POLÍCIA FEDERAL

PF combate tráfico internacional de peças e acessórios de armas de fogo em MG

Varginha/MG. A Polícia Federal deflagrou, nesta quinta-feira 30/4, a Operação Entreposto para apurar comércio ilegal, contrabando, descaminho e tráfico internacional de peças e acessórios de armas de fogo, supostamente a partir da cidade de Caldas/MG.

As apurações indicam um esquema estruturado de aquisição, armazenamento e venda de produtos controlados, inclusive por plataformas digitais, com envio para vários estados.

Os investigados, registrados como CACs, teriam usado essa condição para adquirir produtos controlados e revendê-los ilegalmente. Parte dos destinatários possui ligação com o “universo” de armas, como agentes públicos e CACs, havendo também remessas a pessoas com antecedentes criminais, inclusive a indivíduos ligados a facções criminosas no Rio de Janeiro.

Quebras de dados permitiram identificar dezenas de transações suspeitas, incluindo importações recorrentes, principalmente da China e dos Estados Unidos.

A Justiça Federal autorizou mandados de busca e apreensão em endereços dos investigados, para apreensão de armas, munições, peças, acessórios, documentos e dispositivos eletrônicos. Também foi determinada a suspensão dos Certificados de Registro (CR) e das armas vinculadas, diante do risco de reiteração delitiva.

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Os investigados poderão responder por contrabando, descaminho, comércio ilegal e tráfico internacional de acessórios e peças de armas de fogo, com penas que podem ultrapassar 12 anos de reclusão.

Comunicação Social da Polícia Federal em Minas Gerais
Contato: (31) 3168-6342
E-mail: [email protected]

Fonte: Polícia Federal

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POLÍCIA FEDERAL

PF combate tráfico internacional de brasileiros para centros de golpes no Sudeste Asiático

São Paulo/SP. A Polícia Federal realizou, nesta terça-feira (14/7), uma ação para apurar o tráfico internacional de brasileiros destinados a centros de golpes no Sudeste Asiático.

Foi cumprido um mandado de busca e apreensão em São José dos Campos/SP. A medida foi autorizada pela 6ª Vara Federal de Santos, que também decretou a prisão preventiva de um dos investigados. Ele está no exterior.

A investigação começou após comunicação do Ministério das Relações Exteriores sobre a repatriação de brasileiros com indícios de terem sido vítimas de tráfico de pessoas na região de fronteira entre Camboja e Vietnã.

As investigações identificaram um esquema de recrutamento de brasileiros para os chamados scam centers. Nesses locais, as vítimas eram submetidas a trabalho forçado para aplicar fraudes eletrônicas contra pessoas em diversos países.

Os investigados ofereciam falsas oportunidades de emprego no exterior. Prometiam altos salários e pagamento das despesas de viagem.

No destino, as vítimas tinham os passaportes retidos. Eram privadas de liberdade. Também eram obrigadas, sob ameaças e agressões, a praticar fraudes eletrônicas.

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Em um dos casos, o recrutamento foi feito por uma pessoa do círculo de convivência da própria vítima.

Um dos investigados, de 29 anos, está no Camboja desde julho de 2025. A Justiça determinou sua prisão preventiva e incluiu seu nome na difusão vermelha da Interpol.

O segundo investigado, também de 29 anos e morador de São José dos Campos/SP, cumprirá medidas cautelares. Ele está proibido de deixar o país. Também deverá entregar o passaporte, comparecer mensalmente em juízo e não poderá sair da cidade onde reside por mais de cinco dias sem autorização judicial.

As vítimas já retornaram ao Brasil. Elas recebem acompanhamento das autoridades brasileiras. Suas identidades são preservadas por força de lei.

Os investigados poderão responder pelo crime de tráfico internacional de pessoas.

Comunicação Social da Polícia Federal em São Paulo
Tel.: (11) 2445-2212

Fonte: Polícia Federal

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