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Gaeco deflagra mais uma operação contra integrantes de facção criminosa

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O Grupo de Atuação Especial Contra o Crime Organizado (Gaeco), força-tarefa permanente constituída pelo Ministério Público do Estado de Mato Grosso, Polícia Judiciária Civil, Polícia Militar, Polícia Penal e Sistema Socioeducativo, deflagrou nesta quinta-feira (22) mais uma operação contra membros de uma facção criminosa que atua na capital e interior do estado. Denominada “Extremum Agmen”, expressão que em latim significa “Fim da Linha”, a operação cumpre 10 mandados de prisão preventiva e 14 de busca e apreensão.

As ordens judiciais, conforme o Gaeco, estão sendo cumpridas em Cuiabá, Juara, que inclusive possuía um núcleo de lideranças da facção criminosa, e em Sinop. Já foram presas nove pessoas e cumpridos 10 mandados de busca e apreensão. Entre os itens apreendidos, estão vários celulares e documentos.

Ao todo, 40 agentes estão envolvidos na operação. Na Capital, a ação contou com a participação de agentes do Gaeco e policiais da Ronda Ostensiva Tático Móvel (Rotam) da Polícia Militar. Em Sinop, além da equipe do Gaeco, policiais militares da Força Tática auxiliaram no cumprimento dos mandados judiciais. Em Juara, policiais militares da Força Tática do Comando Regional de Juína também participaram da operação. Policiais penais que atuam nas cadeias públicas e presídios localizados nos três municípios que tiveram alvos também contribuíram para a realização da operação.

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Fonte: Ministério Público MT – MT

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Naco cumpre 12 ordens por suspeita de fraude em licitações

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O Ministério Público de Mato Grosso (MPMT) cumpre, na manhã desta sexta-feira (25), 12 ordens judiciais em Pontes e Lacerda (a 483 km de Cuiabá) contra agentes públicos e pessoas ligadas à iniciativa privada investigados por supostas irregularidades em contratos firmados pela Prefeitura entre 2017 e 2024. A operação é coordenada pelo Núcleo de Ações de Competência Originária (Naco), que apura possíveis crimes de fraude em licitações, lavagem de dinheiro e associação criminosa. Segundo a investigação, há indícios de favorecimento da empresa Concretubos Pré-Moldados Ltda. em contratos celebrados com o município. Conforme o Naco, foram identificados sete contratos entre a empresa e a administração municipal. Desses, cinco foram firmados entre 2022 e 2023 e totalizaram cerca de R$ 4,7 milhões. Com a atualização monetária, o valor alcança R$ 5,78 milhões. As investigações também apontaram possíveis vínculos familiares, empresariais e funcionais entre agentes públicos e particulares relacionados às contratações. Relatórios do Conselho de Controle de Atividades Financeiras (Coaf) também identificaram movimentações financeiras suspeitas. A investigação também identificou a compra da propriedade rural Estância Rancho Fundo I pelo ex-prefeito de Pontes e Lacerda, Alcino Pereira Barcelos. De acordo com a apuração, a negociação previa o pagamento por meio da entrega de 100 cabeças de gado da raça Nelore. Os investigadores não encontraram registros oficiais de movimentação pecuária compatíveis com a transação. As medidas autorizadas pela Justiça incluem mandados de busca e apreensão, acesso a dados telemáticos, quebra dos sigilos bancário, fiscal e financeiro dos investigados, além da indisponibilidade de bens, direitos e valores. A ação conta com apoio da Polícia Civil ( PJC) e da Controladoria-Geral do Estado (CGE).

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Fonte: Ministério Público MT – MT

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