MINISTÉRIO PÚBLICO MT

Gaeco cumpre 3 ordens judiciais contra organização criminosa em Sinop

O Grupo de Atuação Especial Contra o Crime Organizado (Gaeco), força-tarefa integrada pelo Ministério Público do Estado de Mato Grosso, Polícia Militar, Polícia Judiciária Civil, Polícia Penal e Sistema Socioeducativo, cumpriu nesta segunda-feira (08/12) a terceira fase da Operação Boca Vermelha.O objetivo da operação é desarticular e descapitalizar uma organização criminosa que atua em Sinop e região. A decisão foi autorizada pela 5ª Vara Criminal de Sinop, após representação do Gaeco/Sinop. A justiça determinou o cumprimento de três ordens judiciais, incluindo mandados de prisão preventiva, busca e apreensão domiciliar e pessoal, além de ordens de sequestro de valores e bens.As investigações apontaram atividades ilícitas relacionadas ao tráfico de drogas, todas vinculadas à facção criminosa Comando Vermelho. O Gaeco identificou que uma das investigadas exercia função central dentro da estrutura criminosa, sendo responsável pelo recolhimento de valores provenientes do tráfico e de crimes praticados pelo grupo e repassava as quantias à liderança da facção.Nesta fase, a operação contou com o apoio da Polícia Militar, por meio do 3º Comando Regional e da 26ª CIPM de Força Tática.Denúncias relacionadas a facções criminosas podem ser feitas de forma anônima pelos seguintes canais: Ouvidoria do Ministério Público de Mato Grosso (127), Polícia Militar (190) ou Polícia Civil (197).

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Fonte: Ministério Público MT – MT

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MINISTÉRIO PÚBLICO MT

Falta de segurança em cadeia pública feminina é apontada pelo MPMT

O Ministério Público do Estado de Mato Grosso (MPMT), por meio da Promotoria de Justiça de Nortelândia, expediu Notificação Recomendatória à Secretaria Adjunta de Administração Penitenciária (SAAP/MT) e à direção da Cadeia Pública Feminina do município para adoção de medidas emergenciais diante da superlotação crítica da unidade. A atuação tem como objetivo garantir a segurança, a dignidade das pessoas privadas de liberdade e a integridade dos servidores públicos.A recomendação foi emitida após inspeção que constatou um cenário de colapso estrutural e operacional. Atualmente, a unidade abriga 136 mulheres, mais que o dobro de sua capacidade, que é de 60 vagas. O quadro de superlotação, somado a falhas graves de segurança, saúde e assistência, culminou em um motim registrado em 31 de dezembro de 2025, com agressões, tomada de reféns e ameaças a policiais penais.Diante da gravidade da situação, o promotor de Justiça Phillipe Alves Mesquita recomendou a interrupção imediata do ingresso de novas presas na cadeia feminina de Nortelândia e a transferência urgente de 76 custodiadas excedentes para outras unidades do Estado que disponham de vagas e condições adequadas. As providências devem ser adotadas em prazos definidos, com resposta formal à Promotoria de Justiça e acompanhamento direto e contínuo das medidas implementadas.

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Fonte: Ministério Público MT – MT

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