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Escola Institucional oferece 1º curso do projeto Trilhas Organizacionais

O projeto Trilhas Organizacionais, desenvolvido pelo Centro de Estudos e Aperfeiçoamento Funcional (CEAF) – Escola Institucional do Ministério Público do Estado de Mato Grosso, disponibilizou nesta semana o curso “Segurança da Informação” a membros, servidores e estagiários do MPMT. A qualificação é ministrada por servidores do Departamento de Tecnologia da Informação (DTI) e está disponível na modalidade de ensino a distância, na Plataforma de Aprendizagem do Ceaf.

O coordenador da Escola Institucional, promotor de Justiça Antonio Sergio Cordeiro Piedade, explica que o projeto surgiu a partir das reuniões de construção do Plano Anual de Capacitação (2023) com as equipes e chefes de departamentos. “O projeto visa a realização de iniciativas destinadas a pesquisa, utilizando-se da produção de registros audiovisuais que contemplem as práticas de gestão de processos dos departamentos da Procuradoria-Geral de Justiça”, afirmou.

Ele argumenta que o Trilha Organizacional potencializa a gestão do conhecimento, melhora o fluxo de informações, capacita a organização com maior agilidade e produz entregas mais qualificadas e alinhadas às necessidades dos usuários.

O curso Segurança da Informação possui carga horária de uma hora.  É ministrado pelo assessor de Tecnologia do DTI, Kembolle Amilkar de Oliveira. O conteúdo programático inclui abordagens sobre segurança de dispositivos móveis, navegação segura, compra segura, assinatura digital, segurança de dispositivos corporativos e home office, engenharia social e vazamento de dados pessoais e corporativos.

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Capacitação interna – O projeto Trilhas Organizacionais contempla ainda cursos destinados ao público interno de cada departamento. Na segunda-feira (28), por exemplo, a equipe do DTI participará de um curso sobre segurança da informação intermediária.
 

Fonte: Ministério Público MT – MT

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TJ nega recurso e mantém condenação de réu a 42 anos por homicídio

A Primeira Câmara Criminal do Tribunal de Justiça de Mato Grosso negou o recurso de apelação interposto pela defesa de Alex Júnior Cardoso e manteve a condenação a 42 anos, nove meses e sete dias de reclusão, em regime inicial fechado, além de 824 dias-multa, pelo homicídio de Clever Luciano Venâncio, reconhecido como praticado em contexto de homofobia. Alex foi julgado pelo Tribunal do Júri de Rio Branco (a 356 km de Cuiabá), em dezembro de 2025.O Conselho de Sentença condenou o réu pelos crimes de homicídio qualificado, furto majorado, tráfico de drogas e organização criminosa armada, ao reconhecer a materialidade e a autoria dos delitos. Conforme decidido pelos jurados, o homicídio foi praticado por motivo fútil, mediante dissimulação e com o emprego de arma de fogo de uso restrito e resultou em uma pena de 29 anos, 9 meses e 9 dias de reclusão.Ao votar pela manutenção da sentença, em abril de 2026, o desembargador relator Wesley Sanchez Lacerda afirmou que “não há qualquer ilegalidade ou injustiça na aplicação da pena, que se mostra compatível com a gravidade dos fatos”. O magistrado também reforçou que “o agir do acusado se revestiu de grau acentuado de censurabilidade, na medida em que dirigido contra a vítima em contexto que evidenciou intolerância e desprezo por característica pessoal sensível, historicamente marcada por estigmatização e violência”.O crime ocorreu em junho de 2024, na zona rural de Lambari D’Oeste, quando Alex Júnior Cardoso atraiu Clever Luciano Venâncio para um local isolado após simular interesse sexual. Segundo os autos, o réu agiu de forma planejada e utilizou uma arma de fogo de uso restrito para matar a vítima. Após o homicídio, ele se apropriou de pertences de Clever, incluindo dinheiro e bens pessoais, e fugiu do local.

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Foto: Freepik.

Fonte: Ministério Público MT – MT

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