimonial.A atividade teve como objetivo despertar nas crianças a consciência sobre o valor histórico e social dos bens públicos, além de promover o respeito à memória das pessoas homenageadas com nomes de ruas, praças e repartições públicas. Durante o trajeto, os alunos visitaram locais simbólicos da cidade, como a Praça José Rossi, o Estádio Municipal José Vicente e a sede da Prefeitura Municipal, onde receberam explicações sobre a história e os homenageados de cada espaço.“Foi emocionante ver o interesse genuíno das crianças ao conhecerem os espaços públicos da cidade e aprenderem quem foram as pessoas homenageadas nesses locais. Esse tipo de vivência reforça a identidade cultural e contribui para a formação de cidadãos mais conscientes e comprometidos com o cuidado do patrimônio coletivo”, avaliou o promotor de Justiça Eduardo Zaque, idealizador da atividade.A proposta do passeio também foi de incentivar o sentimento de pertencimento entre os jovens e fortalecer os laços com a história da comunidade em que vivem.Projeto Canoa – É uma iniciativa estratégica do Ministério Público de Mato Grosso que tem como objetivo promover a articulação entre instituições e comunidades, visando ao engajamento da juventude no reconhecimento e valorização dos bens patrimoniais, tanto materiais quanto imateriais, dos municípios. A proposta busca fomentar a conscientização sobre a importância da preservação do patrimônio cultural, além de incentivar a adoção de medidas proativas voltadas ao fortalecimento do controle social e à participação cidadã.
Fonte: Ministério Público MT – MT
MINISTÉRIO PÚBLICO MT
MP investiga suspeita de irregularidade no tratamento da água
A 6ª Promotoria de Justiça Cível de Tutela Coletiva do Consumidor da Capital notificou a concessionária responsável pelo abastecimento de água em Acorizal, a Prefeitura Municipal e a agência reguladora para que adotem medidas e prestem esclarecimentos à população sobre a qualidade da água distribuída no município. A medida foi tomada após uma fiscalização conjunta que identificou a suposta utilização de cal destinada à construção civil no processo de tratamento da água fornecida aos moradores. Diante dos indícios encontrados e dos possíveis riscos à saúde pública, o Ministério Público de Mato Grosso (MPMT) instaurou procedimento para apurar a regularidade dos serviços de abastecimento de água e esgotamento sanitário na cidade. A investigação foi motivada por denúncias encaminhadas aos canais de atendimento do Ministério Público, relatando possíveis irregularidades nos sistemas de tratamento de água e esgoto do município. A promotora de Justiça Valnice Silva dos Santos solicitou a realização de uma fiscalização conjunta com a Vigilância Sanitária Estadual, a Delegacia Especializada de Defesa do Consumidor (Decon) e o Procon-MT. Durante a inspeção, realizada no dia 18 de agosto, as equipes encontraram sacos de cal utilizados na construção civil dentro da Estação de Tratamento de Água (ETA). Segundo o relatório da fiscalização, o material estaria sendo empregado no processo de tratamento da água distribuída à população.
De acordo com a promotora de Justiça Valnice Silva dos Santos, a recomendação tem como objetivo assegurar transparência e garantir que os moradores recebam informações claras sobre a qualidade da água consumida e as providências adotadas pelos responsáveis pelo serviço.
“É fundamental que a população tenha acesso a informações sobre a qualidade da água consumida e sobre as providências adotadas para garantir a segurança do abastecimento. A prioridade é proteger a saúde dos moradores e assegurar a regularidade do serviço”, destacou a promotora. Na recomendação expedida pelo MPMT, os órgãos e entidades notificados devem informar à população as condições atuais do abastecimento, as medidas adotadas para garantir a potabilidade da água e as ações de monitoramento. Também foi solicitada a divulgação periódica dos resultados das análises e das providências implementadas para assegurar a qualidade da água distribuída no município. Além disso, foi estabelecido o prazo de cinco dias para que os notificados apresentem ao MP informações sobre medidas adotadas.
Fonte: Ministério Público MT – MT
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