MINISTÉRIO PÚBLICO MT
Cronograma de apresentações de peça teatral contempla 22 municípios
O projeto Prevenção Começa na Escola, desenvolvido pelo Ministério Público do Estado de Mato Grosso, retomará as apresentações em unidades de ensino do estado da peça “Inocentes Pétalas Roubadas” a partir de fevereiro. Serão seis etapas de apresentações, que vão acontecer em 22 municípios. A iniciativa é coordenada pelo titular da Procuradoria de Justiça Especializada na Defesa da Criança e do Adolescente, procurador de Justiça Paulo Roberto Jorge do Prado.
O objetivo do projeto é transmitir de maneira simples, direta e objetiva mensagens orientativas e preventivas sobre importantes temas vivenciados por crianças e adolescentes no ambiente escolar, como o bullying, assédio sexual, drogas, gravidez na adolescência, entre outros.
O trabalho é desenvolvido por meio de intervenções culturais, apresentação teatral da peça “Inocentes Pétalas Roubadas”, pela Cia. Vostraz, e mini palestras dos integrantes da rede de proteção à criança e ao adolescente. A primeira etapa de apresentações começará em fevereiro nos municípios de Poconé, Santo Antônio de Leverger, Barão de Melgaço, Jaciara, Juscimeira e Nobres.
O cronograma contempla ainda os municípios de Comodoro, Porto Esperidião, Rio Branco, Mirassol D´Oeste, Nova Ubiratã, Tapurah, São José do Rio Claro, Campo Novo do Parecis, Barra do Bugres, Alto Araguaia, Alto Garças, Pedra Preta, Rondonópolis, Poxoréu, Guiratinga e Primavera do Leste.
Em 2023, o projeto Prevenção Começa na Escola visitou 36 unidades de ensino de Várzea Grande e também esteve em Juara. No segundo semestre de 2022 o projeto contemplou 12 municípios, totalizando 24 apresentações e cerca de 11 mil espectadores.
Ficha técnica: A peça Inocentes Pétalas Roubadas tem elenco formado pelos atores Helouise Fransolin ou Andressa Costa (Rosa), Jhonny Guns (amigo imaginário) e Jorge Fernandes (Bicho papão), com dramaturgia e direção de Maicon DPaula.
Crédito Foto: Cia Vostraz
Fonte: Ministério Público MT – MT
MINISTÉRIO PÚBLICO MT
MP investiga suspeita de irregularidade no tratamento da água
A 6ª Promotoria de Justiça Cível de Tutela Coletiva do Consumidor da Capital notificou a concessionária responsável pelo abastecimento de água em Acorizal, a Prefeitura Municipal e a agência reguladora para que adotem medidas e prestem esclarecimentos à população sobre a qualidade da água distribuída no município. A medida foi tomada após uma fiscalização conjunta que identificou a suposta utilização de cal destinada à construção civil no processo de tratamento da água fornecida aos moradores. Diante dos indícios encontrados e dos possíveis riscos à saúde pública, o Ministério Público de Mato Grosso (MPMT) instaurou procedimento para apurar a regularidade dos serviços de abastecimento de água e esgotamento sanitário na cidade. A investigação foi motivada por denúncias encaminhadas aos canais de atendimento do Ministério Público, relatando possíveis irregularidades nos sistemas de tratamento de água e esgoto do município. A promotora de Justiça Valnice Silva dos Santos solicitou a realização de uma fiscalização conjunta com a Vigilância Sanitária Estadual, a Delegacia Especializada de Defesa do Consumidor (Decon) e o Procon-MT. Durante a inspeção, realizada no dia 18 de agosto, as equipes encontraram sacos de cal utilizados na construção civil dentro da Estação de Tratamento de Água (ETA). Segundo o relatório da fiscalização, o material estaria sendo empregado no processo de tratamento da água distribuída à população.
De acordo com a promotora de Justiça Valnice Silva dos Santos, a recomendação tem como objetivo assegurar transparência e garantir que os moradores recebam informações claras sobre a qualidade da água consumida e as providências adotadas pelos responsáveis pelo serviço.
“É fundamental que a população tenha acesso a informações sobre a qualidade da água consumida e sobre as providências adotadas para garantir a segurança do abastecimento. A prioridade é proteger a saúde dos moradores e assegurar a regularidade do serviço”, destacou a promotora. Na recomendação expedida pelo MPMT, os órgãos e entidades notificados devem informar à população as condições atuais do abastecimento, as medidas adotadas para garantir a potabilidade da água e as ações de monitoramento. Também foi solicitada a divulgação periódica dos resultados das análises e das providências implementadas para assegurar a qualidade da água distribuída no município. Além disso, foi estabelecido o prazo de cinco dias para que os notificados apresentem ao MP informações sobre medidas adotadas.
Fonte: Ministério Público MT – MT
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